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2 de outubro de 2016

Sou grata por viver no melhor país do mundo


A comemorar este início de outono com sabor a verão. Se celebro o início dos quentes raios de sol, também devo celebrar aqueles que acreditamos serem os últimos. Ou não acreditamos, mas vivemo-los como se fossem os últimos.

Estar em Outubro a torrar na praia como em Julho, a mergulhar nas águas quentes como em Agosto são mais que motivos para celebrar.

Lembrar-me sempre de agradecer por viver no melhor país do mundo!

Não. Não me venham com lamurias da crise. Vivemos no país mais bonito, com mais sol, com o céu mais azul. Posso ainda acrescentar, um dos países mais seguros, mais tolerantes e mais equilibrados do mundo.

Sou grata à vida por aqui ter nascido e por aqui poder criar os meus filhos.


24 de julho de 2014

É mais seguro andar de avião que de automóvel?


Sempre ouvir dizer que é mais seguro andar de avião do que de automóvel. Dos milhares de aviões que andam diariamente pelos céus da terra, poucos caem, poucos avariam.
Eu até acreditava nisso! Mas os acontecimentos dos últimos dias estão a fazer-me repensar esta teoria.
Foi o avião da Malaysia Airlines que desapareceu misteriosamente sem deixar rasto. O avião da Malaysia Airlines que foi abatido por um míssil (Russo ou Ucraniano). Agora o avião da TransAsia Airways que cai em Taiwan.
Começa a ficar muito difícil acreditar na teoria da segurança das viagens aéreas. Ora são aviões desviados e atirados contra arranha-céus, ora aviões abatidos por mísseis, ou ainda aviões que desaparecem para nunca mais voltar, tal D. Sebastião em tarde de nevoeiro.
A única coisa que me consola é continuar com a certeza que as vítimas de uma acidente aéreo nunca ficam paraplégicas ou tetraplégicas, como as vitimas de acidentes de viação. Quando o avião cai não há sobreviventes. É um pensamento um pouco radical mas que de alguma forma me conforta.
Os miúdos cá por casa estavam sempre a pedir para ir andar de avião. Agora dizem que NUNCA vão querer andar de avião!
E vocês, já tinham ou ficaram com medo de andar de avião?

19 de janeiro de 2013

Tempestade de vento

Adormeci com o som do vento. Acordei com o som do vento, várias vezes durante a  noite. Só me consigo lembrar da história dos Três Porquinhos. É nestes momentos que agradeço ter uma casa de tijolo, estar num sítio alto e estar quase imune ao mau tempo. O som do vento é assustador. Ainda assim a casa está intacta. Quando chove muito, a rua inclinada vira curso de um rio, mas não há água a entrar no prédio.
Quando os miúdos dizem que têm medo, só tenho de lhes recordar a história dos Três Porquinhos e da sua casa de tijolo. Logo o medo dá lugar a uma sensação de segurança. Ficamos à janela a ver a intempérie. Já avisaram que hoje não querem sair de casa, nem para ir à natação que adoram.
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