5 de maio de 2014

Dualidades de uma vida (im)perfeita

Ponto alto do Dia da Mãe: o pequeno almoço preparado com todo o Amor pelos meus filhos. As prendas feitas por eles no maior dos secretismos.
Mas a vida tem SEMPRE duas faces, a cor de rosa e a real. Depois do pequeno almoço de sonho, verificamos que o mais novo continua com febre alta. Já lá vão uns dias, acompanhada de dores de garganta e agora a queixar-se dos dois ouvidos!
Como o quadro mostra pioria lá ponho o chapéu de mãe enfermeira e levo-o ao hospital. Mais vale cedo do que tarde e foi logo pela manhã bem cedo.
Menos mal. Nos dias de festividades os hospitais estão vazios. Ou só lá vai quem mesmo precisa, ou não há doenças em dias de festas...
Foi rápido a ser observado. Mais demorado o resultado de um exame, mas isso é normal. Ao almoço já estávamos em casa. Mas as febres de 39ºC não o largaram todo o dia. Conseguimos baixar para os 38ºC, não abaixo disso.
Não comeu todo o dia, passou o tempo no sofá. Não jantou e adormeceu no sofá pelas sete e meia da noite. Continuámos a medicá-lo durante a noite mas a febre (a tramada) teimou em não passar.
Hoje pelas sete e meia da manhã acordou a queixar-se de dores no peito. Mau! Lá ligámos para a Saúde 24 (808 24 24 24) e a enfermeira aconselhou-nos a levar o pequeno a um médico. Quando o quadro apresenta novos sintomas ou agravamento dos existentes é sinal que algo mudou e deve ser de novo avaliado.
Lá vou eu novamente para o médico com ele.
E são assim, o retratos da vida de uma mãe normal, com uma vida como todas as outras. Uns dias (ou horas) melhores, para outras serem bem piores.
Quem disse que vida de mãe não tem emoção?

6 comentários:

Digam de vossa justiça!

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