23 de abril de 2014

Fim de férias

Fim de férias da Páscoa.
Regresso à escola.
Os miúdos estão em pulgas para ver os amigos. Abraçam-se à porta da escola. Como se não se vissem há uma eternidade!
Levam as cartas dos InviZimals para trocar. Chegam a casa ainda mais excitados. Trocaram quase todos os repetidos por cartas para a caderneta. Já começa a ficar composta. Mas ainda falta metade (ou mais...) Fazem as coleções cada vez maiores! Cada vez é mais dificil chegar ao fim... Se contarmos com apenas mais um mês e meio de aulas para trocas, não há muito tempo para terminar.

Agora querem saber quando recebem mais carteirinhas.
A bola ficou do meu lado...

22 de abril de 2014

Morangos: Promoção

Morangos
Só para avisar, hoje os morangos estão a 2,50€ por uma caixa de 2kg no Pingo Doce. Fica 1,25€ por kg!
Quem é amiga, quem é?
Uma caixa já cá está. E hoje, a sobremesa, já sabem qual é?
Ainda lavei e congelei alguns. Já vou ter morangos sempre que me apetecer um batido ou um sumo!

Conversas lá de casa #3

Conversas dos dois mais novos (6 e 7 anos).
- Mas afinal o Coelho da Páscoa existe, ou não?
- Vamos ver à Internet!

21 de abril de 2014

Cheira a verão


Hoje, pela primeira vez em muitos longos meses saí do trabalho e cheirou-me a verão.
Eram 18h30 e era de dia. O Sol ainda estava alto. O final de tarde estava luminoso e limpo.
Soube mesmo bem pegar no carro e conduzir até casa de amigos.
Tão bom este encontro-quase-festa-quase-aniversário a propósito da visita de um amigo a viver na escandinávia.
Tão bom juntar esta malta toda, a maioria com filhos pequenos que se divirtiram pela casa com jogos, brincadeiras e a esconderem-se dentro dos armários que encontravam.
Tão bom este final de tarde de 2ª feira com sabor a fim de semana!
Venham mais, muitos mais!

Primavera no Jardim


Este fim de semana foi assim. Com tempo.
Tempo para dormir. Tempo para descansar.
Para retemperar energias.
Passear e ver a Primavera no jardim.
As cores das flores que explodem por todo o lado, deixam-me extasiada, sem folego!
Depois do inverno rigoroso, a primaveram chega de rompante.
Trás-nos todas as cores e formatos originais em flores banais e extravagantes.






Sigam-me no BlogLovin'.

20 de abril de 2014

Regina Duarte ou Viúva Porcina?


Ainda não tinha escrito sobre isto, pois logo a seguir fui de férias para a neve.
Mas queria escrever assim, com tempo, como o assunto merece.
A Globo Portugal, convidou-me para uma entrevista coletiva com a aclamadissima atriz brasileira Regina Duarte. Fiquei super feliz, poder conhecer pessoalmente a grande Regina Duarte.

Foi numa visita a Portugal a propósito do lançamento do documentário Arte de interpretar – A saga da novela Roque Santeiro, de Lúcia Abreu.

Regina Duarte chegou à sede da Globo Portugal linda e esplendorosa. É incrivel pensar que esta mulher irradiando tanta energia possa ter 67 anos!

Diz-nos que já não vem a Portugal há 10 anos. Desta vez trás a sua irmã Tereza, já que da última vez tinha trazido a Portugal Lúcia. Tinha como que uma dívida moral para com esta irmã e desta vez, felizmente, tudo se proporcionou para virem as duas.

Ainda bem, pois é bem visível a amizade entre as duas. Tereza, da assistência vai falando de sua irmã durante a entrevista. Vai complementando os comentários e contando mais histórias da vida das duas.
Regina Duate, como Viúva Porcina
A perguntas começam por Roque Santeiro e Regina conta-nos como a primeira edição da novela de 1975, não chegou a ir para o ar devido à censura que existia no Brasil na ápoca.

