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7 de novembro de 2016

Couscous com espinafres e diospiros


Este fim de semana apeteceu-me cozinhar algo que rimasse com saudável e vegano. Escolhi fazer couscous que os miúdos adoram.

Após verificar os vegetais que tinha disponíveis, decidi-me por espinafres congelados. Este é um prato fácil, rápido de fazer e bastante aromático.

Receita 

Ingredientes


  • Couscous
  • 400g espinafres congelados
  • q. b. azeite
  • 1 1/2  cabeça de alhos
  • q. b. sal
  • q. b. pimenta branca
  • q. b. açafrão
  • 1 diospiro


Preparação


Cozinhar os couscous seguindo a indicação do pacote. Em geral, numa taça juntar os couscous ao mesmo volume de água a ferver com sal e um fio de azeite. Tapar. Deixar repousar por 3 minutos. Mexer com um garfo para separar os couscous.

Numa frigideira alourar o alho picado com o azeite. Juntar os condimentos. Quando o alho estiver bem cozinhado juntar os espinafres congelados. Envolver e deixar cozinhar mexendo sempre. Fora do lume, juntar os couscous mexendo com um garfo.

Empratar


Colocar a mistura de couscous e vegetais numa pequena forma, caixa ou taça de plástico. Pressionar os couscous com uma colher de pau. Desenformar num prato raso. Cortar os diospiros em gomos e decorar a gosto.

Servir de imediato e apreciar a satisfação dos comensais.

Se experimentarem, digam-me como correu e as reações que tiveram ao prato, OK?


13 de outubro de 2016

Os Segredos da Tia Cátia

Os Segredos da Tia Cátia, Cátia Goarmon

Para Cátia Goarmon cozinhar só faz sentido se for para os outros, se servir como um laço que une famílias e um nó que reúne amizades.

A autora, que foi uma das participantes de grande destaque da edição portuguesa do programa de televisão Masterchef, que ficou conhecida por Tia Cátia. Cátia Goarmon é uma apaixonada por comida "desde pequenina", foi finalista do programa Masterchef confessa-se fã de Manuel Luís Goucha, Marcelo Rebelo de Sousa e... da sopa da pedra da sua mãe. Tem 43 anos e é a cara do programa da 24KitchenOs Segredos da Tia Cátia”.

Os Segredos da tia Cátia é um livro composto por 82 receitas de comida de conforto e sofisticação apresentadas em 25 dias temáticos.

Com este livro, Cátia Goarmon dá-nos a conhecer a sua grande paixão, a sua cozinha. Dividido pelas quatro estações do ano e através de menus temáticos, como o baby shower ou o brunch, vamos degustar com os olhos a verdadeira comida de conforto, nacional e internacional, mas sempre com um toque pessoal de requinte e sofisticação. Incluí receitas também vegetarianas.

O lançamento do livro é dia 13 Outubro, pelas 18h30, na Livraria Buchholz, em Lisboa.

Vai estar à venda nas (boas) livrarias e aqui.


8 de setembro de 2016

Café e Canela

Café com canela em pó

Estou mesmo decidida em cortar totalmente com o açúcar. Não por questão de contagem de calorias, mas porque o açúcar refinado é um dos maiores venenos que podemos ingerir nesta era de industrialização da alimentação.

Entre a cana de açúcar, matéria prima, e os pacotes de açúcar refinado que temos em casa existe uma enorme quantidade de produtos químicos responsáveis pela lavagem, uniformização e branqueamento do produto.

O açúcar é mau, não por engordar (também por isso!), mas antes por ser um produto industrializado cheio de substâncias cancerígenas.

Na minha saga de redução do açúcar o único que sobrava era mesmo o do café. Adoro café. Não passo sem o meu café matinal. Nem com a recarga de cafeína após o almoço.

Foi com surpresa que verifiquei que uma amiga tinha substituído o açúcar por canela em pó. Já conhecia a opção de mexer o café com pau de canela mas não fiquei muito convencida. Acabava por não sentir traços de canela junto ao aroma intenso do café.

Juntando canela em pó, a canela corta o traço amargo do café. É verdade que não o adoça, mas apenas por cortar a amargura já torna o café muito mais agradável. Acrescenta ainda o aroma envolvente da canela. E estes aromas de café e canela combinam tão bem!

Café com canela em pó





9 de maio de 2016

Em casa a ler


Porque ler é o melhor remédio, estes dias de chuva que nos vieram estragar as tardes ao sol podem servir de consolo para puxar por um bom livro e esquecer que, lá fora, o céu está a cair.

As personagens da LEGO de que falei aqui têm agora uma enciclopédia. Esta é uma opção que faz as delícias das crianças.

