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25 de fevereiro de 2015

Oscares: As Mais Elegantes


Jennifer Hudson é para mim uma das mais elegantes nos Oscares. O vestido Romona Kevesa longo, de linhas justas e que contornam as suas curvas. Corpete cai-cai, detalhe meio peplum, cintura marcada são o espelho da elegância.


Pode não ser um vestido consensual, mas para mim Scarlet Johansson estava elegantérrima neste vestido Atelier Versace verde esmerada. O corte justo ao corpo. valoriza a sua figura. O fitting perfeito! O decote profundo equilibrado com um fabuloso colar bordado a cristais Swarovsky, a lembrar uma deslumbrante cauda de pavão.
O toque irreverente foi conseguido pelos brincos diferentes e pelo cabelo rapado dos lados. Ainda assim elegante ao ser penteado para cima ao centro a lembrar um apanhado.
Scarlett ousou e deslumbrou.


Emma Stone muitíssimo elegante num vestido Ellie Saab fluido num inesperado tom verde dourado envelhecido. A profunda racha da saia deixa a descoberto a sua bonita e longa perna.
Emma domina a lei dos contrastes e ao mostrar a perna, usa os braço cobertos por longas e justas mangas. O resultado final é de uma enorme elegância, ainda que de grande irreverência.


Jenna Dewan-Tatum uma visão de sofisticação na passadeira vermelha. O seu longo vestido Zuhair Murad branco, sem mangas e de profundo decote brilha de glamour e elegância. Tudo está equilibrado. A longa cauda contrasta com o decote, que apesar de vertiginoso não revela o que não deve. Tudo no look denota equilíbrio e bom gosto.
Clap, clap, clap!


Reese Whiterspoon num fa-bu-lo-so Tom Ford! mais um vestido branco de corte justo que contorna e realça a curvas da atriz através de contrastantes detalhes a preto na cintura e decote.

O look é finalizado com uma maquilhagem fresca e radiosa. Uma verdadeira luz na red carpet.



Gwyneth Paltrow ou a visão da mais elegante da noite. Escolha perfeita este Ralph & Russo em rosa pálido. Vestido longo e justo (onde já li isto?) realçam as suas formas de modo elegante. A rosa enorme no ombro contrasta com a ausência de vestido no outro ombro. Mais uma vez a lei dos contrastes a provar a sua soberania. Gwyneth consegui uma imagem elegante, feminina e sofisticada.

24 de fevereiro de 2015

Oscares: Mais mal vestidas

Oscares, Lady Gaga em Alaia

Porque será que não fico surpreendida por constatar que Lady Gaga surge nas mais mal vestidas dos Oscares?
Será pela sua constante falta de classe, ausência de elegância?
Pode ser. Mas talvez seja pelo seu vestido demasiado grande, pelas cavas demasiado abertas, pelas luvas de lavar o esgoto...


Octavia Spencer num vestido de dama de honor dos anos 80... O que mais acrescentar?


Rita! O que é isto Rita Ora? Vestido Marquesa corte sereia versão insufláveis de Chelas! Não deixes nenhuma criança chegar perto pois podem começar a saltar em cima dessa cauda!


Jenifer Lopez, nunca ouviu dizer que uma senhora não mostra as mamas?
O vestido Ellie Saab é fabuloso, mas desadequado a quem tem maminhas tão volumosas.
Como o mais belo vestido pode estragar um look. What a shame!


Jennifer Aniston numa rede de pesca bordada a vidrilhos. Como um mulher bonita como Jennifer Aniston pode perder o controle e ficar com um ar... reles?
Será o aproximar dos 50?
Vida, por favor não me deixes perder a noção do ridículo! Não me deixes NUNCA fazer estas figuras!

19 de fevereiro de 2015

Antevisão Oscares


Gwyneth Paltrow fabulosa num longo Tom Ford branco.
Vestido de corte justo na cintura e fitting perfeito no corpo escultural da Gwyneth. Assenta na perfeição. O branco é sempre o rei da passadeira vermelha. A imagem da elegância.

4 de abril de 2014

Cinema Grátis na Culturgest

Para todos aqueles que gostam de cultura mas acham a cultura cara, fica um sugestão de cultura grátis para o fim de semana. Na Culturgest, em Lisboa.

A Cinanima – Festival Internacional de Cinema de Animação Espinho e a Société Radio-Canada em colaboração com a Culturgest oferecem este programa a não perder.
A Criação dos Pássaros
Frédéric Back nasceu em 8 de abril de 1924 numa aldeia dos arrabaldes de Saarbrücken, na região do Sarre, nesse tempo território francês. Assim que começou a andar, começou também a desenhar com tudo o que apanhava à mão, e por esses anos nasceram duas das suas grandes paixões – música e animais.
Quando chegou o tempo de escolher os seus estudos, Back sabia que era através do desenho que mais facilmente se exprimia. Tirou um curso de litografia na Écolle Estienne, em Paris, e dois anos depois foi estudar para a Escola de Belas-Artes de Rennes, onde encontrou um professor que já muito admirava como artista gravador e que teve enorme influência na sua formação, Mathurin Méheut. Com Méheut aprendeu a observar o mundo de perto e a desenhar pessoas e animais em movimento, ilustrando frequentemente as relações dos humanos com a terra e os animais.
Acabados os estudos, fez longas viagens, sempre pintando, sobretudo paisagens. Em 1948 fixou-se em North Sidney no Canadá e começou a trabalhar para a Radio-Canada onde ficou até ao fim da sua carreira. Os seus filmes de animação são verdadeiros manifestos a favor da proteção da Natureza e da alteração de comportamento dos homens e da economia, que põe em perigo “este paraíso terrestre”. A sua profunda militância exprimiu-se também de outras formas – fazendo conferências, participando em manifestações, fundando a Société Québécoise pour la Défense des Animaux. Os seus filmes foram nomeados quatro vezes para os Óscares, e por duas vezes venceu. Recebeu as maiores honras no seu país e deixou-nos na véspera de Natal do ano passado.