Esta novela iniciou um movimento de artistas e gente da cultura, que se manifestou "saiu em passeatas" para tentar alterar as coisas. Foi apenas depois da queda do regime militar que a novela Roque Santeiro foi para o ar. Desta vez com Regina Duarte interpretando a Viúva Porcina.

O país estava triste e Regina afirma que precisava de rir, por isso Roque Santeiro teve tanto sucesso, pelo riso e alegria que levou aos lares brasileiros.

Regina Duarte tem uma peça para trazer a Portugal, deixou o apelo, procura um patrocínio. Fica o registo que quem sabe possa chegar a uma empresa interessada.
Tereza Duarte
Desta vez trouxe a irmã Tereza.
- Não esqueço essas dívidas afetivas. Disse que, desta vez, a Teresa tinha de vir e ela está aqui. A nossa profissão é tão voraz que muitas vezes a gente precisa de fazer um grande esforço para ter a família como prioridade. Uma coisa que estou aprendendo com o envelhecimento é que os laços, que foram tão fortes numa certa parte da vida, mais tarde tendem a que a gente se veja cada vez menos. Isso é uma das dores de envelhecer, muita gente chama isso de ninho vazio. Mas o meu ninho não está vazio!
- Porque você agrega os outros, a família, os amigos! Intervém Tereza Duarte.

Explica-nos como está encantada em estar, mais uma vez, em Portugal.
- Adoro esta arquitetura, a paisagem , este céu. Adoro passear na rua em Lisboa. Ver o deslumbramento aquitetónico que é o Teatro Nacional D. Maria! Ainda esta tarde no Rossio as pessoas me reconheceram pela voz, me acarinharam, o que é incrível, pois não venho a Portugal há 10 anos!

Conta-nos como Roque Santeiro lhe trouxe, para além de realização profissional, uma enorme realização política pois quando o primeiro Roque Santeiro em 1975 foi censurado tinha ido a Brasília pedir para deixar de haver censura, uns anos depois, fazer parte do Roque Santeiro livre, sem censura, trouxe-lhe um enorme prazer, um regorizo, de poder participar em algo que era anteriormente proibido.

À pergunta se pensa em abrandar, respondeu com um pronto:
- Penso, mas não consigo!
Quer passar mais tempo com os netos mas tem pouco tempo. Vai ser avó pela 5ª vez. Tem dois netos de Gabriela Duarte, dois do André e agora vai ter o primeiro do filho mais novo João Ricardo.

Eu adorei conhecer a Regina Duarte e a sua irmã Tereza Duarte, assim como a realizadora Lúcia Abreu. Gosto de pessoas, conhecer as suas histórias. Conhecer o lado humano por trás das lendas. E a Regina Duarte tem um lado humano muito rico. Uma excelente atriz e um ser humano incrível!


Sigam-me no BlogLovin'.

19 de abril de 2014

Terreiro do Paço: A Primavera é Linda


De 14 a 23 de abril, o espectáculo multimédia vídeo mapping A Primavera é Linda, volta ao Terreiro do Paço para receber a Primavera.

A fachada nascente do Terreiro do Paço vai encher-se de cor, luz e animação. Durante 10 noites será projectado, num espaço de mais de 150 metros de comprimento, um filme em 3D que contou, na sua construção, com a participação de 40 crianças de várias escolas de Lisboa.

Este espectáculo, da autoria de Nuno Maya e Carole Purnelle do Atelier O CUBO e com banda sonora original do compositor francês Sylvain Moreau, é uma reposição adaptada do primeiro projecto em video mapping que os autores criaram para o Terreiro do Paço, em Março de 2013.

Entrada Livre
Sessões às 21h, 22h e 23h
De 14 a 23 de Abril de 2014

Sigam-me no BlogLovin'.

