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1 de julho de 2013

Crise e prioridades

A crise é real e ninguém o pode negar.
Todos têm menos, alguns não têm nada. Também há quem muito tenha e muito se queixe.
Há quem trabalhe em empresas públicas que sofrem re-estruturações. Fazem greve para defender os "direitos" e o futuro dos filhos. Queixam-se da vida e do trabalho.
... e não é que chegamos à praia e descobrimos que compraram umas mamas novas?
A minha conclusão: com crise ou sem ela, há sempre dinheiro para o que achamos prioritário.

27 de junho de 2013

Dia de Greve

Não faço greve, muito menos greves gerais. Cada um tem a convicção que tem e eu não acredito na greve enquanto forma de negociação. Ah! A greve, não é forma de negociação, é de luta! Pois a luta / guerra é normalmente ganha pelo mais forte. E como se diz na gíria, quem se... lixa é o mexilhão!

No novo quadro de potenciais despedimentos na função pública, vamos ver se vão continuar a fazer tantas greves. É que no sector privado não vejo greves... Só aqueles que têm a certeza, a segurança que NUNCA serão despedidos fazem greve.

Se me revoltam as decisões dos nossos governantes, se me indigna a forma criminosa como têm gasto o nosso dinheiro? A resposta é SIM! Mas acho que em vez de greves, devíamos julgar e condenar os responsáveis pelo estado em que deixaram as nossas vida! Mas esta é apenas a minha opinião, e cada um tem direito à sua!

8 de março de 2013

Por detrás deste dia



No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência, as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

14 de novembro de 2012

Agressão à polícia junto ao parlamento


Respeito todas as pessoas que fizeram greve para defender os seus interesses pessoais. A greve é um Direito nos países democráticos.
Arrancar a calçada portuguesa, atirar as pedras à polícia durante uma hora, lançar petardos não é manifestação, é crime. A nossa polícia ainda é de brandos costumes. Ainda permitiram, que estes homens levassem com as pedras durante uma hora, antes de dar ordem de carregar nos criminosos. Foram avisados, não se queixem. Nas imagens televisivas ainda vemos pessoas que nitidamente estavam "só a ver" e que também foram no arrasto. Ora, senhoras idosas, para quê estar ali na confusão? Não podiam estar em casa a ver pela televisão? Caso não saibam "quem lhe dói os calos não se mete em apertos", já dizia a minha avó.
Para mim é triste ver, também em Portugal, instalada a confusão entre cidadãos a defender os seus interesses e crimes públicos, incitação à violência, destruição dos bens alheios, agressão a agentes da autoridade, incêndios pela cidade.


Ainda sobre a greve

Troco dois lugares de desempregados sem subsídio por lugar de um indignado com os baixos salários e os altos impostos.

Greve Geral

Hoje é dia de greve geral em Portugal e Espanha, e de greves sectoriais em mais 18 países da Europa.
Esta greve é contra a austeridade, aos baixos salários e aos cada vez mais altos impostos.

Eu gosto de viver em democracia. Nasci pouco antes do final da ditadura e não tenho grandes recordações desse tempo. Lembro-me do 25 de Abril de 1974, mas como um dia diferente nas recordações de uma criança muito pequena. O que sei são as histórias que oiço, dos tempos difíceis, da pobreza generalizada e pior, da falta de liberdade de expressão, de não podermos dizer mal de quem nos governa e de quem achamos não estar a fazer um bom trabalho.

Felizmente era criança bem pequena nos tempos da ditadura, nem imagino o que seria euzinha adolescente nesse tempo. Tão contestatária sou, tão senhora do meu nariz, não vejo outra alternativa que não fosse ser presa várias vezes por dizer o que ia na gana. Não gosto que me digam o que devo fazer, o que devo pensar. Aceito sugestões, opiniões desde que me dêem liberdade de pensamento para tomar as minhas próprias decisões. Respeito as opiniões contrárias, desde que também respeitem as minhas.

Posto isto, faz-me muita confusão, repugna-me mesmo, os piquetes de greve. Então essa gente quer impor aos outros as suas decisões, qual regime ditatorial. Não conquistámos o DIREITO à greve com tanto esforço, com tantas lágrimas com um passado menos bonito? Se todos têm o direito de demonstrar a sua indignação fazendo greve, outros também têm o direito de escolher não a fazer. Seja porque não estão indignados, seja porque o desconto de um dia de salário pode significar não conseguir pagar a casa ao banco e perder o lar da sua família  Enfim, seja pelo que for. Se vivemos em democracia e temos o direito de fazer greve, também temos de respeitar o direito de quem a não quer fazer.

18 de outubro de 2012

Atentado à Liberdade de Imprensa


Os jornalistas da Agência Lusa, estão em greve e manifestam-se à porta de agência. A Agência Lusa é a principal agência noticiosa em Portugal e recebe uma indemnização compensatório do Orçamento do Estado pelo serviço público prestado.

A Lusa tem como função redigir e distribuir informação a todos os meios de comunicação social, que pagam por este serviço. Os jornalistas reclamam que um corte de 30% na indemnização compensatória do estado a  esta agência noticiosa leve ao despedimento de muitos jornalistas, que deixarão de poder prestar o serviço público que é a distribuição de informação.

Há muitas formas de calar o povo, de calar quem reclama. O despedimento em massa de jornalistas de principal agência noticiosa em Portugal, é uma delas. Ceifar desta forma esta empresa é calar muitas opiniões, é silenciar muitas vozes de protesto. É um atentado à Liberdade de Imprensa.

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