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16 de janeiro de 2015
Liberdade de Expressão vs Respeito
Eu defendo sempre a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão com todas as minhas forças.
Posso discordar do que dizes, mas defendo o teu direito a dizê-lo, nem que estejas a ser estúpido, porque ser estúpido também é um direito.
15 de janeiro de 2015
Foto Censurada
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| Foto censurada manifestação Paris com líderes mundiais |
Eu explico. Para esta religião ortodoxa judaica as mulheres não podem ser retratadas por o seu corpo não ser modesto. Eu diria que o corpo de Angela Merkel é modesto, mas existe muita malandragem na cabeça destes homens!
Com isto não estou a comparar a censura a uma foto com o assassinato de 12 pessoas. Não estou a pôr estas atitudes no mesmo saco.
Mas, sou a favor da liberdade de expressão, um dos pilares da sociedade democrática!
Condeno extremismo religioso e as suas ações extremas, perdoem-me o pleonasmo mas é propositado.
Não aceito a descriminação das mulheres por judeus ou muçulmanos. Não aceito assassinatos em nome de nenhuma religião.
Continuarei a denunciar este tipo de comportamento. Já o disse e repito, é altura de nos unirmos e lutarmos pelos valores em que acreditamos. A Declaração Universal dos Direitos do Homem dever tornar-se global.
O fanatismo racial levou a uma genocídio contra os judeus, o fanatismo católico destruiu o sul da Europa, através da Inquisição. Não podemos deixar que no Séc XXI novos fanáticos destruam os pilares de uma sociedade democrática que levou tanto tempo a ser construída e que, longe de ser perfeita, é o modelo mais justo que a Humanidade conseguiu construir até agora.
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| Foto original manifestação Paris com líderes mundiais |
9 de janeiro de 2015
Miguel Esteves Cardoso: Je Suis Charlie
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| Miguel Esteves Cardoso |
Mais uma crónica memorável de Miguel Esteves Cardoso.
Quem será o primeiro idiota entre nós a dizer que a culpa foi dos assassinados da Charlie Hebdo? Tem todo o direito de dizê-lo. É isso a liberdade de expressão. Ser-se estúpido também é um direito. Até os assassinos o têm.
Não se percebe a gabarolice dos estúpidos assassinos quando gritaram "Matámos a Charlie Hebdo".
Não se pode matar a Charlie Hebdo. Não se pode matar a valente e hilariante revista que goza com tudo e com todos desde os tempos em que se chamava Hara-Kiri. Muitos poderosos tentaram censurar os satíricos da Charlie Hebdo. Nunca conseguiram. Nunca conseguirão.
O que se pode matar é a liberdade de expressão. Ou reforçá-la: foi o que fizeram os estúpidos assassinos que reagiram a desenhos satíricos massacrando os autores com metralhadoras. Desencadeou-se imediatamente uma onda de solidariedade francesa e internacional para reafirmar a liberdade de expressão.
Os mais perigosos inimigos da liberdade de expressão são pessoas inteligentes e bem-intencionadas que publicamente pedem tratamento especial para a religião islâmica (ou qualquer outra religião) para não "ferir susceptibilidades" ou "fazer provocações". São pessoas liberais que defendem calmamente a protecção das sensibilidades muçulmanas através da violação da liberdade de expressão, por muito civilizada e politicamente correcta que seja a forma de censura que propõem.
Mostraram-se quando foi o caso de Salman Rushdie e mostrar-se-ão outra vez dentro em breve. Quem será o primeiro idiota entre nós a dizer que a culpa foi dos assassinados da Charlie Hebdo? Tem todo o direito de dizê-lo. É isso a liberdade de expressão. Ser-se estúpido também é um direito. Até os assassinos o têm.
Miguel Esteves Cardoso, in Publico
14 de novembro de 2012
Greve Geral
Hoje é dia de greve geral em Portugal e Espanha, e de greves sectoriais em mais 18 países da Europa.
Esta greve é contra a austeridade, aos baixos salários e aos cada vez mais altos impostos.
Eu gosto de viver em democracia. Nasci pouco antes do final da ditadura e não tenho grandes recordações desse tempo. Lembro-me do 25 de Abril de 1974, mas como um dia diferente nas recordações de uma criança muito pequena. O que sei são as histórias que oiço, dos tempos difíceis, da pobreza generalizada e pior, da falta de liberdade de expressão, de não podermos dizer mal de quem nos governa e de quem achamos não estar a fazer um bom trabalho.
