Mostrar mensagens com a etiqueta ano novo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ano novo. Mostrar todas as mensagens

1 de janeiro de 2017

Feliz Ano Novo

Feliz Ano Novo

Desejo a todos um excelente 2017.

Que seja bem melhor que 2016, um ano particularmente difícil que me deixa feliz ver pelas costas.

Este virar de página dá-me a esperança de escrever uma nova história em 2017.

Bom ano a todos!


6 de janeiro de 2015

Broas de Abrantes

Broas de Abrantes 
Adoro as Broas de Abrantes, ao contrário das broas de mel tão típicas do Natal que desde pequena tenho aversão.
Nunca consegui ter a receitas destas broas. Mas agora, com a democratização da Internet tudo mudou. Podemos ter todas as receitas que quisermos, à distância de uns quantos cliques.

Encontrei várias receitas, com pequenas variações. Escolhi esta por me parecer a mais adequada. Mas acredito que as variações mínimas nas várias receitas não façam muita diferença. São pequenas adaptações ao gosto pessoal de cada um. Posso até, numa próxima vez experimentar algumas das variações, ou introduzir as minhas próprias.

O sabor, esse ficou divinal. Miúdos e graúdos comeram com imensa satisfação.

Em Abrantes são feitas na altura dos Santos ou no Natal. Eu fiz para o Ano Novo.

Fica a receita.

Receita


Ingredientes:

  • 1Lt água
  • ½ Lt azeite
  • 40g erva doce
  • 100g miolo de noz
  • 750g açúcar amarelo
  • 3 colheres de chá de canela
  • 1kg de farinha sem fermento
  • Sal q.b.


Preparação:
Ligar o forno a 250º.
Picar as nozes em pedaços pequenos.

Numa panela juntar a água, o azeite, a erva doce, o açúcar amarelo, a canela e uma pitada de sal, mexer bem todos os ingredientes e levar ao lume até que ferva. Mexer para que os ingredientes se envolvam.

Quando estiver a ferver retirar do lume, juntar a farinha e as nozes bem picadas. Com a ajuda de uma colher de pau ou espátula envolver bem os ingredientes até formarem uma massa. Provar e se necessário retificar temperos.

Voltar a colocar a panela em lume médio, deixar a massa secar um pouco, cerca de 3/5 min, para que possa sair alguma humidade e ao mexer a massa se solte das paredes da panela.

Deitar a massa em cima da bancada da cozinha e deixar arrefecer uns minutos. Mas não muito, só o tempo necessário para conseguir trabalhar a massa com as mãos.

Enquanto a massa arrefece, polvilhar com farinha dois tabuleiros grandes de ir ao forno.

Untar as mãos com azeite e retirar uma quantidade de massa do tamanho de uma colher de sopa, moldar pequenas broas com as mãos, dispô-las num dos tabuleiros e fazer um efeito em cima, como se vê nas imagens, com a ajuda de uma faca. Levar ao forno durante 15 minutos.

Broas de Abrantes

4 de janeiro de 2015

Mamã, estou a portar-me bem?


Filho mais novo é o mais traquina. Sempre foi.
Filho mais novo andou numa excitação com o Natal e não se portou assim tão bem...

No primeiro dia do ano filhos gostaram muito de ver os espectáculos de fogo de artifício da passagem da meia noite em cada uma das cidades do mundo.

Aquilo é que eles gostavam de ver! Ai o fogo de artifício da Madeira, o segundo maior do mundo, logo a seguir ao do Dubai, segundo garantem os madeirenses.

Pai promete que se filho mais novo se portar bem nos 365 dias do novo ano, iremos todos passar o fim do ano à Madeira e ver o fogo de artifício. Sabemos que não se promete o que não se pode cumprir. Mas temos a certeza que filho mais novo não consegue portar-se bem durante 365 dias.

Julgava que filho mais novo não conseguia portar-se bem, nem um dia inteiro. Bom, parece que estava enganada. Até agora filho mais novo já garantiu 3 dias inteiros a portar-se como um anjo!

- Mamã, estou a portar-me bem?
É a frase que mais oiço ao longo do dia.
Vamos ver como correm os próximos 362 dias?

