Homem mata ex-mulher, ex-sogros e enteado. Quatro mortos, vítimas de tiros na Póvoa de Varzim.
Paulo Silva, tinha um negócio de montagem de tectos falsos que faliu nos últimos tempos.
Ameaça de morte a ex-mulher e restante família. Apresentaram queixa à polícia.
Paulo Silva cumpriu a ameaça, matou-os a todos.
Estas situações já são corriqueiras. Qualquer dia deixam de ser notícia.
Fico a pensar, de que serve apresentar queixa em caso de ameaças? As promessas cumprem-se. Engrossam a lista de assassinatos.
Autoridades, sociedade civil, como se podem travar estas mortes? O que se pode fazer nestes casos?
Não podemos baixar os braços. Um dia poderemos ser nós, ou alguém da nossa família.
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28 de abril de 2015
30 de outubro de 2014
Grito na noite
Estávamos na sala depois do jantar. Os miúdos já deitados, ele a ver as suas séries na televisão. Eu de uma lado para o outro a fazer não sei bem o quê.
Ouvimos uma algazarra. vinha da rua. Fui à varanda e ainda ouvi mais alto. Estava uma noite quente e as janelas abertas. Os meus vizinhos discutiam mesmo muito alto. Voltei para dentro pois não gosto de ouvir estas coisas. De repente ouvi um grito dela e a seguir o silêncio.
Fui à varanda. As janelas continuavam abertas mas não vinha qualquer som daquela casa.
Será que a matou? Ninguém discute alto durante muito tempo, dá um grito e fica em silêncio. Fiquei mesmo preocupada. Mas, e se não é nada? Se não passa de muitas séries policiais a regarem a minha imaginação?
Mas dali continuava tudo em silêncio. Resolvi ir à rua despejar o lixo. Atravessei a rua para observar as janelas. As luzes continuavam acesas mas não se via vivalma.
Fui à traseiras e fiquei a observar. Vi as luzes, as janelas abertas. Ao fim de um tempo vi movimento na sala. Era ele. Conseguia ver os seus braços a mexer. Apesar das janelas abertas não se ouvia nada.
Fiquei preocupada. Voltei para a varanda sem saber o que fazer. Ele foi fumar para a varanda. Fugi para dentro. Não é bom o assassino perceber que testemunhámos o seu ato. Não consigo tirar esta ideia da cabeça.
Se calhar devia telefonar para a polícia. Dizer que ouvi violência doméstica, um grito e depois o silêncio. Será que ele a matou mesmo?
Mas também não posso fazer este tipo de acusação sem ter a certeza! E se não foi nada? Se durante a discussão ela saiu porta fora? Isso explica o silêncio, não explica?
Não sei como vou conseguir dormir esta noite. Se aconteceu um crime é imperdoável que não tenha chamado ajuda, não é?
Ouvimos uma algazarra. vinha da rua. Fui à varanda e ainda ouvi mais alto. Estava uma noite quente e as janelas abertas. Os meus vizinhos discutiam mesmo muito alto. Voltei para dentro pois não gosto de ouvir estas coisas. De repente ouvi um grito dela e a seguir o silêncio.
Fui à varanda. As janelas continuavam abertas mas não vinha qualquer som daquela casa.
Será que a matou? Ninguém discute alto durante muito tempo, dá um grito e fica em silêncio. Fiquei mesmo preocupada. Mas, e se não é nada? Se não passa de muitas séries policiais a regarem a minha imaginação?
Mas dali continuava tudo em silêncio. Resolvi ir à rua despejar o lixo. Atravessei a rua para observar as janelas. As luzes continuavam acesas mas não se via vivalma.
Fui à traseiras e fiquei a observar. Vi as luzes, as janelas abertas. Ao fim de um tempo vi movimento na sala. Era ele. Conseguia ver os seus braços a mexer. Apesar das janelas abertas não se ouvia nada.
Fiquei preocupada. Voltei para a varanda sem saber o que fazer. Ele foi fumar para a varanda. Fugi para dentro. Não é bom o assassino perceber que testemunhámos o seu ato. Não consigo tirar esta ideia da cabeça.
Se calhar devia telefonar para a polícia. Dizer que ouvi violência doméstica, um grito e depois o silêncio. Será que ele a matou mesmo?
Mas também não posso fazer este tipo de acusação sem ter a certeza! E se não foi nada? Se durante a discussão ela saiu porta fora? Isso explica o silêncio, não explica?
Não sei como vou conseguir dormir esta noite. Se aconteceu um crime é imperdoável que não tenha chamado ajuda, não é?
8 de novembro de 2013
Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho já estão divorciados
Depois de muitas denúncias, comentários públicos e acusações mútuas, Bárbara Guimarães e o ex-ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho chegaram a acordo e evitaram um divórcio litigioso.
A Bárbara Guimarães ficou com a guarda dos filhos, Dinis Maria, de nove anos, e Carlota Maria, de três, que estarão com o pai de 15 em 15 dias.
Manuel Maria Carrilho vai receber de Bárbara a quantia de 400 mil euros, pelo valor do apartamento de ambos em Lisboa.
Afinal a violência doméstica ainda compensa neste país. Já a sua anterior mulher, Joana Varela, acusa Manuel Maria Carrilho de a ter agredido "Fui espancada durante um dia inteiro e tive uma faca encostada ao pescoço (...) E deu-me imensos pontapés".
Mais uma vez condeno publicamente a violência doméstica pelo mal que provoca às vítimas diretas e aos filhos do casal indiretamente. Infelizmente para estas crianças, este assunto não terminou aqui e terão de viver com ele para o resto das suas vidas.
29 de agosto de 2012
Luisa Beirão vítima de violência doméstica
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| Luisa Beirão |
A modelo Luísa Beirão apresentou queixa contra o ex-marido o futebolista Miguel Pedrosa, por violência doméstica. Luísa a acusa o ex-marido de agressões verbais e físicas que incluem empurrões, estalos e puxões de cabelo.
Estas agressões terão acontecido até quando Luisa Beirão estava grávida de Isabel, a sua filha mais velha que acabou por nascer prematura aos 6 meses e meio de gestação em Belfast na Irlanda. Isabel ficou internada na Irlanda do Norte durante um mês e mais um na Maternidade Júlio Dinis no Porto.
Só tenho a lamentar mais este caso que mostra que a violência doméstica não escolhe idades, nem classes sociais. É preciso muita coragem para trazer a público um caso destes. A Luísa Beirão tem a minha total solidariedade pela sua coragem. Sei que agora muitos lhe vão cair em cima com acusações de tudo e mais alguma coisa. Mas nem a Luisa se pode calar, nem qualquer outra mulher, vítima de violência doméstica. Que este triste caso sirva de exemplo e dê coragem a muitas mulheres nesta situação.
Recentemente acompanhamos outro caso mediático em que Paco Bandeira foi acusado pela sua ex-mulher do mesmo crime. Utilizou a sua fama para aceder aos meios de comunicação social e dar grandes entrevistas em que afirmava sua inocência. Na realidade o tribunal condenou-o pelo crime de violência doméstica contra a sua ex-mulher. À porta do tribunal, ao seu confrontado por por Amélia Moura Ramos, jornalista da SIC sobre a sua sentença rosnou entre dentes “um chapadão na tromba!”, expressão gravada pelos microfones da SIC. Triste mas real e gravado para ninguém o poder um dia negar.
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