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4 de setembro de 2015

Parabéns SAPO!


20 anos não são 20 dias.
O SAPO faz 20 anos e está hoje de parabéns.
Serviço de Apontadores Portugueses foi o seu nome de batismo.

Nasceu como projecto universitário de quatro jovens da Universidade de Aveiro. Foi comprado pela Texto Editora e mais tarde vendido à PT Multimédia.

Acompanhei de perto este projeto, de muito perto! Cheguei até ser convidada para trabalhar nele. Não deixo de pensar onde estaria agora se tivesse aceite esse convite...

Dos 4 fundadores apenas um continua ainda hoje ligado a este projeto - Celso Martinho - hoje General Manager do SAPO.

Desejo ao SAPO muitas felicidades e muitos anos de vida!

Celso Martinho, General Manager do SAPO

2 de setembro de 2015

Google apresenta novo logo

Novo logo Google


A Google apresentou ontem o seu novo logótipo. Mais simples, este logótipo constitui uma evolução do logo de 1998. Uma nova fonte representa o maior motor de pesquisa do mundo, desta vez simples e sem serifas (aqueles bicos no fim das letras).

A Google pretende ser também uma referências em todos os dispositivo móveis. Por isso esta pequena grande diferença. O novo logo tem apenas 305 bytes, enquanto que o antigo ocupava 14 mil.

Inicialmente estranhei, pois são muitos anos a usar diariamente o Google com as suas serifas. Rapidamente ficam a preferir o novo logo já que nunca fui fã de serifas.


Antigo logo Google

23 de maio de 2014

Vida sem Internet



Já imaginaram uma vida sem internet, redes sociais, smartphones e afins?
Eu ainda sou do tempo...
Nunca é tarde para refletir e se for o caso, mudar um pouco o nosso comportamento!

22 de abril de 2014

Conversas lá de casa #3

Conversas dos dois mais novos (6 e 7 anos).
- Mas afinal o Coelho da Páscoa existe, ou não?
- Vamos ver à Internet!

17 de junho de 2013

Democratização da escrita: Cartas e livros vs blogues

Na sequência a comentários no post anterior, a minha resposta tornou-se mais um post que um comentário e por isso aqui vem em formato de post.

Claro que sei que as gerações anteriores escreviam cartas e livros. Mas quantos escreviam livros? E as cartas eram usadas para que fins? Cartas de condolências? Postais de férias? cartas um pouco mais extensas a partilhar detalhes da vida a familiares que estavam geograficamente mais distantes?
São raros os casos, tirando alguns escritores que ficaram na história, que escreviam cartas com os seus pensamentos, pontos de vista sobre o mundo que os rodeava.
Agora existe uma espécie de democratização da escrita, para o bem e para o mal, claro está. Toda a gente pode escrever e partilhar com o mundo. Temos muitos bons textos na Internet, mas muitos maus escritores. Temos de separar o trigo do joio, tanto em qualidade de escrita como de conteúdo. Eu, pela minha parte, apesar de gostar muitos de textos bens escritos, em bom português, escolho quem sigo pelo conteúdo. Pela qualidade do que escreve, em detrimento da correcção da forma. Algumas dessas pessoas que sigo por aqui, admiro pela forma como pensam e pela qualidade do conteúdo que produzem. Possivelmente algumas não são muito letradas, não escrevem com uma gramática muito correcta e nunca teriam a oportunidade de ter um livro publicado. Se não existisse a Internet, não teríamos a oportunidade de conhecer os seus pontos de vista. Neste sentido, considero a Internet uma verdadeira democratização da escrita e da partilha.

9 de junho de 2013

A Liberdade na Internet e o Novo Paradigma de Partilha de Conhecimento.

Quando li esta notícia, percebi que não estou sozinha.
Rick Falkvinge, fundador do primeiro partido pirata do mundo, na Suécia, defende que “A criatividade é hoje mais lucrativa que nunca. Os artistas não têm nenhum problema com a liberdade na rede, quem tem problemas são os distribuidores”.
Eu gostava de ver maior liberdade de partilha na Internet. Gosto de tornar pública muita coisa, como se pode ver neste blog mas também nas minhas contribuições para a Wikipedia e WikiMedia. Gostava de deixar algo às gerações futuras e não tenho problema em oferecer fotografias que tiro a toda a comunidade, colocando-as na WikiMedia. Já tenho algumas. Também ajudo a desenvolver conteúdos para a Wikipedia pois considero importante a construção de uma biblioteca pública, de acesso livre a toda a comunidade. Independentemente do dinheiro que se possa ganhar ou não com conteúdos, os que estiverem na Wikipedia irão possivelmente continuar a existir ao longo do tempo. Considero isso um contributo para o Conhecimento da Humanidade. Uma das características que diferencia o Homem dos animais, é a partilha de conhecimento escrito, gravado em texto ou imagem, fixa ou animada. O que escrevemos, o que pensamos hoje, poderá ser consultado pelos nossos netos e bisnetos daqui a imensos anos. Dá que pensar.
Imagino os meus filhos, daqui a uns anos, quando eu já não andar por cá, poderem ler o que penso e sinto hoje. Para mim isto é uma herança incomparável a qualquer outra.
Podemos conhecer os feitos dos nossos avós. Datas de casamento e óbito. Dificilmente conhecemos o que pensavam. Com a nossa geração tudo será diferente. De certa forma tenho um certo prazer em fazer parte dessa mudança. É bom saber que faço parte de uma geração pioneira em deixar um legado de conhecimento, de sentimentos na primeira pessoa para as gerações seguintes.
E vocês, o que pensam sobre isto?

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