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3 de abril de 2014

Só hoje: Aguenta mais!

Comovi-me com este post.
Tocou-me pois sinto na pele a dicotomia de desejar manter um emprego e o sentimento de perda da vida dos meus filhos.
Ontem foi um dia muito importante para eles. Os dois mais velhos tiveram uma audição de violino.
Eu tive de escolher, entre manter o emprego, ou fazer parte da vida dos meus filhos.
Nunca fui alcoólica mas agora compreendo quem faz parte do Alcoólicos Anónimos. Todos os dias digo para mim mesma. - Hoje não me vou despedir! Hoje vou conseguir resistir ao desejo do meu corpo, do meu cérebro que diariamente me ordenam: - Despede-te! - Vai-te embora! - Não engulas mais sapos! - Tu não mereces isto!
E eu penso. Penso que não mereço mas que tenho de ter força e aguentar, pelo bem estar dos meus filhos. É bom poder ir ao supermercado e comprar o que é preciso. É bom poder ir comprar os ténis para substituir os que lhes deixaram de servir na última semana.
Todos os dias digo a mim mesma: - Só hoje, tem força e não te despeças.
É uma luta infernal. Uma luta titanica entre coração e razão. Tenho seguido a razão, quando sei que o coração é que tem razão.
O coração é que sente o que é melhor para mim. Sabe o que é melhor para a minha vida. Sei que tenho de mudar. Encontrar outro lugar para mim. Apesar de tentar estou profundamente infeliz.
Perdi um marco importante na vida dos meus filhos e chorei. Às escondidas no trabalho, em claro em casa, chorei. Deixei sair a enorme dor que sinto no peito.
Tenho de encontrar uma ocupação, ou um trabalho que seja compatível com a minha condição de mãe. Tenho de conseguir estar com os meus filhos.
Voltei a dizer. Vão te despeças. Aguenta. Só mais um dia, só mais um mês.
Não sei se vou conseguir.
Não sei se chego ao fim do dia com trabalho.

24 de agosto de 2012

Saco de água quente em Agosto

Apesar de ainda ser agosto estive na última hora deitada no sofá com um saco de água quente nas costas.
A contratura muscular começa a ceder. Já consigo mexer o ombro mas a dor persiste. Parece que levei uma tareia. Alguma sugestão?

18 de abril de 2012

Ruivos são mais sensíveis à dor?


Investigadores do Southampton University Hospital, no Reuno Unido, estão a realizar um estudo para determinar se os doentes ruivos precisam realamente de mais analgésicos do que a restante população.

Os resultados servirão para confirmar ou infirmar os resultados de um estudo anterior realizados nos Estados Unidos e publicado na revista The Journal of the American Dental Association que concluia que os ruivos têm mais medo da dor por causa da mutação de um gene que afeta a cor dos cabelos.

O gene MC1R produz melanina em pessoas com outras cores de cabelo, mas, nos ruivos, uma mutação resulta na produção de outra substância, que por sua vez resulta nos cabelos vermelhos.

O cabelo vermelho resulta de variantes de um gene também está ligado a uma família de receptores que inclui os receptores dos sinais de dor no cérebro. O mesmo gene está envolvido na produção de endorfinas, os analgésicos naturais do corpo humano. O estudo de Southampton afirma ser capaz de desvendar se isso pode explicar a aparente maior sensibilidade dos ruivos.

Nos testes, que devem terminar em setembro, voluntários com idade superior a 30 anos e cabelos vermelhos são anestesiados e submetidos a cargas elétricas através da coxa. A reação a este estímulo é comparado às de um grupo de homens e mulheres morenos ou com cabelos castanhos.

Se for descoberto que os ruivos realmente sentem mais dores, a pesquisa ajudará a explicar estudos anteriores que mostraram que eles têm mais medo de visitar o dentistas que outros grupos. Um estudo americano descobriu que os ruivos ficavam mais ansiosos com relação a tratamentos dentais e tendiam a evitá-los duas vezes mais que as outras pessoas.

Um segundo estudo realizado pelos mesmos pesquisadores descobriu que mulheres com cabelo vermelho precisavam de 19% mais analgésico para evitar que sentissem incomodos em resposta a um estímulo desagradável do que mulheres morenas.

Ruivos sentem mais dor em resposta a um dado estímulo e por isso precisam de mais anestésicos para aliviar a dor - disse Edwin Liem, que liderou o estudo na Louisville University.




















Nicole Kidman








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