O Consumo Feliz: Museu Berardo


Finalmente consegui ver esta exposição Consumo Feliz, Publicidade e Sociedade no século XX, no Museu Berardo.
Um acervo de originais de ilustração publicitária do Séc. XX.
Entrada Gratuita, até 1 Junho de 2014.


Sigam-me no BlogLovin'.

17 de abril de 2014

Morreu Gabriel Garcia Marquez aos 87 anos

Gabriel Garcia Marquez
O escritor colombiano Gabriel García Márquez morreu, aos 87 anos, na Cidade do México.
Prémio Nóbel da Literatura de 1982, García Márquez deixa a mulher, Mercedes Barcha Pardo, e dois filhos.

Nasceu em Aracataca, Colômbia a 6 de março de 1927. Morreu na Cidade do México a 17 de abril de 2014. Foi escritor, jornalista, editor e ativista colombiano. Considerado um dos autores mais importantes do Séc XX, ganhou o Prémio Nobel de Literatura em 1982 pelo conjunto da sua obra, que entre outros livros inclui o famoso Cem Anos de Solidão. Foi responsável por criar o realismo mágico na literatura latino-americana. Viajou muito pela Europa e viveu até a morte no México. Era pai do cineasta Rodrigo García.

Em abril de 2009 declarou que se aposentou e que não pretendia escrever mais livros. Essa notícia foi confirmada em 2012, quando o seu irmão, Jaime Garcia Marquez, anunciou que foi diagnosticada demência a Gabriel Garcia Marquez e que, embora estivesse em bom estado físico, havia perdido a memória e não voltaria a escrever.

Aos 22 anos, Gabriel García Márquez tinha abandonado a Faculdade de Direito para se dedicar à vida de boémio literário. Instalado em Barranquilla, no litoral caribenho, vivia de camisa florida e bigode frondoso, lia e escrevia sem parar, sobrevivendo com os trocos que ganhava num jornal local. Um dia veio procurá-lo, na livraria onde trabalhava, uma senhora que ele a princípio não reconheceu. Era sua mãe. Vinha pedir ajuda para vender a casa dos avós, na cidadezinha colombiana de Aracataca, onde ele tinha nascido, em 1927, e vivido até 8 anos de idade. O reencontro com a terra natal abriu os olhos do aspirante a escritor para o potencial literário de memórias de família e lendas populares, que alimentariam nas décadas seguintes a obra do vencedor do Prémio Nóbel de Literatura de 1982. Na sua autobiografia, “Viver para contar”, de 2002, García Márquez recordou aquela viagem como a decisão mais importante de sua vida.

Criado pelos avós, ambos exímios contadores de histórias, García Márquez teve com eles as primeiras lições de narrativa. O avô, Nicolás Ricardo Márquez Mejía, um temido coronel que o neto só chamava de “Papalelo”, mostrou-lhe o mundo das relações de poder. A avó, Tranquilina Iguarán, cheia de superstições e histórias de fantasmas, apresentou ao jovem as maravilhas e terrores do folclore. Em dezenas de livros de ficção e não ficção publicados ao longo de seis décadas de carreira, muitos dos quais se tornaram clássicos do século XX, como “Cem anos de solidão”, “O outono do patriarca”, “Amor nos tempos do cólera” e “Crónica de uma morte anunciada”, García Márquez expressou uma visão do mundo que abarcava tanto os meandros da política latino-americana quanto a dimensão fantástica da existência.

A capital de um universo ficcional

Esse estilo começou a se consolidar em seu primeiro romance, “A revoada”, publicado em 1955. Foi nele a primeira aparição da cidade fictícia de Macondo, que criou ainda sob o impacto do regresso a Aracataca. Assim como sua terra natal, Macondo era um povoado colombiano empobrecido, dominado por uma companhia bananeira, mas com um rico repertório de histórias locais. A cidade surgiu em vários outros livros do escritor, como “Ninguém escreve ao coronel” (1961) e “Cem anos de solidão” (1967).

