Hoje consegui a terceira presença no ginásio desde que decidi mudar de vida.
Aproveitei a hora de almoço e fiz máquinas. Desta vez já aumentei um pouco o peso, em todas em que consegui. Sinto o corpo a responder ao estímulo. Já está a custar menos.
Aproveitei também a aula de abdominais. Aqui já me custou bastante mais. Mas vou persistir e chego lá!
Estou orgulhosa de mim! Depois de meses de procastinacão, consegui já treinar três vezes na mesma semana. Quem diria?
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5 de fevereiro de 2015
4 de fevereiro de 2015
Segundo dia do resto da minha vida
Após o ENORME esforça para vencer a preguiça que me tem vinda a dominar nos últimos meses, decidi continuar, assim para não perder a energia do movimento.
Segundo dia e fui.
Custou-me muito menos, tenho de confessar. Como me tinha poupado no primeiro dia, quase não tinha dores musculares. Um pequeno moinha apenas. Comecei mesmo devagar, muito importante quando se está a começar.
Ao segundo dia fui fazer uma aula. Step. Já não a fazia há uns quantos anos...
Estive um bocado a apanhar bonés na coreografia mas não tenho vergonha. Fiz o que pude e como pude. Saí da aula tão, mas tão bem disposta!
A ferrugem que tinha parece ter desaparecido. As minhas costas deixaram de doer. Os músculos deixaram de estar presos.
Simplesmente, comecei a sentir-me mais leve, os movimentos ficaram mais fluidos, sem esforço.
É incrível como um pouco de exercício físico nos pode fazer sentir melhor fisicamente.
Fico a pensar como consegui deixar a preguiça vencer-me durante tanto tempo?
Como pude deixar de fazer o que me faz tão bem?
Como é possível que deixemos a preguiça comandar a nossa vida?
Escrevo isto para poder voltar a ler quando a preguiça me voltar a bater à porta. Irei reler estas linhas para ganhar a motivação para não parar.
Obrigada ginásio, obrigada instrutores por existirem para nos ajudar a ser mais saudáveis.
Eu, aqui prometo, continuar a usufruir dos vossos serviços.
Agradecida.
Segundo dia e fui.
Custou-me muito menos, tenho de confessar. Como me tinha poupado no primeiro dia, quase não tinha dores musculares. Um pequeno moinha apenas. Comecei mesmo devagar, muito importante quando se está a começar.
Ao segundo dia fui fazer uma aula. Step. Já não a fazia há uns quantos anos...
Estive um bocado a apanhar bonés na coreografia mas não tenho vergonha. Fiz o que pude e como pude. Saí da aula tão, mas tão bem disposta!
A ferrugem que tinha parece ter desaparecido. As minhas costas deixaram de doer. Os músculos deixaram de estar presos.
Simplesmente, comecei a sentir-me mais leve, os movimentos ficaram mais fluidos, sem esforço.
É incrível como um pouco de exercício físico nos pode fazer sentir melhor fisicamente.
Fico a pensar como consegui deixar a preguiça vencer-me durante tanto tempo?
Como pude deixar de fazer o que me faz tão bem?
Como é possível que deixemos a preguiça comandar a nossa vida?
Escrevo isto para poder voltar a ler quando a preguiça me voltar a bater à porta. Irei reler estas linhas para ganhar a motivação para não parar.
Obrigada ginásio, obrigada instrutores por existirem para nos ajudar a ser mais saudáveis.
Eu, aqui prometo, continuar a usufruir dos vossos serviços.
Agradecida.
3 de fevereiro de 2015
O resto da minha vida
Há coisas que muito queremos mas não temos coragem, ou força para fazer.
É como querer perder peso, ou deixar de fumar e sempre adiar.
Sou uma pessoa muito determinada. Quando tomo decisões tenho força para as levar em frente.
Já perdi o peso das três gravidezes. Voltei a ter o peso que quero. Sinto-me bem com isso.
Estive sem emprego muito tempo e contei tudo aqui.
Dediquei as minhas forças à procura de um novo emprego e consegui.
Comecei a trabalhar e dediquei-me a 200% ou a 300%, sei lá!
Agarrei a oportunidade com unhas e dentes. Trabalhei até altas horas, durante um verão quase não vi os meus filhos.
Com altos e baixos, ao fim deste tempo mantenho o emprego e isso, é o mais importante.
Acabei por não cuidar de mim. Tentar manter um emprego nos dias de hoje, ser mãe, tratar da casa... Há dias em que é demasiada areia para a minha camioneta.