3 de janeiro de 2015

Esperança e otimismo


O Novo Ano veio chegou com novos sentimentos nos portugueses. Finalmente, o vocabulário foi alterado. As palavras que detesto como crise, e a pior de todas, que evitei ao longo destes anos sempre a pensar em escrevê-la apenas em jeito de despedida - troika - palavra horrenda, que nem pertence à língua portuguesa, foi usada até à exaustão pela comunicação social, políticos e população.

Este novo ano de 2015, trás um novo léxico aos portugueses. as palavras agora são de otimismo. Uma nova energia positiva corre mas bocas de cada um, nas mensagens nas redes sociais. Todos desejam saúde em primeiro lugar, pois tudo o resto é considerado vir por acréscimo. Um retorno ao que é essencial. Isto é bom. Já não se ouve tantos pedidos de emprego, como em anos anteriores, tendo eu própria formulado esse desejo em 2012.

Os corações enchem-se de esperança num ano melhor e essa onda de energia positiva tem realmente influência no que poderemos esperar dos próximos tempos.

Um brinde à esperança e ao otimismo de todos!


2 de janeiro de 2015

Novo Ano: a mesma Vida (mas melhor!)


2015 podes entrar na minha vida para reinar durante um ano.

2014 já lá vai e foi um ano cheio.

Vieste com Sol radioso, que assim se mantenha na maior parte dos dias.
Espero que sejas, pelo menos tão bom como 2014, e ainda melhor.


  • Este ano consegui ter emprego nos seus 365 dias (o que já não acontecia há 6 anos);
  • Conseguimos levar os miúdos a fazer ski, pela primeira vez nas suas vidas
  • Fizemos uma loooonga viagem de carro até Andorra, a primeira vez da vida deles
  • Ficámos num hotel de 4 estrelas na montanha e eles sentiram-se uns príncipes das neves
  • Tivemos todos saúde e assim desejo continuar
  • Voltámos a ligar o aquecimento de pedras quentes e voltou o conforto dentro de nossa casa.
  • Comprámos a Yammi (e deixei de queimar o arroz, um alívio para todos cá em casa!)
  • Tive férias no verão e voltei a ter férias no Natal.
  • Adorei passar tempo com os meus filhos, principalmente no final do ano, numa casa quentinha


Que 2015 seja como este mas ainda melhor!




31 de dezembro de 2014

Desejos para o Ano Novo

Feliz 2015
Não sou muito de grandes resoluções de Ano Novo.


  • Não preciso de deixar de fumar, porque não fumo;
  • Não preciso de perder peso pois perdi todo o peso das gravidezes e não voltei a ganhar;


  • Agradeço este ano ter tido emprego, pois já sofremos bastante com o desemprego duplo;
  • Agradeço à Vida saúde que todos temos tido e peço para que continuemos todos saudáveis em 2015;


  • Desejo que em 2015 consigamos continuar a pagar as contas; 
  • Continuarmos a ter uma vida minimamente confortável, mesmo sem luxos;


  • Desejo continuação de sucesso escolar e artístico dos meus filhos.
  • Continuar com toda a família perto de mim.


Não peço muito, mas peço coisas importantes!

19 de dezembro de 2014

Último dia

Último dia da semana.
Sexta Feira!
Só isto é já uma enorme alegria!

Último dia de trabalho antes do Natal!
Entro de férias e não volta a trabalhar até ao Natal!
Que luxo!

Mas o melhor, melhor mesmo?
É o último dia de trabalho do ano!
Entro de férias até ao fim do ano!
Só volto a trabalhar em 2015!

Vou MESMO aproveitar!

1 de abril de 2014

Dia das Mentiras (re-post)


Dia das Mentiras

Detesto este dia, um dia dedicado a enganar os amigos, a mentir descaradamente, em que até mesmo a comunicação social tem a coragem de difundir notícias falsas, para depois as desmentir, afirmando: era dia 1 de Abril.

Desde pequena que não gostava de ser gozada neste dia e também não o aproveitava para dizer mentiras.

Tal como é meu costume, gosto de aprofundar as razões por detrás das efemérides. Gosto de compreender como pode ter surgido um costume aos meus olhos tão bizarro.

Vamos então à aula de História.

Em França, durante o reinado de Carlos IX, o Ano Novo era comemorado a 25 de Março, com a chegada da Primavera. Estas festas duravam uma semana e terminavam a 1 de Abril.