Foi este último que projetou o nome de García Márquez no cenário mundial. Aos 40 anos, ele já havia lançado outros cinco livros de ficção, mas nunca tinha ganhado um tostão com literatura. Mantinha-se como jornalista, primeiro em vários veículos colombianos, como “El Universal”, “El Heraldo” e “El Espectador”, onde aproveitava as horas vagas para escrever ficção (nessa época descobriu Kafka, que o impressionou muito, pois não imaginava que era permitido escrever sobre coisas como um homem que vira uma barata). Depois foi correspondente na Europa, nos Estados Unidos e no México, onde se instalou no início dos anos 60 com a mulher, Mercedes Barcha, e o filho Rodrigo. Na capital mexicana, em 1964, nasceu o seu segundo filho, Gonzalo.

Gabriel Garcia Marquez
Foi nessa época, enquanto conduzia numa estrada mexicana, que o escritor vislumbrou aquela que seria a frase de abertura de “Cem anos de solidão”: “Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo”. Gostava de dizer que, depois disso voltou para casa e trancou-se pelos anos seguintes para escrever o romance que conta a história de sete gerações da família Buendía.

Cem anos de solidão” acompanha a intrincada árvore genealógica dos Buendía, na qual o autor parece se divertir com a repetição de nomes (Aureliano, Amaranta, Remedio, José Arcadio), em uma narrativa repleta de personagens e situações fantásticas: o patriarca José Arcadio, fundador de Macondo; Úrsula Iguarán, a mulher que vive mais de 115 anos; José Arcadio Segundo, único sobrevivente do massacre dos grevistas da companha bananeira de Macondo; Maurício Babilônia, sempre envolto em uma nuvem de borboletas amarelas; ou o cigano Melquíades, cujos pergaminhos preveem glórias e tragédias da família.

Com mais de 30 milhões de exemplares vendidos em cerca de 35 línguas, “Cem anos de solidão” tornou- se não só o livro mais popular de García Márquez, mas também o emblema de uma geração da literatura latino-americana identificada com o rótulo do “realismo fantástico”. A partir de meados dos anos 1960, enquanto o continente ia sendo encoberto pela sombra de ditaduras militares, autores da região alcançaram uma projeção internacional inédita. Além do colombiano, fizeram parte do chamado “boom” da literatura latino-americana escritores como o argentino Julio Cortázar, o mexicano Carlos Fuentes, o cubano Alejo Carpentier e o peruano Mario Vargas Llosa.

Gabriel Garcia Marquez

Sigam-me no BlogLovin'.

Horizonte

E assim se faz uma viagem de regresso pelas estradas da vizinha Espanha, encontrando em cada monte o belo touro que nos admira e nos indica que estamos em terras de nuestros hermanos.


Sigam-me no BlogLovin'.

16 de abril de 2014

Regresso

O regresso custa, mas temos de voltar.
Voltar à realidade.
À vidinha de todos os dias...
As férias não duram sempre, não é?
Aqui vamos nós... de volta.


Sigam-me no BlogLovin'.

Ainda há Neve



Ainda há neve em Andorra.
Apesar do calor dos últimos dias ainda resta alguma coisa.
Eu não me queixo. Está fofa e um bocado mole. É mais fácil para travar e para andar devagar {mesmo como eu gosto}.
Não está boa para andar depressa, mesmo nas pistas rápidas a neve mole trava a velocidade. A neve a descongelar fica empapada e molenga. Não está bom para os profissionais, mas está ótimo para mim que gosto dos meus passeios pela neve e de desfrutar das paisagens.
Não se pode ter tudo. Estar de t-shirt na montanha ao sol é um privilégio. Agora que experimentei ski de primavera dificilmente me deixo convencer a voltar em Janeiro ou Fevereiro. Nessa altura está muito frio, alguns dias nevoeiro, e noutros caem nevões que nos impedem de esquiar ou andar na rua.
Não troco o ski de primavera por nada deste mundo.

Já experimentaram esquiar ao sol?


