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24 de junho de 2015

Só tenho uma coisa a dizer


Vai estudar ó Relvas!

2 de abril de 2015

Miguel Relvas perde a Licenciatura


aqui o tinha dito e volto a repetir. Portugal está a mudar. Os políticos já podem ser presos e acusados de corrupção.
As licenciaturas forjadas já são anuladas.
Hoje, três anos depois sabemos que Miguel Relvas vai mesmo perder a licenciatura que obteve de forma menos ortodoxa. A Universidade Lusófona obrigada a anular 152 processos de equivalências de licenciaturas, para não fechar.

É caso para voltar a dizer:

Vai estudar Relvas!

13 de dezembro de 2012

Passagem do tempo

Visto o mundo não acabar este mês, fui à minha universidade levantar a 2ª via do meu certificado de habilitações da licenciatura.
Foi um regresso ao passado. Ver o espaço, que já não é o mesmo, e as pessoas.
O chefe da secretaria veio ter comigo. Já sem cabelo, gracejou sobre o tempo não passar por mim e acabamos por constatar que passaram 20 anos. Mais de 20 desde que entrei para a universidade e pouco menos do que quando me licenciei. Uma licenciatura à antiga, de quatro anos. Tirada no século passado.
Encontrei um ex-colega de curso, ex-professor e actual professor de quem por lá anda agora, um três em um. Tudo o mais é diferente. É agora uma universidade moderna do séc. XXI, com instalações a condizer e alunos de agora, não de há 20 anos atrás.

10 de julho de 2012

Licenciatura Express: Novo serviço da Lusófona

Pronto, não me vou conter mais. Apesar de não gostar de política vou mesmo comentar este caso.
O escândalo com a licenciatura do ministro Miguel Relvas.
Já não nos bastava o escândalo com a outra licenciatura, tirada ao domingo pelo ex-primeiro ministro José Sócrates, para agora vermos políticos tirarem licenciaturas por correspondência. Isto é, sem frequentarem aulas, fazerem exames ou simplesmente sem aparecerem em frente aos professores doutores de uma "prestigiada" universidade do nosso país.
Não questiono o "poder" dos senhores professores doutores de darem a alguém equivalência a cadeiras por competências demonstradamente adquiridas na "universidade da vida". Não será esta "universidade da vida" oposta ao que as universidades pretendem fomentar, o saber institucional, sistemático, académico, ponderado, estudado, comparado entre autores?
Não pondo em questão as competências de Miguel Relvas em assuntos de política, gostaria de saber se a Universidade Lusófona já atribuiu equivalências a tantas cadeira, num processo de um cidadão comum, isto é, a alguém não ligado à política e a um dos partidos no poder.
Dito de outro modo, como pode a Universidade Lusófona manter a sua credibilidade, se não existe, ou não se conhece outro caso similar de licenciatura tirada em apenas um ano, por alguém não ligado aos partidos do governo?
Caso este formato seja normal e acessível ao cidadão comum, penso que os meus 20 anos de experiência profissional me possam render uma ou outra licenciatura numa prestigiada universidade portuguesa. Ah! Mas já tenho uma, tirada cadeira a cadeira, durante 4 anos, anterior a Bolonha. Aí se eu soubesse disto tinha evitado tantas horas de estudo e tanto dinheiro gasto em propinas!

Até já. Vou à Lusófona deixar o meu curriculum. Pode ser que em breve tenha mais uma ou duas licenciaturas.
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