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4 de dezembro de 2016

Derruba-os como peões


Tenho andado ausente deste blog. Não tenho tido tempo suficiente para escrever o que me vai na alma. Mas não abandonei este espaço, nada disso!

Na verdade tenho andado atarefada a dar apoio a familiares doentes. Depois de passar longas horas nas urgências hospitalares, fiquei com a garganta infetada. Os hospitais não são lugar para se passar muito tempo. Devíamos entrar e sair, não passar lá 10 horas seguidas...

A cereja no topo do bolo foi a gripe que se abateu cá em casa. Um a um caem que nem tordos. Começou pelo pai, seguiu-se a filha. Agora os mais novos também já tossem. Só falta chegar-lhes a febre ardente que queima os outros.

Tenho uma banda sonora de espirros, tosse e ai ais. Doe-lhes o corpo, arde-lhes a garganta e eu tento baixar-lhes a febre com paracetamol, ibuprofeno, mas também com panos molhados na testa. Esta febre não cede só com estes medicamentos.

A Direção Geral de Saúde anunciou que a gripe este ano ia ser forte. Pela amostra parece que é. Derruba-os como peões, um a um, como num jogo de bowling.

10 de fevereiro de 2015

De rastos

Quem não é para comer não é para trabalhar.  Sempre ouvi dizer.
Agora acrescento: Quem não é para respirar não é para trabalhar. Nem para falar.  Nem para ouvir. Nem para nada.

Sem conseguir respirar (convenientemente) a vida fica muito difícil. A voz não me sai. Não oiço o que digo. Não sei se estou a falar baixo ou alto. Presumo que baixo pois ao telefone os interlocutores não me conseguem ouvir. Mas também não consigo falar mais alto. Não sai.

O escritório,  mais uma vez, sem ar condicionado também não ajuda. Ao final do dia estou invariavelmente pior. A sinfonia de tosse em estereo faz-me lembrar a urgência do hospital...

Foi chegar a casa e aterrar debaixo do edredão quente. Tenho a certeza que um dia ou dois assim ficava fina num instante!

Haverá limite à quantidade de ranho?


Depois de um fim de semana a espirrar, o nariz a picar e ranho a sair a rodos, fico com esta pergunta a rondar-me a cabeça.
Haverá limite à quantidade de ranho que um ser humano pode expelir num dia?
É claro que não medi, mas fico curiosa.
E se tivesse medido? Será que expeli um litro do dito?
O nariz parecia uma torneira avariada. Sempre a escorrer.
Assoei-me tanto, mas tanto que fiquei com o nariz quase em ferida.
Pode não ser um tema politicamente correto, mas a mim faz-me sentido que seja debatido.
Depois de ser mãe já limpei muito ranho, litros de ranho!
E vocês, acham que há limite à quantidade de ranho que um ser humano consegue expelir?

5 de fevereiro de 2013

Noite boa?

Espero estar reservada para uma noite melhor. Depois de vários dias de gripes cá por casa, de passar o tempo a tentar baixar febres de 40ºC, espero conseguir descansar. Já lá vão dias suficientes. Dois filhos e um marido sucumbiram à gripe, apenas as meninas se salvaram. Eu acho que já estou imune a tudo. Quando os 4 tiveram Gripe A, só eu me safei. Sem um único espirro, tosse ou arrepio. Agora vamos no mesmo. Acho que as mulheres são mesmo mais fortes. Não há gripe que me atinja!
Boas noites!
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