Em 1564, o rei adoptou o Calendário Gregoriano e o Ano Novo passou a ser comemorado a 1 de Janeiro. Muitos conservadores resistiram à mudança e continuaram a comemorar o Ano Novo a 1 de Abril. Rapidamente estes conservadores começaram a ser alvo de escárnio e a receber convites para festas que não existiam. Este novo costume espalhou-se em França e duzentos anos depois para Inglaterra e daí para o resto do mundo.

Com isto não passo a gostar mais deste costume, mas ajuda-me compreender a sua origem.

1 de janeiro de 2014

Bem Vindo 2014


Sê bem vindo 2014!
Trás-nos uma explosão de alegria, de melhoria nas nossas vidas!
Trás-nos muita saúde e muito trabalho, pois com isso já nos conseguimos organizar.

Entro neste ano cheia de Esperança num mundo melhor.
Luto a cada dia por isso.
Sei que vai ser um ano difícil mas se sentirmos melhorias conseguiremos remar com mais alento e vencer estes tempos difíceis.
Muita Força, Vontade e Determinação para 2014!

31 de dezembro de 2013

Ultrapassar 2013


O ano de 2013 foi um turbilhão de emoções na minha vida.
Passei o Natal de 2012 com a doce promessa de um emprego para 2 de Janeiro de 2013. No último dia do ano recebi um e-mail esquivo, que faltando totalmente à verdade, dava o dito por não dito, sem nunca assumir o acordado. Magoou-me muito.
Foi um pontapé no estômago. Entrei o novo ano com o peso do desemprego em cima.
Tínhamos chegado ao fundo do poço, raspado as últimas migalhas do que nos restava. Estávamos em risco de perder a casa e de ficar na rua com três crianças pequenas.
Olhava para eles e o desespero deu lugar à determinação. Eu não podia deixar que algo de mal lhes acontecesse. Eu teria de dar a volta. Como, não sabia.
Para isso teria de fazer algo novo. Teria de descobrir um novo caminho, já que a tradicional pesquisa de emprego, com o envio de CV e partilha da situação com todos os contactos profissionais não estava a dar frutos. Todas as empresas estavam a despedir e não tinham lugar para mim. Ao envio de CV nunca tive resposta. Não sei se pela idade, se pela senioridade na carreira. As poucas vagas eram para júniores: gente nova, com sangue na guelra e barata.
Olhei para os meus filhos e decidi que tinha de fazer o que ainda não tinha feito. Tinha de trilhar um caminho novo que me levasse a bom porto.
Não podemos continuar a fazer o mesmo de sempre e esperar um desfecho diferente, já nos explicou Einstein.
Tentei pensar de forma diferente, procurar outras áreas fora da minha zona de conforto.
Observei que em tempo de crise, todos se refreiam no consumo. Tudo o que possa ser considerado supérfluo era preterido.
Olhei para o essencial. O que era realmente importante para todos? O que ninguém poderia dispensar, mesmo que quisesse?
A resposta começou a formar-se no meu pensamento. A Comida. Todos precisamos de comer. Todos os dias e várias vezes ao dia. O que ingerimos desaparece. Deixa de existir. Voltamos sempre a a ter de comprar comida.
Virei-me para esta área. Comecei por confeccionar bolos e bolinhos. Pesquisei receitas, métodos e segredos. Inventei as minhas próprias combinações. Fiz comida, bolos, bolinhos e especialidades gourmet. Arranjei clientes. Tive uma enorme aceitação nos meus artigos. Todos apreciavam o que fazia. Não só me pagavam pelo que fazia como ainda me enchiam o ego com elogios! Foi reconfortante. Recuperei as forças e a auto-estima.
Descobri que mesmo em tempos de crise todos precisam de comer. Quem tem emprego tem falta do bem mais escasso, o tempo. Tempo para cozinhar uma refeição diferente, para fazer um bolo para celebrar um momento especial.
Dediquei-me a esta actividade com todo o amor e carinho, que se reflectiam no resultado final. Estava a dar muito de mim no que fazia e a receber muito em troca. O amor que punha na confecção das minhas iguarias, era-me retribuído em enormes elogios.
Descobri caminhos novos, competências que não sabia que tinha. Eu quase não cozinhava. Tinha quem o fizesse por mim. Trabalhava muito mas chegava a casa e tinha o jantar pronto. Eu própria não tinha tempo para a cozinha. Não tinha de desenvolver as artes da culinária.
