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8 de março de 2016

Dia da Mulher: Porque comemoramos este dia?


No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência, as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Enquanto existirem mulheres que são vendidas pelos pais, forçadas a casar, violadas, vítimas de violência pelos seus companheiros, mortas, continuará a fazer sentido este dia.

8 de março de 2014

Dia da Mulher: O que comemoramos


8 de Março é o Dia Internacional dos Direitos das Mulheres. Porque muitas mulheres ainda não têm os mesmo direito que os homens. Porque ao longo da história no mundo ocidental nem sempre as mulheres tiveram os direitos que têm hoje. Desejo sinceramente que um dia, este dia deixe de fazer sentido.

No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência, as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

8 de março de 2013

Por detrás deste dia



No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência, as mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

28 de novembro de 2012

ONU aprova resolução contra Mutilação Genital Feminina



A Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou pela primeira vez uma resolução que condena a mutilação genital feminina e pede aos Estados membros penas e ação educativa para travar a prática.

O texto insta os Estados membros da ONU para que tomem todas as medidas, incluindo leis que proíbam expressamente esta prática, que viola os direitos humanos, com o objetivo de proteger mulheres e crianças de «qualquer forma de violência» e pôr fim à impunidade.

A Assembleia-Geral pediu também um esforço às autoridades, serviços médicos e líderes religiosos e comunitários para que redobrem esforços de forma a aumentar a consciencialização e combater atitudes dos que defendem a ablação do clítoris feminino.

Na decisão da ONU foi também declarado o dia 6 de fevereiro como o Dia Internacional da Tolerância Zero contra a Mutilação Genital Feminina.

Após a aprovação, o embaixador italiano na ONU, Cesare Maria Ragaglini, que foi um dos principais promotores da iniciativa, destacou que a resolução será um instrumento para ajudar a «mudar o destino» de mulheres e crianças em todo o mundo.

Vários países africanos destacaram a importância do texto para intensificar a luta internacional contra a prática da mutilação genital feminina.


O que é a Mutilação Genital Feminina? 

A mutilação genital feminina (MGF) é uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos. Há vários tipos, que por sua vez têm gravidades diferentes. Segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais. Uma das práticas de maior gravidade – chamada infibulação – consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris, deixando uma abertura pequena para a urina e a menstruação. Aproximadamente 15 % das mutilações em África são infibulações.
A MGF é levada a cabo em várias idades, desde depois do nascimento até à primeira gravidez, tendo a maioria lugar entre os quatro e oito anos.


9 de novembro de 2012

Catarina Furtado lança Corações com Coroa

Catarina Furtado apresentou publicamente a sua associação de promoção da Igualdade e da Não Discriminação de cada uma e de todas as pessoas, famílias, comunidades e países, nomeadamente no âmbito da Educação, Saúde, Desenvolvimento e Direitos Humanos; princípios garantidos numa base de transparência e coerência como referência.

"Corações com Coroa" é uma associação sem fins lucrativos que tem como objectivo central promover uma cultura de solidariedade e inclusão sócio-afectiva das pessoas em situações de vulnerabilidade, risco e pobreza e assim contribuir para que em Portugal se promova e vivencie uma cultura de Direitos Humanos assente na Não discriminação e Não violência.

Esta conferência teve a participação de Francisco George (director-geral da saúde), Alanna Armitage, do fundo para a População das Nações Unidas, Leonor Beleza, Maria Barroso, Manuela Eanes e Maria José Ritta.

Corações com Coroa
Tive a sorte de poder estar presente em parte desta conferência e poder sentir a enorme vontade de ajudar que rege estas pessoas. A realidade é menos bonita do que pensamos. Portugal desceu 12 posições no ranking mundial para a igualdade de género. É muito. Não podemos deixar passar ao lado. Temos de nos importar e de fazer alguma coisa para inverter esta situação. No dia 11 de Outubro celebrou-se o primeiro Dia Internacional da Menina, centrado na luta contra o casamento infantil, uma prática que viola os direitos humanos, o que infelizmente passou despercebido na maioria dos meios de comunicação social.
Apesar das personalidades presentes achei a conferência muito vazia. Ou não foi devidamente promovida, ou estas causas ainda não tocam a maioria dos portugueses. O que mostra o longo caminho que temos ainda a percorrer.
Os parabéns à Catarina que além de ser uma mulher lindíssima por fora é ainda mais bonita por dentro.
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