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14 de março de 2020

Isolamento social - Dia 1

Isolamento social em casa

Hoje saí à rua.
Fui ao supermercado comprar os frescos que se vão gastando.
Carne, iogurtes, fruta. Pouca coisa. Assim pretendo continuar a fazer. Enquanto for possível.
Não compro grandes quantidades.Vou comprando o que preciso. Escolho as horas de menor afluência. Hoje fui à hora de almoço.

Estavam poucas pessoas no supermercado de bairro. Ainda encontrei conhecidos. Os pais dos colegas dos meus filhos fizeram o mesmo que eu. Ficamos a conversar sobre os filhos, ... e a atual situação. Todos à distância de 2m. Muito estranho!

Segui a minha lista. E verifiquei muitos produtos em falta nas prateleiras: lexivia, álcool, papel higiénico, nem vê-los. Felizmente não precisava de comprá-los.

O mais difícil foi não tocar na cara. Tomei consciência das centenas de vezes que preciso mexer nos olhos, coçar o nariz e levar as mãos à cara. Um tormento. Foi a coisa mais complicada. Cheguei a casa, pousei as compras e fui direita à casa de banho. Lavei as mãos até aos cotovelos. Lavei a cara, depois de ter consciência das vezes em que lhe toquei, enquanto estava na rua.

Parece pouco o que nos pedem, ficar em casa. E é pouco, comparado com o que foi pedido aos nossos país e avós - ir para a guerra. Mas para nós, seres do mundo do século XXI, habituados a ter tudo o que queremos na palma da nossa mão, é muito.

É difícil não tomar o pequeno almoço fora. Complicado privarmo-nos da nossa bica no café do costume. E cancelar os jantares de amigos? E o brunch que estávamos a organizar com os amigos, não é Sónia? E o aniversário do meu filho do meio, na próxima semana?

A verdade, é que a vida como a conhecíamos se desmoronou por entre os nossos dedos. Temos de voltar a encontrar-nos no meio deste caos. Temos de rever as nossas prioridades. Resguardar a nossa saúde e a dos que nos estão próximos. Ter comida suficiente em casa. Sair o mínimo possível.

A partir daqui, construir novas rotinas diárias. Para nós, para os nossos filhos.

Como estão a conseguir adaptar-se ao isolamento social?



22 de setembro de 2016

Dizem que começa hoje


Bem vindo Outono!


Sim, ainda o escrevo com letra maiúscula, pois foi assim que a minha super professora da escola primária, Maria Emília, me ensinou.

A ela devo muito. Devo a forma como escrevo, hoje (quase) sem erros. Na verdade, hoje, os erros devem mais à pressa, aos teclados e aos corretores ortográficos do que à ignorância. Graças a ela aprendi a escrever corretamente. Não foi um caminho fácil.

Nunca poderei esquecer o dia que dei a mão à palmatória. Na verdade foi a uma régua comprida que a professora Maria Emília manejava com mestria, fruto de muitos anos de experiência.

Andava na Terceira Classe, hoje rebatizada de Terceiro Ano. O desafio era um ditado em que não se podiam dar erros. O castigo, uma reguada por cada erro acima dos cinco. Foi uma manhã tenebrosa. O meu veredito foram 11 (Onze!) erros. Um a um, os meus colegas caminharam em direção à mesa da professora. Levaram uma, duas reguadas. Ainda me estou a ver chegar junto à professora Maria Emília, fixar a palma da mão enquanto os dedos eram firmemente seguros e aquela régua estalava na minha mão, seis vezes!

Não sabia que uma mão podia latejar de dor. Mas aquela latejou toda a manhã, todo o dia. Não sei nem se tive coragem de contar aos meus pais. Não senti raiva, só vergonha Morri de vergonha por ter 11 erros no ditado.




19 de maio de 2016

Apresento-vos o Fly


Amigos, quero apresentar-vos o Fly.
Um pequeno pardal que vai passar uns dias cá em casa, até ser forte o suficiente para viver livre na natureza.

13 de novembro de 2015

De volta sem nunca ter partido

Durante todos os anos de blog nunca estive tanto tempo ausente.
Há no entanto alturas que não apetece escrever.