A necessidade foi mãe da evolução. Estudei, pesquisei, testei e descobri que tinha um dom, ou um gosto muito especial para fazer coisas diferentes e muito apreciadas por quem as provava.
Foi um caminho duro. Não só estudava novas receitas, como fazia compras, cozinhava e procurava clientes para as minhas iguarias.
E ainda era mãe, mulher e pessoa. Tentava cuidar de tudo como podia. Algumas vezes, algumas coisas ficavam para trás. Tudo menos a vontade de dar uma vida confortável aos meus filhos. Com um tecto e comida suficientes e amor e carinho em enorme quantidade.
A minha determinação deu frutos. Se esta nova actividade não me permitia pagar uma renda, já era suficiente para satisfazer as necessidades básicas dos meus filhos. Ganhei uma certeza. Acontecesse o que acontecesse, eles nunca iriam passar fome. Desde que eu tivesse o suficiente para comprar alguns ingredientes, podia transformá-los em algo único, receber dinheiro por isso, com o qual poderia voltar a comprar mais ingredientes e ainda alimentar os meus filhos.
Este novo alento e auto-estima trouxe-me algo de muito bom: um emprego!
Chegou à minha vida a meio do ano, em Junho. Dediquei-me com alma e coração ao novo projecto. Prescindi de férias com os meus filhos, mas tive a alegria de voltar ao mercado de trabalho. Um emprego muito abaixo do nível de carreira que tinha tido. Um enorme retrocesso financeiro. Ainda assim um oportunidade a agarrar com unhas e dentes. Se para voltar a trabalhar teria de aceitar ganhar quase metade do que estava habituada, assim seria. São sinais dos tempos, da crise em que vivemos. Descobri que entrei numa empresa mais que fantástica, onde adorava ficar, com progressão na carreira merecida. Tenho esperança que isso aconteça apesar de saber que isso não é política das empresas. As progressões são lentas, curtas e nem sempre justas. Quero acreditar que o meu mérito será reconhecido. Quando deixar de acreditar nisso posso sempre procurar novas oportunidades. É mais fácil arranjar emprego quando temos um emprego. A nossa capacidade negocial sobe consideravelmente. Era o que eu não tinha quando arranjei este emprego. Só voltar ao activo era pralá de bom! Não podia perder a oportunidade com negociações salariais. Se estou arrependida? Não. Nunca!
As oportunidades têm de ser aproveitadas. Depois podemos procurar algo melhor. Nunca recusar uma oportunidade pequena, esperando pela grande. Ela não nos vai bater à porta.
Este post já vai muito longo. A mensagem final que queria deixar é apenas uma: nunca desistam!
Lutem, procurem, voltem a lutar, voltem a procurar. Não baixem os braços nunca! Quando encontrarem uma oportunidade, agarrem-na. Por muito pequenina que seja. Em breve, melhores dias virão. Haverá melhores oportunidades para todos nós. Para já temos de agarrar o que a vida nos dá.
E este blog é isto mesmo,  uma ode à vida e às coisas boas que ela nos dá!
Obrigada pelo apoio e o carinho que me têm dado. Nem imaginam o bem que fazem ao estarem aí, ao deixarem os vossos comentários, ao incentivarem e ao apoiarem, apesar de nem sequer me conhecerem, apesar de nunca terem visto a minha cara, nem ouvido a minha voz.

1 de abril de 2013

Dia das Mentiras


Dia das Mentiras

Detesto este dia, um dia dedicado a enganar os amigos, a mentir descaradamente, em que até mesmo a comunicação social tem a coragem de difundir notícias falsas, para depois as desmentir, afirmando: era dia 1 de Abril.

Desde pequena que não gostava de ser gozada neste dia e também não o aproveitava para dizer mentiras.

Tal como é meu costume, gosto de aprofundar as razões por detrás das efemérides. Gosto de compreender como pode ter surgido um costume aos meus olhos tão bizarro.

Vamos então à aula de História.

Em França, durante o reinado de Carlos IX, o Ano Novo era comemorado a 25 de Março, com a chegada da Primavera. Estas festas duravam uma semana e terminavam a 1 de Abril.