As Refeições em 15 minutos de Jamie Olivier para todos os homens e mulheres sem tempo para refeições rebuscadas.

Se gosta de ler em inglês Mad Women será uma excelente opção.

Para refletir, questionar e pensar: Buda.

As sugestões estão feitas! Divirta-se!



Clicar nas imagens para consultar os detalhes:


5 de maio de 2016

Pequeno almoço




Pequeno Almoço de hoje: Batido de banana e morangos

Com a fruteira a abarrotar de bananas demasiado maduras para os miúdos lhes conseguirem pegar, esta semana atirei-me aos batidos. É ao pequeno almoço e ao lanche, quando chegam a casa. Faço um batido.

Regra: que use uma ou duas das bananas maduras mas sem estarem sorvadas. 

RECEITA 

Ingredientes:


  • Banana
  • Morangos
  • Sementes de linhaça
  • Leite de soja

Preparação:

Usar preferencialmente ingredientes frios retirados do frigorífico.
Colocar tudo num liquidificador, Yammi, ou Bimby (cada um usa o que tiver, não faz qualquer diferença).
Bater até ficar cremoso.

Beber com muito prazer!






30 de março de 2016

O Atlas Gastronómico


Quando comemos, viajamos. Começa assim esta gloriosa viagem às mais importantes cozinhas de todo o mundo, narrada por Mina Holland. A editora do Guardian foi da Índia às Caraíbas, da Escandinávia à Coreia, à procura dos melhores pratos, restaurantes e vinhos. Trouxe mais de cem receitas, desde o ceviche peruano, ao dream cake dinamarquês. E esmerou-se nos condimentos: textos de grandes escritores, como Mario Vargas Llosa, Arundhati Roy, ou o nosso Saramago, emprestam um sabor requintado às histórias que nos vai contando.

Porque associamos os bifes à cozinha argentina? Que papel tiveram os Maias na descoberta do chocolate?

As viagens são sempre regadas por vinhos de eleição (dos franceses aos neozelandeses) e acompanhadas dos pratos tradicionais de cada região (a tortilha espanhola, o caril de legumes tailandês); mas as receitas, essas são quase sempre de chef, desde o Gaspacho andaluz, na versão de José Pizarro, à Açorda de Bacalhau à Alentejana, com assinatura de Nuno Mendes.

São 39 cozinhas internacionais polvilhadas de conselhos práticos (onde comprar os ingredientes exóticos, por exemplo), e muitas histórias. Depois deste livro nunca mais verá Banguecoque da mesma maneira, e vai começar a pensar seriamente numa viagem à Austrália. Porque, se comer é mesmo viajar, este atlas vai-lhe proporcionar várias voltas ao mundo – e sabe tão bem tê-lo à mesa-de-cabeceira, como na bancada da cozinha.

À venda nas (boas) livrarias e aqui.

31 de agosto de 2015

Constatações de fim de semana #2 | Melhor mas pouco

O nosso pais está melhor. A taxa de desemprego desce, o PIB cresce. O sindicadores financeiros melhoram, como já se espera em ano de eleições.

Infelizmente as melhorias não chegaram à economia real. Na caixa do supermercado, mesmo à minha frente um casal com um filho com cerca de quatro anos. Entre cartão multibanco e uma nota de 20€ na carteira não conseguiam pagar as compras. Tiram um artigo. Ainda não dava. Mais outro artigo. verificar. Não... Ainda não conseguiam pagar. O miúdo pedinchava carteiras de cromos e doces estrategicamente colocados junto à caixa. A mãe escolhia mais outro artigo para deixar. O miúdo fez birra. "Não levam nada para mim!", enquanto chorava. Um a um, lá saíram do carro de compras cinco, seis, sete, oito artigos. Finalmente conseguiam pagar as comprar. É muito triste ver famílias a não conseguirem pagar as compras.

Mas o mais triste é que não vi produtos de primeira necessidade. Sairiam daquele carro croissants, bolachas, croissants recheados com chocolate, mas ainda assim ficaram vários litros de sumo, bolos e bolachas diversos.

Apesar de toda a informação, de alguma forma, quem tem menos dinheiro continua a comer pior. Não em quantidade mas em qualidade. Ainda se consomem muitos doces e refrigerantes. Habituam-se as crianças a comer estes produtos processados, cheios de açúcar, gorduras saturadas e sem vitaminas, sais minerais e proteínas.

Foi uma experiência duplamente triste. Ver uma família não conseguir pagar as compras e constatar que as suas escolhas não são as adequadas para promover a sua saúde.

O nosso país está melhor, mas nota-se pouco.