Nunca mais fui ao ginásio. Ao fim de uns meses voltei a inscrever-me. Consegui manter a rotina durante um tempo, uns quatro meses no máximo. Mas depois parei e não consegui voltar a começar.
Andei a pensar voltar. Preparei o saco mas a cada dia encontrei um motivo para não ir. Uma desculpa, confesso. Hoje, a muito custo, lá consegui vencer a inércia. Essa mulher detestável que até já levou um banco à falência.
Estive a pensar em mil motivos para não ir. Mas à hora de almoço lá consegui bater na preguiça e fui. Meia hora.
Metade de uma hora. Trinta minuto inteiros de luta contra o vicio da inércia.
O que mais custou foi o início, parecia que estava com ferrugem. O corpo já não estava acostumado ao movimento, perdeu a força.
Lá suei que nem uma condenada e lutei para chegar ao fim.
Meia morta, é verdade, mas com a consciência lavada.
Consegui vencer a preguiça que se tinha apoderado por mim nos últimos meses.
E soube muito bem.
Amanhã espero conseguir mexer-me.
Foi apenas um passo, mas foi o que mais custa. O primeiro. Agora estou em movimento e vou continuar. A partir de agora nada será como antes.
13 de abril de 2014
Quatro estrelas na montanha!
Estamos tão bem instalados!
Chama-se Anyós Park e é um complexo de 4 estrelas em La Massana, Andorra.
Oferece quartos, suites familiares, restaurante e complexo Spa.
A comida é variada e em boa quantidade. O simpático staff é 90% português e fazem-nos sentir em casa!
Temos acesso à piscina indoor de água salgada com circuito de águas, banho turco e sauna, assim como a ginásio com máquinas ultra modernas e vista para a montanha.
Oferta variada de aulas de grupo. Foi a minha oportunidade de experimentar o TRX e ficar rendida a esta aula tão completa que trabalha equilibrío, força, amplitude de movimentos e alongamento.
Sigam-me no BlogLovin'.
17 de março de 2014
Ginásio: o regresso
Ainda não contei como correu o meu primeiro dia no ginásio.
Expliquei como tomei a decisão e como logo pela manhã preparei o saco para não ter desculpa ao final do dia.
Vou então contar como foi regressar, ao fim de cerca de uma ano, aos treinos num ginásio.
O tão esperado PIN necessário para entrar chegou por e-mail, após a minha insistência com o ginásio, e depois de informar que se não recebesse o PIN nesse dia, iria cancelar a minha adesão pois começaria a correr na rua.
O bom tempo tem destas coisas, melhora a disposição, ajuda na determinação. Naquele dia eu iria iniciar a actividade física. Se não fosse no ginásio iria correr na rua. Estava decidido.
O final do dia peguei no saco e pus-me a caminho. Ainda foi uma bela caminhada, do trabalho até ao outro clube da rede, que não é aquele em que me inscrevi.
Cheguei lá e o PIN não funcionava... Ao fim de várias tentativas, mostrei o e-mail ao segurança que tomou nota e me deu entrada.
Foi assim pus os meus pés, pela primeira vez, num ginásio low cost da capital.
Perguntei ao segurança onde era o balneário. Ali à esquerda, olhe, siga as mulheres. E segui um mar de mulheres e entrei no vestiário. Cacifos, bancos, duches, em tudo igual a tantos ginásios que já frequentei.
Troquei de roupa, apanhei o cabelo, peguei na toalha e fui para a sala de máquinas.
Desta vez segui uma multidão de homens e mulheres.
Subi as escadas.
Entrei num ginásio enorme! Tão cheio, mas tão cheio de gente, como eu nunca tinha visto...
Era um mar de gente. Um mar de bicicletas todas juntas, um oceano de passadeiras que se tocavam, um mar de elípticas. Todas as máquinas cheias, várias pessoas à espera que cada máquina vagasse.
Nas máquinas de pesos passava-se o mesmo. Todas cheias, e todas com fila de espera!
Olhei em volta. Eram dezenas, não, centenas de pessoas naquele ginásio. Estavam seguramente o triplo das pessoas que as máquinas tinham a capacidade de absorver.
E o som? Não se ouvia música que estaria bem alta com certeza. O som que se ouvia eram os motores das bicicletas, os passos nas passadeiras, tudo multiplicado por dezenas, ou centenas.
Senti-me num manicómio. Não que já tenha estado nalgum para ter termo de comparação. Mas muitas centenas de pessoas a exercitarem-se freneticamente num espaço reduzido, uma ocupação por metro quadrado como nunca vi, excepto num festival de verão, e o som que tudo aquilo produzia... E o cheiro? Já vos falei do odor de 500 pessoas a transpirarem em simultâneo? Hug! É NO-JEN-TO!
