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9 de outubro de 2012
Carteira leve, Manhã perdida
É sair da casa só para levar os mais novos à creche. `
É o carro lembrar-me, mais uma vez, que já entrei na reserva e que tenho urgentemente que pôr gasolina, se não quiser ficar parada na estrada, ou pior, na autoestrada.
É passar em frente à Norauto e lembrar-me que tenho de comprar um pneu novo, depois de ter rebentado um na semana anterior e estar a circular com o pneu sobresselente.
Eu não gosto de ir à Norauto. Primeiro porque se demora muito tempo, não que o serviço seja lento. É que isto de reparar automóveis não é como “sai duas bicas cheias”. Eles são muito atenciosos, orçamentam tudo, explicam tudo, mostram tudo. Eu é que sou uma naba para isto de automóveis. Sei pôr gasolina e água no retrovisor. E já chega. Quando é preciso levo o bicho à revisão e eles que tratem de tudo. Sou como um burrito a olhar para o palácio. Não me perguntem quando mudei velas, ou filtros disto ou daquilo. Para isso é que há profissionais a quem encarrego de me disserem o que o meu carro precisa. Eu não falo a sua linguagem e não sei o que necessita.
Voltando à Norauto, os funcionários são simpáticos, atenciosos e prestáveis. Agora o serviço é lento, porque assim tem de ser, e quando nos dizem para ficar meia hora à espera, não há nada que uma rapariga goste de ver. Não há montras, nem coisas giras. Têm uma loja enorme cheia de bugigangas para automóveis. Coisas que não faço a menor ideia para que servem e das que não consigo tirar o menor prazer em olhar, quando passo pelos corredores.
Lá escolhi ir a pé até ao centro comercial Alegro e entreter-me com montras a sério.
Volto passado uma hora. O meu carro ainda está sem pneus.
O funcionário super atencioso e esclarecedor lá me mostra o estado lastimoso dos meus pneus em que a borracha já está ressequida e pronta a romper-se na primeira curva; mostra-me também, aí!, as pastilhas dos travões dianteiros completamente gastos e os discos dos travões já danificados. Ou pelo menos tentou, já que consigo ver as pastilhas feitas em papel mas nos discos não consigo ver a diferença.
Adiante. Quem ia comprar um pneu, teve de comprar dois pneus, dois discos e duas pastilhas de travões. Mais a montagem desta tralha toda.
É claro que o carro onde ando com os meus três filhos ficou mais seguro mas a minha carteira ficou 300€ mais leve e a minha manhã só acabou às 15h30 da tarde.
18 de setembro de 2012
Socorro senhor Marquês!
Os primeiros dias do novo trânsito na rotunda do Marquês de Pombal não correram muito bem. Os autocarros, que circulam na rotunda exterior ficaram parados e retidos, já que o trânsito não escoou. Bem, o objectivos é mesmo o trânsito não escoar, já que não se quer levar veículos à baixa. Vai demorar alguns dias até que os automobilistas desesperem totalmente e desistam de levar o carro. O objectivo é mesmo esse. Criar um desespero tal que ninguém queira levar o carro para a baixa, todos corram para o metro e por fim, os autocarros consigam circular!
Não é viável retirar trânsito de um local, apenas com redução de vias. O resultado da redução de vias, é a criação de filas intermináveis de veículos parados. Apenas quando estes automobilistas sintam um tal desespero que deixem de utilizar os seus veículos, permitirão aos autocarros circularem.
Até lá, vão de metro ou fujam simplesmente da baixa!
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