18 de julho de 2015

Shoyce chocolate

Shoyce de Chocolate
Como já expliquei aqui cá em casa tenho muitos intolerantes à lactose. Eu não bebo leite desde muito pequena. Na altura não se falava de intolerâncias e eu dizia que não gostava. Ficava verdadeiramente nauseada quando me obrigavam a beber leite. Porque "as crianças têm de gostar de tudo". E "o leite faz bem". Felizmente hoje em dia já não obrigamos as crianças a gostar de tudo, nem acreditamos que o leite faz bem.

A minha filha NUNCA gostou de leite que não fosse meu. NUNCA mesmo. Com o mais novo descobrimos que tinha intolerância à lactose pois andava todo o tempo com gases, o que lhe passou logo que mudámos para o leite sem lactose ou leite de soja. O filho do meio é o único que consegue beber leite de vaca mas também não o quer beber pois já aprendeu os benefícios do leite de soja.

Shoyce é uma marca portuguesa de bebidas de soja. Não contém glúten nem lactose. É também a única marca portuguesa de produtos de soja não transgénica e a única bebida de soja 100% produzida em Portugal. Fiquei super satisfeita por termos a oportunidade de a experimentar.

A soja é uma leguminosa com origem no sudoeste asiático. É uma fonte proteica rica em aminoácidos essenciais e pobre em gorduras saturadas, ao contrário da carne e dos outros produtos de origem animal.
Shoyce cholocate para começar o dia





11 de julho de 2015

Guia das Tascas de Lisboa


Vale a pena ir a uma tasca pela comida e pela bebida. Para conhecer quem está atrás do balcão. Para ouvir os clientes habituais com as suas piadas habituais. Para confirmar que não há chef, mas há "Ó Chefe". Para beber o vinho da casa e provar os petiscos cozinhados por mão sábia em panela experiente e bebermos o vinho da casa.

De Algés aos Olivais, de Alcântara ao Lumiar, com os mais típicos bairros pelo meio, este guia promete petiscos como manda a tradição, desfrutados com um cálice de Aliança Velha.

O primeiro guia bilingue, em português e inglês, é um guia para todos os gostos e culturas, que começa por definir a origem das ‘Tascas’ como antigas carvoarias trazidas para a capital pelos galegos no início do séc. XX, que se estendiam por salas contíguas onde se servia vinho e petiscos. Com o passar dos anos e a proliferação da electricidade, o carvão passou a ter um papel menos relevante e as ‘Tascas’ orientaram a totalidade da sua actividade para a restauração.

Para conhecer 25 excelentes tascas de Lisboa. Pelas mãos de Tiago Cruz e Marco Dias.

Tiago Cruz comeu, bebeu e fotografou este Guia. Deve o gosto pelos comes e bebes a uma bisavó que publicou um livro de receitas e a um avô que vivia em frente à Adega Cooperativa da Lourinhã.


Marco Dias criou a parte visual do Guia. Com 14 anos, foi com o pai pela primeira vez a uma tasca portuense. Provou sandes de rojão e gostou.

Disponível nas (boas) livrarias. E aqui.

8 de junho de 2015

Cerejas

Cerejas
Cerejas aos montes.
Cerejas às caixas.
Cerejas às paletes.

Cerejas no saco,
Cerejas na taça,
Cerejas na bandeja,
Cerejas em todo o lado.

Não me canso de comer cerejas.
Somos nós, são eles.
Todos se perdem por cerejas.
E duram tão pouco.
Daqui a poucas semanas
Cerejas até para o ano.

21 de maio de 2015

Guacamole de ervilhas com tortilhas caseiras


Uma das iguarias que provei na Caso dos Sabores da Iglo.
Fácil de preparar e uma delícia.
Fica a receita.

Receita


Ingredientes:

1 cháv. de Ervilhas Iglo
2 abacates esmagados
Sumo de 1 lima
6 tomates cereja em quartos
1 cebola roxa pequena picada
3 c. sopa de coentros picados
1 malagueta vermelha picada
Sal e pimenta q.b.
Vinagre de vinho tinto q.b.
6 tortilhas
Azeite q.b.
Sal grosso q.b.
Paprika q.b.


Preparação:

1. Escaldar as ervilhas em água a ferver com sal. Escorrer e coloquar num robot de cozinha até obter um puré.
2.Noutra taça misturar os abacates com o sumo de lima, os tomates cereja, a cebola, os coentros, a malagueta e juntar o puré de ervilhas.
Temperar a gosto com sal, pimenta e vinagre.
Reservar no frio.
3.Cortar as tortilhas em triângulos, pincelar com azeite, polvilhar com sal grosso e paprika e levar ao forno pré-aquecido a 200°C por cerca de 12 minutos, na prateleira central.