Aquilo tem ar condicionado, bem potente por sinal. Nalguns sítios até se sente o vento no lombo. Mas, ainda assim, insuficiente para renovar o ar onde 500 almas transpiram as estopinhas.
Ainda não tinha plano de treino. Vi uma bicicleta livre e corri. Antes que alguém a visse primeiro!
Comecei o meu aquecimento. Ia olhando para as máquinas de pesos. Continuavam todas ocupadas, havia gente à espera junto a cada uma...
Pensei: como é o primeiro dia, vou só fazer uma ou duas séries em cada máquina. Experimento cada uma e basta-me. Só quero mesmo que o corpo se lembre dos exercícios.
Quando terminei o aquecimento fui para as máquinas. Isto é, fui esperar para o pé das máquinas. Lá vagou uma. Fiz uns exercícios de pernas. Fui tentar fazer outra, mas todas as máquinas já tinham alguém à espera. Procurei uma que não tivesse ninguém à espera e aguardei. Fiz uns exercícios de ombros. Quase nada pois provocava-me estalidos no cotovelo. Tentei mudar de máquina mas todas estavam cheias. Lá fiquei à espera. Consegui mais uma ou outra máquina, mas as esperas eram tão longas que as minhas pulsações já estavam baixas, como se estivesse em repouso e não em treino.
Fui para um colchão gigante fazer abdominais. Aproveitei e fiz os meus alongamentos finais.
Dei uma volta pelo ginásio e encontrei três estúdios onde decorriam aulas, todos a abarrotar.
Senti-me mesmo uma utente de manicómio!
Nunca vi nada assim. E não me levem a mal, eu até sou daquelas que gosta de ginásios. Mas nunca tinha estado em nenhum assim...
Bem vinda a um ginásio low cost! Tão bom, não é?
Expliquei como tomei a decisão e como logo pela manhã preparei o saco para não ter desculpa ao final do dia.
Vou então contar como foi regressar, ao fim de cerca de uma ano, aos treinos num ginásio.
O tão esperado PIN necessário para entrar chegou por e-mail, após a minha insistência com o ginásio, e depois de informar que se não recebesse o PIN nesse dia, iria cancelar a minha adesão pois começaria a correr na rua.
O bom tempo tem destas coisas, melhora a disposição, ajuda na determinação. Naquele dia eu iria iniciar a actividade física. Se não fosse no ginásio iria correr na rua. Estava decidido.
O final do dia peguei no saco e pus-me a caminho. Ainda foi uma bela caminhada, do trabalho até ao outro clube da rede, que não é aquele em que me inscrevi.
Cheguei lá e o PIN não funcionava... Ao fim de várias tentativas, mostrei o e-mail ao segurança que tomou nota e me deu entrada.
Foi assim pus os meus pés, pela primeira vez, num ginásio low cost da capital.
Perguntei ao segurança onde era o balneário. Ali à esquerda, olhe, siga as mulheres. E segui um mar de mulheres e entrei no vestiário. Cacifos, bancos, duches, em tudo igual a tantos ginásios que já frequentei.
Troquei de roupa, apanhei o cabelo, peguei na toalha e fui para a sala de máquinas.
Desta vez segui uma multidão de homens e mulheres.
Subi as escadas.
Entrei num ginásio enorme! Tão cheio, mas tão cheio de gente, como eu nunca tinha visto...
Era um mar de gente. Um mar de bicicletas todas juntas, um oceano de passadeiras que se tocavam, um mar de elípticas. Todas as máquinas cheias, várias pessoas à espera que cada máquina vagasse.
Nas máquinas de pesos passava-se o mesmo. Todas cheias, e todas com fila de espera!
Olhei em volta. Eram dezenas, não, centenas de pessoas naquele ginásio. Estavam seguramente o triplo das pessoas que as máquinas tinham a capacidade de absorver.
E o som? Não se ouvia música que estaria bem alta com certeza. O som que se ouvia eram os motores das bicicletas, os passos nas passadeiras, tudo multiplicado por dezenas, ou centenas.
Senti-me num manicómio. Não que já tenha estado nalgum para ter termo de comparação. Mas muitas centenas de pessoas a exercitarem-se freneticamente num espaço reduzido, uma ocupação por metro quadrado como nunca vi, excepto num festival de verão, e o som que tudo aquilo produzia... E o cheiro? Já vos falei do odor de 500 pessoas a transpirarem em simultâneo? Hug! É NO-JEN-TO!