Sigam-me no BlogLovin'.

15 de abril de 2014

Até já...

Estou exausta. Estes dias na neve cansam.
Vou alí até ao hammam relaxar, recuperar as forças e já volto!


Sigam-me no BlogLovin'.

Cada um ao seu Ritmo


Cada um vai ao seu ritmo, os miúdos, ao ritmo de aprendizagem.
Os campeões, nas suas corridas às pistas vermelhas, pretas e à estância vizinha.
Eu? Ao meu ritmo. Devagar pelas azuis. Parar, admirar a vista soberba, tirar as luvas e registar o que vejo em fotografias. Voltar a por as luvas. Voltar a descer devagar, deslizando, desenhando ziguezagues na neve.
Este é o meu ritmo de ski. Não contabilizo as pistas que fiz, os kilometros percorridos, nem tão pouco a cor das pistas. Gosto de pistas largas, com boa neve e melhor vista. Se a vista é boa gosto de a desfrutar, saborear devagarinho, admirar enquanto inspiro devagar e expiro com força.
É assim que vivo o meu dia de ski e ADORO!
Faço paragens na esplanada. Converso com as outras esquiadores de esplanada. Eu adoro esplanar! Seja na praia, no campo, ou na montanha.
Enquanto uns correm pelas pistas, sobem e descem em alta velocidade, fazem pretas e vermelhas, eu saboreio devagarinho!

Qual o vosso ritmo de ski?


Sigam-me no BlogLovin'.

14 de abril de 2014

Voltar aos skis


Voltar a pôr uns skis.
Regressar às pistas após 11 anos de intervalo.
Foi a primeira gravidez que me fez deixar de ir para a neve; depois foi ter um bebé pequeno. Quando a bebé cresceu voltei a ficar grávida e continuei a não por os pés na neve.
Logo que nasceu o segundo... já sabem, não é? Fiquei grávida do terceiro. Foi assim tipo, sessões contínuas de gravidez e pós parto.
O tempo passa muito rápido e quando os miúdos já têm idade para fazer ski, eu passei 11 anos, 11 anos! Sem por os pés na neve!

Senti um aperto na barriga. Estava apreensiva. Como iria ser? Será que ainda saberia esquiar? Iria começar a cair?
Lá apertei as botas, coloquei os pés nos skis, batons nas mãos e vamos para a frente.
A neve estava boa. Espessa e fofa.
Subi as primeiras cadeiras. Desci a pista verde. Deslizei. Virei. Fiz ziguezagues. Não custou nada.
Segui para uma pista azul. Larga e com neve fofa. Desci sem cair. Senti-me tão bem!
Afinal andar de ski, sempre é como andar de bicicleta: uma vez que se aprenda, nunca mais se esquece!



Sigam-me no BlogLovin'.

13 de abril de 2014

Quatro estrelas na montanha!



Estamos tão bem instalados!
Chama-se Anyós Park e é um complexo de 4 estrelas em La Massana, Andorra.
Oferece quartos, suites familiares, restaurante e complexo Spa.
A comida é variada e em boa quantidade. O simpático staff é 90% português e fazem-nos sentir em casa!

Temos acesso à piscina indoor de água salgada com circuito de águas, banho turco e sauna, assim como a ginásio com máquinas ultra modernas e vista para a montanha.

Oferta variada de aulas de grupo. Foi a minha oportunidade de experimentar o TRX e ficar rendida a esta aula tão completa que trabalha equilibrío, força, amplitude de movimentos e alongamento.







Este post não foi patrocinado, a estadia não foi oferecida (apesar de que não me importasse nada se tivesse sido, que eu não sou esquisita e uma viagem para cinco custa caro!).


Sigam-me no BlogLovin'.