18 de maio de 2015

Jantar na Casa dos Sabores


A Iglo convidou a Sónia Morais Santos do Coco na Fralda a organizar um jantar com 12 pessoas. Eu fiz-me convidada e estive quase a não ir. Mas, uma desistência de última hora deu-me a oportunidade de partilhar um jantar delicioso numa casa toda catita: a Casa dos Sabores.

Apesar da aventura com o GPS consegui chegar a tempo. A Sónia chegou com o pequeno Mateus que fez as delícias das convidadas. Portou-se para lá de bem, sendo difícil de imaginar aquele anjo a guinchar. Mãe sabe que os bebés são uns doces com estranhos, deixando para mostrar a sua garra, à noite, a sós com a sua mãe!

A chefe Isabel Queiroz tinha umas iguarias maravilhosas à nossa espera. Para entrada soja picante no forno e guacamole de ervilhas; koulibiac como prato principal, rematado por um doce de suspiro e frutos do bosque. Uma delícia!

A Sónia foi uma anfitriã perfeita, pôs todos à vontade e as conversas fluíram, como se de amigos de longa data se tratasse.

A cozinha é mesmo o coração da casa e à volta de uma mesa a magia acontece.










15 de maio de 2015

A saúde é saborosa


Continuo firme e determinada. Alimentação saudável, saladas saborosas e variadas.
Hoje é com frango e amêndoas torradas.
Esta alteração alimentar não me tem custado nada. E já sinto as diferenças! Oh! Se sinto!

Polpa de Tomate sem Glúten?


É verdade!
A polpa de tomate Guloso já está certificada pela APC – Associação Portugueas de Celíacos como estando isenta de glúten.

Familiares e doentes já podem consumir este produto com toda a segurança.

A polpa de tomate é muito utilizada na cozinha mediterrânica, sempre que não temos tomate fresco disponível para dar consistência e sabor a molhos e carnes.

A causa do doentes celíacos é-me muito cara. Tenho conhecido várias pessoas com esta doença e mais recentemente crianças, o que é ainda mais doloroso.

A doença celíaca é uma doença autoimune do intestino em que a presença do glúten – proteína existente em inúmeros cereais, como trigo, cevada e centeio – provoca uma destruição das vilosidades intestinais.

Esta situação impede a absorção de inúmeros nutrientes, incluindo as vitaminas, causando graves transtornos na saúde destes doentes.

O grande problema é que a maioria dos alimentos processados incluí trigo como espessante!
É muito difícil a escolha dos alimentos pois nem sempre há a garantia de não haver contaminação. A contaminação acontece quando no mesmo espaço se manipulam diversos produtos alimentares com os mesmo utensílios.

O selo da APC nas embalagens garante a ausência de qualquer contaminação.

Hoje em dia há inúmeras pessoas sem doença celíaca a abraçar uma dieta sem glúten. Esta situação decorre de resultados de estudos que indicam que o glúten tem efeito inflamatório do intestino. A evição de glúten na dieta trás benefícios como barriga menos inchada, melhor transito intestinal e consequente diminuição do volume corporal e perca de peso.

Motivos não faltam para abraçarmos uma dieta sem glúten!

11 de maio de 2015

Uma Salada ao ar livre

Almoçar uma salada ao ar livre. Ouvir o chilrear dos pássaros enquanto saboreio os vegetais frescos e as frutas.

Podemos estar em maio mas a mim sabe-me a verão.

Estou a portar-me bem. Fiel à minha promessa de ser saudável. E de perder os excessos.

Só tenho uns dois quilitos a perder. Pode não parecer muito, mas para mim faz toda a diferença.

É o sentir-me bem na minha pele. É deixar sentir o desconforto que senti ontem na praia. É o não ter algo que não me pertence na zona abdominal.

Mais do que perder peso, é ganhar massa magra. É tonificar. Ficar rija. Esse é o meu objectivo. E esse, só se consegue com exercicio físico.

Vou aqui contando como corre.

20 de abril de 2015

Massa Dinossauros a la Carbonara



Nestes dias tão complicados não há tempo, nem paciência, diga-se, para cozinhar. Os miúdos não têm culpa e não devem sentir demasiado a nossa preocupação.

Massa de dinossauros, com salsichas e molho a la carbonara. Repetiram várias vezes e afirmaram que era a melhor comida do mundo. 
Pelo menos ficaram felizes!
E foi tão fácil e rápido!

Uma embalagem de pasta infantil de dinossauros tricolor, uma lata de salsichas e um pacote de nata. Pode não ser a refeição mais saudável do mundo, mas é rápida e eles adoram.