Felizmente era criança bem pequena nos tempos da ditadura, nem imagino o que seria euzinha adolescente nesse tempo. Tão contestatária sou, tão senhora do meu nariz, não vejo outra alternativa que não fosse ser presa várias vezes por dizer o que ia na gana. Não gosto que me digam o que devo fazer, o que devo pensar. Aceito sugestões, opiniões desde que me dêem liberdade de pensamento para tomar as minhas próprias decisões. Respeito as opiniões contrárias, desde que também respeitem as minhas.
Posto isto, faz-me muita confusão, repugna-me mesmo, os piquetes de greve. Então essa gente quer impor aos outros as suas decisões, qual regime ditatorial. Não conquistámos o DIREITO à greve com tanto esforço, com tantas lágrimas com um passado menos bonito? Se todos têm o direito de demonstrar a sua indignação fazendo greve, outros também têm o direito de escolher não a fazer. Seja porque não estão indignados, seja porque o desconto de um dia de salário pode significar não conseguir pagar a casa ao banco e perder o lar da sua família Enfim, seja pelo que for. Se vivemos em democracia e temos o direito de fazer greve, também temos de respeitar o direito de quem a não quer fazer.
Esta greve é contra a austeridade, aos baixos salários e aos cada vez mais altos impostos.
Eu gosto de viver em democracia. Nasci pouco antes do final da ditadura e não tenho grandes recordações desse tempo. Lembro-me do 25 de Abril de 1974, mas como um dia diferente nas recordações de uma criança muito pequena. O que sei são as histórias que oiço, dos tempos difíceis, da pobreza generalizada e pior, da falta de liberdade de expressão, de não podermos dizer mal de quem nos governa e de quem achamos não estar a fazer um bom trabalho.
Felizmente era criança bem pequena nos tempos da ditadura, nem imagino o que seria euzinha adolescente nesse tempo. Tão contestatária sou, tão senhora do meu nariz, não vejo outra alternativa que não fosse ser presa várias vezes por dizer o que ia na gana. Não gosto que me digam o que devo fazer, o que devo pensar. Aceito sugestões, opiniões desde que me dêem liberdade de pensamento para tomar as minhas próprias decisões. Respeito as opiniões contrárias, desde que também respeitem as minhas.
Posto isto, faz-me muita confusão, repugna-me mesmo, os piquetes de greve. Então essa gente quer impor aos outros as suas decisões, qual regime ditatorial. Não conquistámos o DIREITO à greve com tanto esforço, com tantas lágrimas com um passado menos bonito? Se todos têm o direito de demonstrar a sua indignação fazendo greve, outros também têm o direito de escolher não a fazer. Seja porque não estão indignados, seja porque o desconto de um dia de salário pode significar não conseguir pagar a casa ao banco e perder o lar da sua família Enfim, seja pelo que for. Se vivemos em democracia e temos o direito de fazer greve, também temos de respeitar o direito de quem a não quer fazer.
7 de setembro de 2012
Liberdade de Expressão vs Difamação
Há muito tempo que não lia tanta porcaria por esses blogs fora.
Há muita gente maldosa, mesquinha, escabrosa a desejar as piores coisas à Sónia depois do seu enorme infortúnio, em que o seu filho sofreu um acidente doméstico. Infelizmente são situações que acontecem às crianças, para enorme susto e preocupação dos seus pais. Chegar a desejar a morte a uma criança, a sugerir que a Sónia usa esta situação para proveito financeiro próprio!
Todas as pessoas que têm filhos, sobrinhos, netos, afilhados, primos e filhos de amigos sabem quanto as crianças são surpreendentes, criam situações inesperadas, colocam-se em perigo, fogem, caem, lutam e criam inúmeras situações perigosas para si mesmas. Como pais, tios, avós, padrinhos tentamos evitar estas situações, mas de tão rápidas e inesperadas nem sempre o conseguimos.
Todos sabemos que há pessoas mesquinhas, invejosas do sucesso alheio. Que gostam de criticar os outros, especialmente se tiverem uma vida mais interessante do que as suas vidinhas. Não sei como têm a paciência de visitar diariamente os blogs mais lidos e criticarem constantemente os seus propietários, ora porque fizeram, ora porque não fizeram.