Decidi abrir este blog para celebrar a vida e registar as coisas boas que ela oferece.

Infelizmente passei um período menos bom da minha vida, onde não encontrei forças para procurar as coisas positivas para escrever, nem quis registar as negativas.

Acredito que o que registamos acompanha-nos ao longo da vida e, acreditem, não quero que os últimos dois meses me acompanhem para lugar algum.

Estou de volta!
Com renovada vontade de escrever sobre as mil e uma coisas que me preenchem a vida. Umas sérias, outras nem por isso; umas interessantes e outras nem tanto; umas dramáticas, outras divertidas, umas importantes, outras fúteis. Porque todas fazem parte da VIDA.

Vida que preso cada vez mais e que celebro a cada dia!

8 de abril de 2015

Desajeitada

Hoje li este post da Catarina e gostei tanto mas tanto dela! É tão bom quando nos deparamos com pessoas genuínas. Pessoas que não tentam mostrar o que não são, espelhar num blog a vida perfeita que não têm.

Todos temos defeitos e eu tenho tantos! Identifico-me tanto com este texto. Eu sou tão desajeitada e distraída. Ando sempre à procura do cartão multibanco. Saio de casa umas três vezes voltando sempre para trás. Ora faltam as chaves do carro, ora falta o telemóvel. Sem chaves não consigo sair mas quantas vezes não deixo o telemóvel em casa, esquecido a carregar!

Sou assim e tenho alguma vergonha nisso. Olhamos para os outros e não vemos os seus esquecimentos. Os nossos lembramo-nos de cor e não perdoamos.

E as gralhas? Escrevo muito rápido pois as ideias fervilham na minha cabeça. Quando escrevo uma ideia já estou a formular as duas seguintes. Quantas vezes escrevo duas palavras numa? As gralhas a que isto dá origem são inacreditáveis! Saber que não estou sozinha deixa-me em paz comigo. Afinal não é uma falta tão grave. Afinal é um mal que atinge outras bloggers. E jornalistas e escritoras!

Afinal ser desajeitada não é um exclusivo meu. Deixo de ser assim tão especial e passo a ser apenas uma desajeitada como as outras. Reconfortante.



13 de fevereiro de 2015

História Horripilante

Há bebés que choram com cólicas, para desespero dos pais. Eu não sei o que é isso. Juro. Os meus três filhos nunca choraram com cólicas. Parece incrível mas é verdade.
Bom, não me invejem por isso. Todos são diferentes e os meus choravam com birras de sono. A mais velha tinha horas certas para dormir. Caso isso não acontecesse, já sabíamos, íamos ter birra de sono!
Sempre que as rotinas se alteravam, se saiamos mais tempo, o dia acabava com uma birra. Até adormecer. De cansaço.
Os mais novos foram bastante mais fáceis. Ainda assim, as horas de dormir têm de ser respeitadas.
Ontem foi um dia intenso. Desfile de Carnaval com a escola. O dia inteiro mascarados a brincar. Aniversário da avó. Brincadeiras com os primos depois da escola. À hora de jantar já estavam todos derreados. Olhos vermelhos, deitados pelos sofás. Primos abraçados. Saímos às nove e meia, pouco mais tarde que a hora normal de dormir, entre as oito e meia e as nove.
A chegada a casa foi um festival. Trocar de roupa para vestir o pijama, uma aventura. Choro. Doíam os pés. Muito choro. Muitos mimos, muitas festinhas. Muitas massagens nos pés. Muito choro. Doíam muito. Pois, eu sei. São dores de crescimento, eu sei. Estás a crescer muito. Tomou paracetamol. Deitei-me com ele. Sempre a massajar os pés. Ele chorava. Eu no escuro comecei a contar uma história. Uma derivação do capuchinho vermelho inventada na hora. Muito choro.
- Mamã, pára de contar essa história HORRIPILANTE! Mais choro.
Foi assim até adormecer. De cansaço.
Os mais velhos vieram ver o bicho. Estaria mesmo a dormir?
- Mamã, história HORRIPILANTE?
E muitas gargalhadas! Não sei mesmo onde foi buscar a história HORRIPILANTE mas no meio da birra de sono e dores de crescimento, foi o que lhe saiu.