Aquilo tem ar condicionado, bem potente por sinal. Nalguns sítios até se sente o vento no lombo. Mas, ainda assim, insuficiente para renovar o ar onde 500 almas transpiram as estopinhas.
Ainda não tinha plano de treino. Vi uma bicicleta livre e corri. Antes que alguém a visse primeiro!
Comecei o meu aquecimento. Ia olhando para as máquinas de pesos. Continuavam todas ocupadas, havia gente à espera junto a cada uma...
Pensei: como é o primeiro dia, vou só fazer uma ou duas séries em cada máquina. Experimento cada uma e basta-me. Só quero mesmo que o corpo se lembre dos exercícios.
Quando terminei o aquecimento fui para as máquinas. Isto é, fui esperar para o pé das máquinas. Lá vagou uma. Fiz uns exercícios de pernas. Fui tentar fazer outra, mas todas as máquinas já tinham alguém à espera. Procurei uma que não tivesse ninguém à espera e aguardei. Fiz uns exercícios de ombros. Quase nada pois provocava-me estalidos no cotovelo. Tentei mudar de máquina mas todas estavam cheias. Lá fiquei à espera. Consegui mais uma ou outra máquina, mas as esperas eram tão longas que as minhas pulsações já estavam baixas, como se estivesse em repouso e não em treino.
Fui para um colchão gigante fazer abdominais. Aproveitei e fiz os meus alongamentos finais.
Dei uma volta pelo ginásio e encontrei três estúdios onde decorriam aulas, todos a abarrotar.
Senti-me mesmo uma utente de manicómio!
Nunca vi nada assim. E não me levem a mal, eu até sou daquelas que gosta de ginásios. Mas nunca tinha estado em nenhum assim...
Bem vinda a um ginásio low cost! Tão bom, não é?
13 de março de 2014
Regresso à vida ativa
Prometi, cumpri.
Ontem prometi que ia MESMO começar a praticar exercício físico.
Tomei a decisão logo de manhã. Já andava a amadurecer a ideia há algum tempo.
Mas sou assim. Eu não tento. Preparo-me psicológicamente para o que quero fazer, e quando decido é para fazer.
Tenho andado a beber inspiração com a Catarina e com a Sofia, entre outras.
Ontem foi o dia. Preparei logo o saco de ginástica pela manhã. Verifiquei se estava tudo completo.
O ginásio onde me inscrevi há 6 meses ainda não abriu! Vão adiando a data de abertura e o tempo a passar. O mau tempo deste inverno tirou-me a vontade de fazer o que ultimanente se tinha tornado um excelente hábito: correr ao ar livre.
Quando paramos é terrível! Somos como que mordidas pelo bicho da inércia, que nos impede de retomar a activiade, nos faz adiar tomar as decisões que queremos.
A falta de tempo é uma boa desculpa. Na verdade a mais utilizada por todos os sedentários. Há que ter vontade e organização.
Contava como aproveitava os curtos momentos para correr. Quando levava os miudos às actividades extra-curriculares, ou em todos os tempos de espera.
A verdade é que desde que abracei o novo emprego, dediquei-me completamente e deixei que interferisse na minha vida pessoal, não deixando tempo para coisas fundamentais.
As coisas não mudaram, nem estão melhores. Apenas a minha atitude mudou. Decidi encaixar na minha vida a actividade física. Se me vai custar, especialmente no início? Vai. Mas depois de ganhar o hábito vai ser uma fonte de prazer e bem estar.
O ginásio onde me inscrevi, para tentar não perder os futuros clientes, ofereceu a possibilidade de treinarmos noutro ginásio da rede, até o nosso estar a funcionar.
Os motivos que nos levam a escolher um ginásio em particular têm muito a ver com a sua localização. Logo, a frequência de outro local, não nos é muito conveniente.
Ainda assim, decidi que tinha mesmo de começar, pois começar é o mais difícil.
Pedi então para me darem acesso a outro ginásio da rede. Não obtive resposta ao meu e-mail. Não desisti.
Contactei novamente o ginásio e expliquei que tinham de me dar acesso nesse dia, pois caso contrário iria começar a correr na rua e desistiria da frequência daquele ginásio.
Apesar das dificuldades levantadas, passado pouco tempo tinha no meu e-mail o tão esperado PIN, que me permitia entrar no ginásio.
Com a dose de motivação renovada, ontem escolhi um almoço leve, nutritivo e com poucas calorias: uma colorida salada de frango e ovo cozido.
Soube-me divinalmente!
Ao fim do dia, peguei no saco e fui para o ginásio!