Na verdade é rápida de fazer e de comer! Desta vez não foi preciso mandá-los terminar o que tinham no prato trinta e duas vezes! Apenas precisei de adverti-los dos bons modos à mesa e de como é importante mastigar bem os alimentos.

Pasta infantil Dinossauros

Pasta infantil Dinossauros crua

Pasta Dinossauros: composição da filha
Pasta infantil dinossauros acabada de cozer

Pasta Dinossauros a la carbonara


12 de abril de 2015

Manhãs felizes: Flocos de Aveia, Iogurte e Morangos




Nada melhor para começar o dia cheia de energia do que um pequeno almoço saudável e saboroso. Cor, sabores e texturas. Flocos de aveia, iogurte grego e morangos.

Aprovado por pais e filhos!

Contraste de sabores e texturas. Acidez no iogurte, doçura da aveia.
Cremosidade do iogurte, crocante da aveia.

De chorar por mais!








14 de março de 2015

Panquecas Animais




Hoje estava especialmente inspirada. Apeteceu-me surpreendê-los. Nunca tinha apresentado as panquecas no formato de vários animais.

Ficaram extasiados!
- Mamã! Ursos!
- Um gato!
- Uma lagarta!





A receita é a do costume. Podem encontrá-la aqui.

25 de fevereiro de 2015

A Bolota na Alimentação Humana


A Herdade do Freixo do Meio realiza o primeiro Symposium sobre a importância da bolota na alimentação humana.

Fica a informação.

O primeiro symposium sobre a utilização da bolota na alimentação humana, pretende divulgar o conhecimento e as práticas actuais em torno da valorização deste recurso essencial. Serão apresentados os resultados de investigação aplicada sobre as características nutricionais e funcionais da bolota, o potencial económico da fileira, os aspectos tecnológicos, bem como aspectos histórico-sociológicos. Pretende-se promover o encontro de todos os operadores que no momento, em Portugal, estejam a processar ou investigar este alimento. Será realizado na Herdade do Freixo do Meio, onde será servido ao almoço um cozido de bolota. Ao longo do dia, os participantes poderão degustar um grande número de produtos elaborados com bolota. O symposium destina-se a todos os interessados no desenvolvimento de uma fileira agro-industrial da bolota que contribua para uma adequada expansão do Agroecossistema do Montado no nosso país.

10:00 h Abertura do Symposium pela Exma Sra Presidente da Câmara de Montemor-o-Novo concelho do país com maior área de Montado)
10:15 h O consumo da bolota na história de Portugal. Ana Fonseca, ICAAM.
10:45 h As características nutricionais e funcionais da bolota para consumo humano. Manuela Pintado, Escola Superior de Biotecnologia – Católica do Porto.
11.15 h Prevenindo a neuro-inflamação com ácido clorogénico. João Relvas. Instituto de Biologia Molecular e Celular, Porto
11:30 h Pausa para café de bolota.
12:00 h A colheita, transformação e comércio de bolota na Herdade do Freixo do Meio. Alfredo Cunhal Sendim, Herdade do Freixo do Meio.
12:20 h O potencial económico da bolota em Portugal. Miguel Sottomayor, Universidade Católica do Porto.
12:40 h A utilização da indústria da castanha na fileira da bolota. Letícia Pereira, Sortegel.
13:00 h Almoço. Cozido de bolota em potes de barro e lume de chão.
14:30 h Visita ao montado da Herdade do Freixo do Meio.
15:00 h O renascer da bolota. Pedro Mendes.
15:20 h A bolota na cozinha. António Alexandre.
15:40 h A bolota na pastelaria. Rui Coelho, Landroal.
16:00 h A bolota no turismo. Luís Jordão. Experience.Nature.
16:20 h Apresentação e prova de produtos à base de bolota
17:00 h Mesa redonda sobre o futuro da utilização da bolota para consumo humano em Portugal.
Moderador: Manuel Casa Branca (Folha de Montemor)
Alexandra Azevedo, Quercus;
Filipe Verdasca, Terrius;
João Palma, ISA;
João Manuel Nabeiro, Delta;
Teresa Pinto Correia, ICAAM.
18:00 h Encerramento pela Exma Sra Ministra da Agricultura
Symposium:

A Bolota: Um recurso alimentar do passado com futuro
Local: Herdade do Freixo do Meio, Montemor-o-Novo
Data: 20 Março 2015
Horário: 10:00 – 18:00 horas
Inscrição: 25€ {inclui almoço}

Informações:
Tel: 266 877 136
E-mail: freixodomeio @ gmail.com
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