Há um post muito giro do Coco na Fralda que retrata esta situação na perfeição, que está neste momento publicado no livro com o mesmo nome.
ra tanto a Cóco na Fralda como a Pipoca mais Doce são diariamente assediadas, criticadas e achincalhadas por esta gentinha. Ora porque fazem, ora porque não fazem. Ora porque dizem, ora porque não dizem. Todos os motivos são bons para as criticarem. Nem todos têm de gostar. Mas se não gostam porque continuam a ler? Porque visitam? A vossa melhor “vingança” seria não visitar, desprezar, ignorar. Mas não, dedicam as horas da sua desinteressante vidinha a tentar chatear os outros, a fazer acusações de tudo e mais alguma coisa.
Agora é por a Sónia ter mostrado o queixo partido do filho. Não gostaram da foto? Foi a dura realidade. Imaginem o pobre miúdo que teve de SENTIR aquele acidente. Não gostam de ver? Não vejam. Passem à frente. Se ficaram muito chocados não voltem ao blog. Blog = Espaço pessoal de alguém para escrever, publicar o que lhe apetece (sem interferir na liberdade dos outros, claro está). Gosto muito de viver em democracia, ter liberdade de expressão. Mas não se esqueçam que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade dos outros. Ninguém tem a liberdade de difamar os outros. É crime, sabiam? Ninguém pode matar alguém porque lhe apetece. É crime. Podem não gostar. Podem comentar com a vossa familia, com os vossos amigos. Publicamente? Não podem, é crime. Está na nossa constituição democrática.
Há muita gente maldosa, mesquinha, escabrosa a desejar as piores coisas à Sónia depois do seu enorme infortúnio, em que o seu filho sofreu um acidente doméstico. Infelizmente são situações que acontecem às crianças, para enorme susto e preocupação dos seus pais. Chegar a desejar a morte a uma criança, a sugerir que a Sónia usa esta situação para proveito financeiro próprio!
Todas as pessoas que têm filhos, sobrinhos, netos, afilhados, primos e filhos de amigos sabem quanto as crianças são surpreendentes, criam situações inesperadas, colocam-se em perigo, fogem, caem, lutam e criam inúmeras situações perigosas para si mesmas. Como pais, tios, avós, padrinhos tentamos evitar estas situações, mas de tão rápidas e inesperadas nem sempre o conseguimos.
Todos sabemos que há pessoas mesquinhas, invejosas do sucesso alheio. Que gostam de criticar os outros, especialmente se tiverem uma vida mais interessante do que as suas vidinhas. Não sei como têm a paciência de visitar diariamente os blogs mais lidos e criticarem constantemente os seus propietários, ora porque fizeram, ora porque não fizeram.
Há um post muito giro do Coco na Fralda que retrata esta situação na perfeição, que está neste momento publicado no livro com o mesmo nome.
ra tanto a Cóco na Fralda como a Pipoca mais Doce são diariamente assediadas, criticadas e achincalhadas por esta gentinha. Ora porque fazem, ora porque não fazem. Ora porque dizem, ora porque não dizem. Todos os motivos são bons para as criticarem. Nem todos têm de gostar. Mas se não gostam porque continuam a ler? Porque visitam? A vossa melhor “vingança” seria não visitar, desprezar, ignorar. Mas não, dedicam as horas da sua desinteressante vidinha a tentar chatear os outros, a fazer acusações de tudo e mais alguma coisa.
Agora é por a Sónia ter mostrado o queixo partido do filho. Não gostaram da foto? Foi a dura realidade. Imaginem o pobre miúdo que teve de SENTIR aquele acidente. Não gostam de ver? Não vejam. Passem à frente. Se ficaram muito chocados não voltem ao blog. Blog = Espaço pessoal de alguém para escrever, publicar o que lhe apetece (sem interferir na liberdade dos outros, claro está). Gosto muito de viver em democracia, ter liberdade de expressão. Mas não se esqueçam que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade dos outros. Ninguém tem a liberdade de difamar os outros. É crime, sabiam? Ninguém pode matar alguém porque lhe apetece. É crime. Podem não gostar. Podem comentar com a vossa familia, com os vossos amigos. Publicamente? Não podem, é crime. Está na nossa constituição democrática.
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