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25 de agosto de 2016

Descontos em Manuais Escolares


O Regresso às Aulas está à porta e os pais fazem contas aos custos com manuais escolares, livros de apoio, mochilas e material escolar a comprar para o regresso à escola.

Por mais que se tente poupar, todos os anos estes valores ascendem a algumas centenas, ou milhares de euros, dependente do números de filhos. Já se sabe que quem tem mais filhos mais gasta. Sempre se aproveitam alguns livros dos irmãos ou primos, mas há sempre imensos ainda a comprar.

Depois de uma pesquisa, verifiquei que a maioria das livrarias online oferece 10% de desconto em manuais escolares, desde que se faça uma compra completa de um determinado ano.

Na oferta disponível destaco o Continente como a pior opção, já que o desconto não é directo mas apenas em Cartão Continente.

A Leya e a Fnac oferecem também a entrega. Já a Bertrand e a Wook só oferecem a entrega em cartão.

Nos livros usados a oferta é também vasta, já que a jovem Book In Loop oferece os livros com cerca de 80% de desconto (60% se não entregarmos livros para venda), mas apenas a partir do segundo ciclo. Já o OLX e o Custo Justo oferecem os livros a diversos preços, através da venda de particulares, sem garantia de se conseguirem comprar todos os livros necessários.


Eu optei por comprar na Wook pois ainda oferecem 20% de desconto em livros de apoio: gramáticas, livros de testes, preparação para exames, etc. Optei por usar alguns livros dos primos no caso do terceiro ciclo, e fiz também algumas compras na Book in Loop.

1º Ciclo | 2 filhos | 14 livros | Poupança 10% 14.84€ | Custo final 133.50€ (Wook)
3º Ciclo | 1 filho   | 3 livros  | Poupança 67% 55.09€ | Custo final 26.66€   (Book in Loop)

E vocês, onde compraram os manuais escolares?
Quanto conseguiram poupar? E quanto ainda assim gastaram?



5 de fevereiro de 2016

Tem filhos? Vai ter mais austeridade

Fiquei hoje a saber que a austeridade vai ser maior em 2016 do que foi em 2015. Vão devolver-nos parte da sobretaxa do IRS, mas vamos pagar mais por gasolina, por tabaco (para quem fuma), pela compra de automóveis. Devolvem de um lado para retirar do outro.

Mas para mim, o mais grave, é o aumento do IRS para as famílias com filhos. Retiram o coeficiente de 0,3 por filho. Este coeficiente, não sendo ainda justo para quem tem filhos, estava mais próximo da justiça, do que a situação das famílias em 2016. Cada filho vai ter uma dedução fixa no IRS no valor de 550€, valor inferior ao apurado com o coeficiente de 0,3%.

O que seria realmente justo seria cada filho valer uma pessoa inteira, isto é valer UM, tal como expliquei aqui.

Quem julgava que tinha deixado a austeridade para trás, desengane-se.

Este ano, as famílias com filhos serão ainda mais penalizadas no apuramento do seu IRS, ou seja, vão pagar mais IRS em 2016 do que pagaram em 2015.


15 de maio de 2014

Retalhos de um Dia da Família

Podia pintar um quadro cor de rosa, podia enumeras todas as alegrias de ter uma família numerosa.
Pois podia, mas não vou.
Hoje, Dia Internacional da Família a filha mais velha brindou-nos pela manhã com uma birra descomunal.
Não me lembro de fazer birras destas há muito tempo. Aos 3 anos eram muito frequentes.
Hoje teve escola e violino no conservatório. Chegou a casa tarde, pelas 8 da noite. Assim que pôs o pé dentro de casa começou em novo pranto, reatou a birra que deixou em casa antes de ir para a escola.
Arre! Há dias difíceis!
Ainda só tem 10 anos e tem atitudes de adolescente. O pior é que é desde que nasceu. Não sei se aguento a sua infância, quanto mais a adolescência!
Uma certeza?
A Vida numa família numerosa NUNCA é monótona!

E como foi o vosso Dia Internacional da Família?

19 de outubro de 2013

Assembleia da República Discute mais Equidade e Justiça para Famílias com Filhos

Publico aqui um comunicado da APFN- Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.
Esta associação muito tem lutado para que haja justiça relativamente às famílias numerosas, nomeadamente uma tarifa de água mais justa em muitos conselhos do país. Como devem saber, quanto mais água gastarmos mais pagamos pelo metro cúbico de água, isto para incentivar à poupança de água. Nas famílias numerosas é inevitável que se gaste mais água, há mais banhos diários, mais máquinas de roupa semanais (no meu caso uma por dia), não é justo cobrar mais caro o metro cúbico de águas pelos mesmo banhos de cada membro da família.