11 de abril de 2014

Montanhas brancas e ski

Finalmente na estância de ski. Aulas diárias de esqui para os miúdos e nós livres para esquiar ao nosso ritmo.
Começaram a dar os primeiros passos numa pista de aprendizagem, passaram para a pista verde no segundo dia, para logo irem para as azuis. De novatos a cair, a grandes esquiadores foram umas horas!
Quem me dera ter aprendido tão rápido quanto os pequenotes!


Respirar o ar da montanha dá-me uma sensação sem par! Ar fresco e limpo como não há igual! Adoro!


Vai uma voltinha de funicular?
Com eles foi com gritos de alegria!

10 de abril de 2014

Neve à Vista!


Viajámos horas e horas de carro até as vislumbras-mos: as primeiras montanhas com neve!
Estavam mesmo por trás de um campo com paineis solares fotovoltaicos. Picos brancos nevados rasgavam as núvens e surgiam junto ao céu.

A excitação aumentou de volume! Os miúdos iam finalmente para a neve!
A prometida surpresa começava a revelar-se!

Longe estava a viagem à Serra da Estrela há dois anos. A primeira vez que viram neve, mas em que não tiveram oportunidade de experimentar o ski. Aqui ia ser uma experiência completa. Férias na neve com aulas de ski incluídas! Iupi!


Sigam-me no BlogLovin'.

9 de abril de 2014

Pelos Caminhos da Vizinha Espanha


Vimos uma paisagem semelhante à portuguesa que deu origem a outra bem diferente.
O mau tempo deu lugar ao sol. O frio deu lugar a temperatura exterior de 25ºC.
Começámos a ver campos de painéis solares. Isto porque nuestros hermanos já são (quase) energéticamente autónomos, graças a enormes campos fotovoltaicos.
Fico a pensar o que andamos nós a fazer, a anos luz do que se passa já aqui, do outro lado da fronteira.
Se continuarmos a comprar fora todos os combustíveis não há austeridade que nos valha. Porque não produzir o que necessitamos? Por que não começar por ter autonomia energética? Imaginam quantos milhões poupariamos? Têm alguma ideia de quanto deixariamos de ter de comprar ao estrangeiro?
Estas questões assaltam-me os espírito emquanto passo por campos e campos cobertos por painéis solares fotovoltaicos.
Mesmo aqui ao lado: na nossa vizinha Espanha.


Sigam-me no BlogLovin'.

Ò Elvas, ò Elvas: Madrid à Vista!

Madrid à Vista!
Nova paragem.
Desta vez na capital espanhola, Madrid.
Aqui iriamos pernoitar para seguir viagem no dia seguinte.
Mas isso só no dia seguinte. Antes disso, a festa alargou: jantarada com amigos em Madrid.
Eramos 3 casais e 8 miúdos pequenos, catorze convivas no total. Uma mesa comprida e cheia!
Um grande rebuliço, maior alegria e o calor do re-encontro.
É o que faz ter amigos nos 4 cantos do mundo!
Onde quer que se vá tem-se gente amiga à espera!

8 de abril de 2014

Pelos Caminhos de Portugal

Vacas
Pelos caminhos de Portugal
Encontrámos tanta coisa linda
Vimos o mundo sem igual.

Os campos não estão cultivados
Pois acabámos há muito
com toda a nossa agricultura

Vimos manadas de vacas;
Rebanhos de ovelhas;
Cabradas de cabras

Tudo foi uma festa!
(E ainda aproveitámos 
para recordar os nomes coletivos)



Vacas a pastar

Aí vamos nós!

E a aventura continua.
Em breve tempo para detalhes!

5 de abril de 2014

Aventura: Primeira Paragem

Primeira paragem: estação de serviço.
A aventura alarga-se.
A partir de aqui já somos 4 adultos e 5 crianças.
A diversão multiplica-se e a algazarra também!

Bye Bye Lisboa


Deixamos Lisboa sob um manto de nevoeiro.
Não conseguimos vislumbrar o Rio Tejo. Com dificuldade reconhecemos os recortes da Ponte 25 de Abril.
A aventura aguarda-nos!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...