Em 1564, o rei adoptou o Calendário Gregoriano e o Ano Novo passou a ser comemorado a 1 de Janeiro. Muitos conservadores resistiram à mudança e continuaram a comemorar o Ano Novo a 1 de Abril. Rapidamente estes conservadores começaram a ser alvo de escárnio e a receber convites para festas que não existiam. Este novo costume espalhou-se em França e duzentos anos depois para Inglaterra e daí para o resto do mundo.

Com isto não passo a gostar mais deste costume, mas ajuda-me compreender a sua origem.

E vocês, o que acham deste dia?

4 de janeiro de 2013

Resoluções de Ano Novo

As minhas Resoluções de Ano Novo
  1. Continuar a comer saudavelmente
  2. Fazer mais exercício físico
  3. Ler mais livros
  4. Voltar a pintar
  5. Ver menos televisão
  6. Continuar a escrever
  7. Meditar mais
  8. Passar tempo com os meus filhos
  9. Substituir as cortinas rasgadas da sala
  10. Comprar cortinas para o meu quarto
  11. Pintar o quarto dos miúdos
  12. Experimentar receitas novas
  13. Deitar fora/ dar o que não preciso
  14. Continuar a desenvolver a criatividade
Estas são as coisas que quero fazer em 2013. A lista não está completa e irei voltar a completá-la sempre que me apetecer.

Os desejos são outros:
  1. Continuação de boa saúde para mim e para os meus
  2. Trabalho, emprego, biscates, tudo o que permitir trazer dinheiro para casa, que é o que mais faltou em 2012.

1 de janeiro de 2013

Tertúlia de Ano Novo

Esta foi mesmo uma Passagem do Ano como eu gosto. Em casa de amigos, dois casais com filhos pequenos, um casal de avós. Boa comida, muita conversa, boa bebida. Para mim as melhores festas são assim, aconchegantes, restritas, com muita amizade. Assim se passou mais um ano, se entrou noutro, com quem mais importa junto de nós. Gosto de estar assim. Com poucas pessoas mas boas. Não gosto de multidões, de ajuntamentos. Gosto de poder conversar, rir, trocar ideias. Isto sim, gosto.

31 de dezembro de 2012

Felicidade para o Novo Ano


Desejo um Ano Novo cheio de Felicidade a todos o que me têm seguido este ano.
Os tempos não se avizinham fáceis. Mas agora, mais do que nunca, temos de nos manter fiéis aos nossos valores, manter a coluna vertebral bem direita e não nos deixar vergar nunca. Temos de fazer por merecer a Sorte que precisamos que a Vida nos traga no Novo Ano.
Tudo de bom!

Desejos de Ano Novo


2012 aproxima-se rapidamente do fim.
Foi um ano e pêras!
Com muita coisa boa, com muita coisa má.
Com menos trabalho tive mais tempo para os meus filhos. Aproximei-me mais deles. Usufrui mais da sua companhia. Acho que os meus três pitufos tiveram mais pai e mãe em 2012, do que em todos os seus anos de vida. Com menos trabalho tivemos menos dinheiro. Passeámos menos. Ainda assim, conseguimos em Janeiro levá-los a ver neve ao vivo, pela primeira vez das suas vidas. Viajamos menos, não tivemos férias na praia, pela primeira vez das suas vidas. Ficámos em casa nas férias. Íamos à praia nuns dias, aos parques noutras, a piscinas noutros. Passámos tempo juntos. Tivemos muita saúde. Todos nós. Vi pessoas à minha volta terem doenças chatas, fatais. Felizmente nada com os meus. E disso tenho de agradecer à VIDA! Tivemos também muitos momentos maus, a falta de dinheiro. Começar a contar os meses em que conseguimos manter a casa. Procurar emprego, trabalho e não conseguir nada. Ficar frustrados, chorar muito. Secar as lágrimas e tratar das crianças. Mudar tudo na nossa vida. Passar de ricos a pobres num piscar de olhos. Aprender a lidar com isso. Tentar transmitir segurança aos filhos. Uma segurança que não sentimos. Continuar com Esperança no futuro. Desejar com todas as forças arranjar trabalho que nos permita viver. Pagar a casa e comer, que são as coisas mais importantes. Para o Novo Ano desejo que continuemos todos a ter muita Saúde e um Trabalho, Emprego o que seja, que pague um salário que nos permita sobreviver em 2013. Par além disso continuaremos a ser trabalhadores, dedicados, optimistas, honestos, determinados. Agora só precisamos que a Vida nos dê um pouco de Sorte!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...