No caso do IRS das famílias um filho não valia um, por isso esta associação criou a campanha 1 Filho vale 1, exigindo que para o cálculo dos rendimento das famílias fosse considerado o rendimento per capital, isto é, o rendimento, dividido por cada membro da família. Como podem compreender é muito diferente uma pessoa receber 1000€ para si sozinho, ou receber 1000€ para sustentar uma família de 4 pessoas, onde o rendimento per capita passa a ser 250€.

Peço-vos que tenham ou não filhos, divulguem esta informação pois trata-se de justiça social.

Comunicado:

APFN aplaude a aprovação pelo Parlamento, sem nenhum voto contra, de duas recomendações ao Governo que vêm trazer mais equidade e justiça para as famílias com mais filhos.

Foi hoje reconhecida por todos os partidos com assento parlamentar a crise demográfica profunda que o país atravessa. Após o debate que esta manhã teve lugar foram aprovadas, sem nenhum voto contra, duas recomendações ao Governo relativas ao IRS, introduzindo o princípio per capita nas principais rubricas do modelo de cálculo, e ao ISV, considerando a redução do imposto com o nascimento do 4º filho.  A Assembleia da República discutiu também o Projecto-Lei que prevê a diminuição do valor do IMI à medida que a dimensão da família aumenta, outra medida fundamental para diminuir a discriminação das famílias com mais filhos, tendo adiado a sua votação para daqui a 15 dias.

A APFN reitera que estas se tratam de medidas corajosas e fundamentais na conjuntura em que vivemos, num país que não renova as suas gerações há mais de 30 anos, o que originou um défice demográfico que hoje já ultrapassa um milhão e quatrocentas mil crianças e jovens.

São medidas que combatem injustiças e demonstram um entendimento correto da realidade atual do nosso país. Não é aceitável que as famílias com filhos, garante do futuro e das reformas dos que hoje trabalham, continuem a ser as mais penalizadas.

A APFN agradece aos Deputados de todos os Grupos Parlamentares que apoiaram estas iniciativas que modernizam Portugal e dão um sinal positivo às famílias que tanto precisam. É necessário continuar a trabalhar para que estas medidas sejam definitivamente implementadas. A defesa da família, e com ela a defesa do futuro de Portugal, estão acima das divergências partidárias e beneficiam todos.

Lisboa, 18 de Outubro de 2013

15 de outubro de 2012

Brigas de irmãos

- Sai daqui!
- Pára!
- Não!
Os miúdos à bulha como é costume entre irmãos. Eu cheia de paciência a tentar acalmar os ânimos.
- Meninos sejam amigos, os irmãos são os melhores amigos. Não vêem que vocês têm muita sorte em ter irmãos? Sabiam que há meninos que não têm nenhum irmão, estão em casa sem ninguém para brincar?
- (5 anos) Não têm ainda, porque ainda não nasceram!
É o que faz viverem numa família numerosa, acham que todas as famílias são assim...


29 de julho de 2012

De bicicleta em Belém

Foto de Lisboa Bike
Manhã abolutamente fabulosa em Belém.
Vamos a estatísticas.
Três crianças a pedalar, 2 adultos a correr.
Uma bicicleta com rodinhas, uma sem rodinhas e uma com acessório para aprender equilíbrio e sem rodinhas.
Apesar do aparato já conseguimos correr com eles. Bem, nós corremos e eles pedalaram. Ainda assim, como família numerosa, somos sempre alvo dos olhares que nos rodeiam. A pequenada, sempre de capacete pedala como gente grande.


Foi muito giro também nós observarmos à nossa volta. Pessoas de todas as idades, desde idosos a caminhar, jovens a correr, bebés a serem empurrados nos seus carrinhos, crianças a aprender a andar de bicicleta, patins e skate.

Só não entendo uma coisa, porque será que os adultos insistem em correr na ciclovia? Não sabem que se destina apenas a ciclistas? Percebo que aquela pista tão lisinha seja uma tentação para correr, mas senhores,   mas ter mais civismo e deixar a ciclovia para bicicletas!