Moral da História: Nunca invejem alguém por ter algo que querem (ou não ter algo que não querem), nem imaginam o que também possa vir no pacote.

2 de fevereiro de 2015

O Primeiro Dia

Hoje dei uma grande passo.
Tornei este o primeiro dia do resto da minha vida.
Há coisas que sabemos que precisamos fazer mas não fazemos.
Coisas que queremos mas que sempre adiamos. Queremos mas não queremos.
Queremos mas não arranjamos forças para iniciar.
Sabemos que quando começarmos não haverá volta a dar.
O que é feito fica feito.

19 de janeiro de 2015

Dia mais Triste do Ano?


Acabei de ler que hoje terá sido o dia mais triste do ano.
No meu caso, nem por sombras!
Tive na passada semana um par de dias bem piores que hoje. Se não foram os piores deste ano, não quero nem ver esses dias! Que a Vida me dê força e paciência!

Vamos por partes.

1 - Não odeio as segundas feiras.
São para mim um dia como outro qualquer. Não começo a semana a pensar no fim de semana. Tento viver cada dia o melhor que consigo.

2 - Hoje esteve sol.
Ao contrário do fim de semana, hoje esteve um dia lindo de sol. Frio mas solarengo. Só isso já melhora a minha disposição em p'r'aí uns 1000%!

3- Os meus filhos estão bem de saúde
Eles estão bem e eu estou bem. Passou a ser assim desde que fui mãe.

4 - As coisas no trabalho vão bem.
Depois de um ano de 2014 bem difícil, as coisas encarreiraram. Ano novo, vida nova. Tenho nova chefia e desta vez posso dizer que é cinco estrelas. Já tinha saudades!

Pior Dia do Ano?

Estas afirmações valem o que valem.
Para mim, nada!

Tenho dias bons, outros nem por isso.
Tento viver o melhor que posso e consigo.
Um dia de cada vez.
Este não foi seguramente o pior dia deste ano.
Só posso, no entanto, desejar que todos os que aí vêem sejam ainda melhores!

A boa notícia? É que o dia mais triste do ano foi inventado por uma empresa. Não acreditem em tudo o que lêem!




28 de novembro de 2014

Tempestades

Atravessar a intempérie. Chegar a casa intacta, depois de passar por vários acidentes na autoestrada. Choque em cadeia, despistes, trânsito infernal.

Era mesmo um bom dia para ficar em casa. A beber chá quente.

Em vez disso tive de voltar a sair. Motivos menos bons.

Um velório. Uma outra face da vida. Para os bons e para os piores momentos. Temos de ser uns para os outros. Apoiar os que nos são próximos.

29 de agosto de 2014

A Vida pode mesmo ser uma P*

Ninguém pode dizer que está bem.
Quando as coisas parece que estão a correr bem, quando a vida começa a andar mais calma, sem sobressaltos, levamos com um balde de água fria.

Sem saber de onde vem, sem podermos nem antecipar os acontecimentos levamos um murro no estômago. Ficamos sem respirar. Ofegamos ao de leve. O chão, esse, parece que nos foi retirado debaixo dos pés.

Assim é a vida, com momentos bons, com momentos muito maus. Uma montanha russa, cheia de sobressaltos. E eu, nunca gostei de montanhas russas.

Parece que voltei a uma.
Dá voltas e regressa onde já estivemos. Voltamos a ver o mesmo filme que já vimos e que nunca mais queríamos ver.

Por agora é isto. Mais tarde, podemos ter um novo filme. Eu cá prefiro os de final feliz.

21 de agosto de 2014

Velório e constatações sobre o fim da vida

Chegar a casa gelada depois de um noite de velório em Agosto.
O frio era outonal. O vento soprava cortante. Tenho de admitir que tive de vestir pijama de calças e manga comprida e ainda calçar umas meias, para conseguir adormecer.
Frio com constatações sobre a efemeridade da vida não combinam, ou então até combinam demasiado!