Ontem prometi que ia MESMO começar a praticar exercício físico.
Tomei a decisão logo de manhã. Já andava a amadurecer a ideia há algum tempo.
Mas sou assim. Eu não tento. Preparo-me psicológicamente para o que quero fazer, e quando decido é para fazer.
Tenho andado a beber inspiração com a Catarina e com a Sofia, entre outras.
Ontem foi o dia. Preparei logo o saco de ginástica pela manhã. Verifiquei se estava tudo completo.
O ginásio onde me inscrevi há 6 meses ainda não abriu! Vão adiando a data de abertura e o tempo a passar. O mau tempo deste inverno tirou-me a vontade de fazer o que ultimanente se tinha tornado um excelente hábito: correr ao ar livre.
Quando paramos é terrível! Somos como que mordidas pelo bicho da inércia, que nos impede de retomar a activiade, nos faz adiar tomar as decisões que queremos.
A falta de tempo é uma boa desculpa. Na verdade a mais utilizada por todos os sedentários. Há que ter vontade e organização.
Contava como aproveitava os curtos momentos para correr. Quando levava os miudos às actividades extra-curriculares, ou em todos os tempos de espera.
A verdade é que desde que abracei o novo emprego, dediquei-me completamente e deixei que interferisse na minha vida pessoal, não deixando tempo para coisas fundamentais.
As coisas não mudaram, nem estão melhores. Apenas a minha atitude mudou. Decidi encaixar na minha vida a actividade física. Se me vai custar, especialmente no início? Vai. Mas depois de ganhar o hábito vai ser uma fonte de prazer e bem estar.
O ginásio onde me inscrevi, para tentar não perder os futuros clientes, ofereceu a possibilidade de treinarmos noutro ginásio da rede, até o nosso estar a funcionar.
Os motivos que nos levam a escolher um ginásio em particular têm muito a ver com a sua localização. Logo, a frequência de outro local, não nos é muito conveniente.
Ainda assim, decidi que tinha mesmo de começar, pois começar é o mais difícil.
Pedi então para me darem acesso a outro ginásio da rede. Não obtive resposta ao meu e-mail. Não desisti.
Contactei novamente o ginásio e expliquei que tinham de me dar acesso nesse dia, pois caso contrário iria começar a correr na rua e desistiria da frequência daquele ginásio.
Apesar das dificuldades levantadas, passado pouco tempo tinha no meu e-mail o tão esperado PIN, que me permitia entrar no ginásio.
Com a dose de motivação renovada, ontem escolhi um almoço leve, nutritivo e com poucas calorias: uma colorida salada de frango e ovo cozido.
Soube-me divinalmente!
Ao fim do dia, peguei no saco e fui para o ginásio!
4 de junho de 2012
Ida ao ginásio, ou o tempo chega para o que valorizamos
Depois de passar o inverno a fazer correr ao ar livre, achei que chegara a altura de me voltar a inscrever no ginásio para completar o meu treino.
Aproveito para correr quando levo a minha mais velha à ginástica. Os treinos não podem ser assistidos e aproveito para cuidar do meu bem estar e da minha saúde enquanto espero por ela. Quando chove muito troco a corrida pela leitura de um livro, e aí também cuido do meu bem estar intelectual.
Ser mãe de 3, condiciona-nos as escolhas. Mas não impossibilita ter vida própria. É tudo uma questão de organização. Se arranjamos tempo para levar os nossos filhos às suas actividades desportivas, porque não arranjar tempo para cuidar de nós? Melhor ainda, porque não usar o mesmo tempo das actividades dos filhos para as nossas próprias actividades? É tudo uma questão de escolhas. Como em tudo na vida. Posso escolher ir para o carro ler o jornal, ficar na conversa com os outros pais, ou fazer algo por mim. Tenho escolhido correr.
Agora sinto a necessidade de complementar com um treino de força. Não podemos ter os músculos tonificados, firmes e fortes sem este tipo de treino. Principalmente nos membros superiores, já que com a corrida sempre vamos trabalhando os inferiores.
Voltei então a inscrever-me num ginásio onde estou a treinar musculação para ajudar à tonificação muscular que desejo. Ao fim de um tempo adormecidos, voltei a conseguir distinguir os meus músculitos. Gosto de ver os músculos no lugar em que devem estar. Definidos. Pernas e braços torneados. Isto só se consegue com um treino de força. O resultado será o que desejarmos e para o qual trabalharmos: apenas definição ou hipertrofia (aumento do seu volume). Eu prefiro a definição sem grande aumento de volume.
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