2 de janeiro de 2012

Mínimo Absoluto de Nascimentos em 2011




De acordo com a APFN (Associação Portuguesa de Famílias Numerosas), Em 2011, foram adoptadas diversas medidas que prejudicam especialmente as famílias com filhos a cargo e foi também atingido um mínimo absoluto de nascimentos em Portugal. Em 2012 faz 30 anos sobre o último ano em que houve renovação de gerações neste país. E agora? O que se segue? A APFN nunca se cansará de alertar para o facto de que esta situação é perfeitamente reversível.

Sem qualquer surpresa para a APFN, tudo indica que, em 2011, se terá obtido um novo mínimo absoluto de nascimentos em Portugal, fazendo com que estejamos a caminho de ultrapassar a Bósnia como o país do mundo com menor índice sintético de fecundidade (número de nascimentos por mulher em idade fértil).

Isto é resultado da forte política anti-natalista a que Portugal tem vindo a ser submetido, fortemente agravada nas duas últimas legislaturas e reforçadas pelo actual governo.

Recordemos o verdadeiro desastre que foi este ano de 2011:

1 – Começou, ainda com o anterior governo, na desvalorização em 50% da contabilização dos dependentes no cálculo dos escalões do abono de família (cada filho passou a valer apenas por meia pessoa), o que fez com que as famílias fossem artificialmente “enriquecidas”, tendo a maior parte subido em um escalão e, muitas delas (as com maior número de filhos), subido em dois escalões;

2 – Redução nos valores do abono de família e eliminação de alguns dos escalões;

3 – Já com o actual governo, nenhuma das medidas anti-natalistas herdadas das anteriores legislaturas foi alterada ou revogada, ou seja, foram todas por ele confirmadas;

4 – Aumento brutal dos transportes públicos, não considerando o número de filhos na atribuição do “Passe Social +”;

5 – Eliminação da comparticipação nos passes dos transportes públicos para crianças e jovens;

6 – Aumento brutal do IVA na factura da EDP, um bem de primeira necessidade, e também aumento do preço base da electricidade;

7 – Brutal redução nas deduções ao IRS de despesas de educação e saúde com as crianças e os jovens a poderem deduzir, cada uma, apenas 10% do valor deduzido pelos adultos;

8 – Aumento, nalguns casos muito significativo, do IMI, continuando a não ser tido em conta a dimensão da família versus dimensão da casa (número de metros quadrados per capita);

9 – Aumento das taxas moderadoras no SNS sem entrar em linha de conta com o número de dependentes para o cálculo das famílias isentas.

Como se poderá constatar, os governos anteriores e o actual contribuíram, não só para que se atingisse este mínimo absoluto, como para que se tenha mantido a trajectória descendente do Índice Sintético de Fecundidade.

A APFN nunca se cansará de alertar para o facto de que esta situação é perfeitamente reversível, assim haja vontade política, que não tem havido. A razão é só uma: as famílias desejam ter bem mais filhos do que aqueles que estão a ter.

Basta, por exemplo, consultar-se os Relatórios de Sustentabilidade da Segurança Social que anexam os Orçamentos de Estado dos últimos anos para se verificar que, caso os números não tivessem continuado a descer, as reformas não teriam que baixar tão rápida e drasticamente.

Em 2012, “celebram-se” 30 anos sobre 1982, o último ano em que Portugal teve o necessário Índice Sintético de Fecundidade de 2.1. Nestas três dezenas de anos, este Índice não tem deixado de mergulhar.

Ao entrarmos em 2012, a APFN pergunta ao Primeiro-Ministro:

Como é? Vai continuar a fazer de conta que o número de nascimentos vai aumentar e, ao mesmo tempo, continuar a fazer recair sobre as famílias com filhos, de forma totalmente desproporcionada as indispensáveis medidas de austeridade ou, pelo contrário, adoptar políticas que tenham algo a ver com o anunciado no programa eleitoral, ao abrigo do qual foi eleito, e a ver com o seu programa de governo?

A APFN espera que este trigésimo aniversário seja adoptado pelo governo como o ano da indispensável mudança (já que o ano anterior não foi).

28 de fevereiro de 2011

Festa em casa para 30

Pois cá em casa somos muitos. Já somos sócios da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas. Filhos temos 3.

A festa da mais velha de 7 anos foi cá em casa. Só para a família mais chegada. Avós, tios e primos. Ao todo éramos 30!

Depois de uma baba de camelo, uma mousse de chocolate, uma bavaroise de morango, um pavé, arroz de pato, feijoada, chamussas, rissóis e croquetes. Estou oficialmente de Rastos!...
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