Sempre achamos que as pessoas que sempre cá estiveram, que já cá estavam quando nascemos, que nos viram crescer vão cá estar para sempre. Um dia percebemos que não. Constatamos que tudo tem um fim, até nós.

São estes momentos que me ensinam a viver intensamente o presente. A aproveitar e a ser grata pelo que tenho. Pois um dia, não mais estarei por cá e o que levarei serão as minhas vivências. Tudo o que for material fica, não faz parte de nós.

Também foi um serão com alegrias. Como sempre nestes momento encontramos quem não vemos há décadas. Neste caso, para mais de 25 anos! Quem me viu crescer e que agora encontro com cabeleiras brancas, ou mesmo já sem fio de cabelo! Nalguns casos o reconhecimento é difícil.
- Só percebi quem eras quando te vi ao lado do teu pai!
E nestes momentos voltamos a ser a filha de.

Com constatações sobre a vida e com o fim que um dia nos baterá à porta, terminamos o dia ainda com mais vontade de aproveitar a vida!

12 de agosto de 2014

Não façam isto em casa

Como já contei aqui, tenho andado mal disposta. A cabeça a andar à roda, tonturas, uma má disposição não identificada.
Perguntei se alguém tinha pistas. Realmente houve alguém que acertou.

Não, não está a caminho o 4º bebé!
E com isto o meu blog já perdeu metade do interesse!

Felizmente, também não é o síndrome vertiginoso, mal de que já sofri mas parece que ultrapassei. Mas isso é uma longa história e fica para outra altura.

Foi a conversar com a senhora minha mãe que ela me fez uma sugestão.
Conhecendo bem a minha baixíssima tensão arterial desde longa data, desde criança na realidade, sugeriu-me:
- Já experimentaste por uma pedra de sal na boca?
É verdade que sempre sofri de tensão extremamente baixa. Aos 13 anos fui a um médico pedir-lhe que me aumentasse a tensão, ao que o médico me respondeu que os médicos só baixam a tensão, não a aumentam. Que tensão baixa significa muita saúde e longevidade.
- Mas e as minhas tonturas? No verão quase caio quando rodo a cabeça!
Então o médico recomendou-me que bebesse um café por dia, quando me sentisse assim.
Eu, detestava café. Comecei por o tomar como um medicamento, tapando o nariz e bebendo um copo de água por cima!

Hoje adoro café!

Voltando à minha indisposição. Sem muita fé, fiz o que a minha mãe me sugeriu. Pus uma pedra de sal grosso na língua. Imediatamente, a minha cabeça deixou de andar à roda, as tonturas passaram.
Era mesmo uma crise de tensão baixa! Quando a tensão está assim tão baixa deixamos de conseguir pensar, de ter discernimento. Eu conheço bem este truque do sal, mas no estado em que estava nem me conseguia lembrar dele.
- Obrigada mamã por me conheceres tão bem e conseguires ajudar-me quando o meu cérebro deixa de funcionar!

Não façam isto em casa!
Não façam mesmo. Cada um é diferente e eu sofro mesmo de tensão extremamente baixa! Com um pouco de sal consigo levantar a tensão e ficar bem. Quem tenha uma tensão alta ou mesmo normal, vai aumentar demasiado a tensão e hipertensão é muito perigoso.
É caso para dizer que remédio que funciona com uma pessoa pode matar outra!

10 de agosto de 2014

Mal disposta

Há dois dias que ando mal disposta, com a cabeça a andar à roda.
Invariavelmente termino o dia enterrada no sofá, com os olhos fechados e à espera que isto passe.
Alguma pista?

5 de agosto de 2014

Conversas lá de casa #5

A alergia deixa-me os olhos (muito!) sensíveis.
Não me deixa usar lentes de contacto.
Ando com os meus óculos pretos que normalmente só uso depois de tirar as lentes, antes de me deitar e de manhã, antes de por as lentes.
O meu mais novo, olha para mim admirado.
- Mamã, porque estás com os óculos de dormir?

Assim ficamos a saber o que vai na sua cabeça, eu uso os óculos para dormir!

17 de julho de 2014

Conversas lá de casa #4

Estava a deitar o meu filho do meio.
No meio de beijos, abraços e  festinhas digo-lhe:
- Gosto de ti até ao infinito!
- Mamã, infinito não é um número!
- Não?!
- Infinito é um Amor que não acaba mais!
Glup! Ouvir isto de um filho de sete anos é assim... de deixar de respirar e ficar a pairar numa nuvem!

11 de julho de 2014

O melhor do meu dia #2

Acordar com o filho do meio na minha cama.
Receber os seus abraços mesmo antes de despertar.
Sentir um beijo ao mesmo tempo que oiço:
- Mamã, adoro-te!
Há melhor maneira de começar o dia?

23 de junho de 2014

Somos pobres mamã?

O meu filho do meio perguntou-me.
- Porque perguntas isso?
- Porque não temos dinheiro.
- Sabes, com a crise todas as pessoas têm pouco dinheiro. Não quer dizer que sejam pobres. Temos o que precisamos. Comida. Uma casa grande.
Esta forte noção de realidade tão presente numa criança de sete anos por vezes preocupa-me. Gostava que fosse mais inocente. Tem tempo para ser responsável. Tento amenizar.
- Lembras-te dos teus amigos na tua festa de anos dizerem que tinhas uma casa grande? As casas deles são mais pequenas. A nossa casa é maior que a maioria das casas dos teus colegas da escola.
- Pois foi mamã. A nossa casa é maior?
Temos uma casa que foi cara. Não é nossa pois devemos o seu valor ao banco. Passámos a pagar com muita dificuldade quando o desemprego duplo nos bateu à porta, quase ao mesmo tempo. Foi quando nasceu o mais novo.
É esta casa que não é nossa, mas que não podemos vender. A casa que o ministério público não deixa vender, pois acha que a sua construção foi licenciada pela Câmara em terrenos com outros fins. Enfim, problemas da Câmara e do construtor que agora nos batem à porta. A casa que comprámos legalmente. Com registos provisórios e definitivos. Da qual pagámos IMT, pagamos IMI. Mas que não é nossa, nem a podemos vender.
Mas está em nosso nome.
Por causa do seu valor, nas alturas mais complicadas, nunca recebemos nem 1€ de abono de família, nem de apoios sociais. Na escola pública, pagamos as senhas de refeição com o preço normal. Nunca tivemos qualquer apoio por termos esta casa em nosso nome.
Se pudesse regressar ao passado o que não voltaria a fazer era comprar uma casa. Alugava e se deixasse de poder pagar, mudava para uma mais pequena. Teria outra flexibilidade que agora não tenho.


17 de junho de 2014

Estado de Espírito em Portugal


Ontem os portugueses estavam eufóricos, hoje estão neste estado.
O jogo contra a Alemanha arrasou com a moral da equipa e dos Portugueses.

Há que levantar a cabeça e continuar o caminho.
É óbvio que se a seleção tivesse ganho eu teria ficado satisfeita.
Mas não ganhou.
Vou ficar triste por algo que não é da minha responsabilidade, não está ao meu alcance?
Não vou. Não!

Eu vou cuidar da minha Vida e os jogadores e treinador que cuidem da sua, que são pagos para isso.


13 de junho de 2014

Resultados Exames 4º Ano!

Estou que nem posso!
A minha filha mais velha recebeu hoje as notas dos Exames Finais do 4º ano de Português e Matemática e teve 5 a cada uma das disciplinas!
Este é o resultado de muito trabalho pois começou o ano com um suficiente.
Por agora tenho um sorriso de orelha a orelha e vou ficar a digerir esta felicidade!

11 de junho de 2014

Parabéns para mim!

Parabéns para mim.
Há um ano a minha vida mudou. Para melhor.
Consegui o que muito ansiava. Senti uma alegria tão grande que quase me rebentava o peito.

Ultimamente o motivo de tanta alegria também tem sido motivo de tristeza.
Hoje recordo a alegria que senti para me dar forças e procurar uma ponta de alegria.
Parabéns para mim!
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