1ª Sessão · 15h

Abracadabra
Abracadabra (1970)
Duração: 9'20'', sem palavras
Abracadabra é a história de quatro crianças de diferentes continentes que formam um grupo para encontrar o sol e ajudá-lo a soltar-se da prisão dum feiticeiro mau. É um conto alegórico chamando a atenção para os perigos de exaustão de uma fonte natural indispensável, aqui representada pelo sol.

A conquista do Fogo
Inon Ou La Conquête du Feu (1972)
Inon Ou A Conquista do Fogo
Duração: 9'35'', em inglês, com legendas em português
Este filme aborda um tema universal: a busca do fogo. Inspirado numa lenda dos Algonquin (povo nativo no noroeste da América do Norte), o fogo é guardado por Inon, o Deus dos Trovões, para que a humanidade não lhe tenha acesso. Os animais unem-se e vão tirar o fogo ao deus para o dar aos seus irmãos humanos. A história passa-se num tempo em que humanos e animais se compreendiam uns aos outros e viviam em harmonia com a natureza.

A criação dos Pássaros
La Création des Oiseaux (1972)
A Criação dos Pássaros
Duração: 10'4'', sem palavras
A história do filme é inspirada em lendas ameríndias sobre o ciclo das estações. O bonito dia de verão termina subitamente quando as crianças fogem do Lobo Uivante, o vento terrível do frio. Abrigam-se na floresta. O Lobo Uivante despe as árvores das suas belas folhas coloridas mas não consegue encontrar as crianças, escondidas entre as plantas de folhas perenes. Por isso, junta forças com o Urso Branco, a neve, para os atingir com jatos de neve. Extenuada pelo frio, uma rapariguinha implora a Glooscap, o grande Manitou, para trazer de novo o tempo quente. Glooscap ordena ao Sol que afaste o Lobo Uivante e o Urso Branco. A seguir sopra vida nas folhas mortas, transformando-as em coloridos pássaros que enchem o ar com os seus cantos.

The Mighty River
The Mighty River (1993)
O Rio Enorme
Duração: 24', em inglês, com legendas em português
A água limpa, essencial a todas as formas de vida, está a tornar-se cada vez mais rara. Como a desflorestação, a perda de água limpa é uma tragédia global. No seguimento do sucesso internacional do filme O homem que plantava árvores (a ser projetado na sessão das 16h30), que ganhou um Óscar e levou a que se plantassem milhões de árvores, Frédéric Back decidiu fazer um filme sobre o St. Lawrence River (Rio São Lourenço). "Magtogoek", como é chamado pelo povo Mi'kmaq, nasce nos Grande Lagos, segue um extenso percurso através de Ontário e Quebeque e desagua no Atlântico. As suas águas, que antes abundavam de animais e plantas, hoje suportam as consequências de décadas de sobre-exploração e poluição industrial. Aliás, todos os rios do mundo sofrem o mesmo destino! Ao lançar-se neste grande projeto de cinema de animação, o realizador, um ativista da defesa do ambiente, esperava que a riqueza do filme, oferecendo informação surpreendente sobre o St. Lawrence River e o seu passado glorioso, suscitasse uma maior consciência dos problemas existente e inspirasse ações concretas para salvar esta e outras fontes naturais muito degradadas.

Crac!
Crac! (1981)
Duração: 15', sem palavras
Crac! revela a rápida transformação da sociedade do Quebeque através da história de uma cadeira de baloiço. Neste fascinante conto, com uma leve nostalgia, Back leva-nos ao tempo das ricas tradições varridas pelas forças implacáveis do progresso e da urbanização. Crac! é o som da árvore que cai, derrubada pelo machado e transformada em cadeira. É o som da cadeira quando baloiça. É também o som das brechas nas nossas vidas quando as mudanças ocorrem muito rapidamente. Crac! é o tributo de Frédéric Back ao Quebeque, a sua casa adotiva, e à cultura da sua mulher e do seu filho. Com este filme Back, e a produtora Radio-Canada, receberam o seu primeiro Óscar, em 1982.

2ª Sessão · 16h30

Ilusão
Illusion? (1975)
Ilusão?
Duração: 11'30'', sem palavras
"Qualquer ser vivo que partilha o mundo connosco teve que se adaptar e evoluir durante milhões de anos. Cada flor, cada inseto, cada animal é um milagre que espera para ser descoberto, uma maravilha para ser respeitada e amada. Mas gostamos de os substituir pelas nossas próprias invenções, servidas pelos mágicos da publicidade, os promotores do progresso e do consumismo. Infelizmente estas invenções ficam fora de moda muito depressa. Avariam-se, muitas vezes levando consigo o que é essencial à nossa vida e felicidade, os elementos necessários para sustentar os verdadeiros milagres produzidos pela natureza".
Frédéric Back

Taratata
Taratata (1977)
Duração: 8'30'', sem palavras
"Taratata é uma homenagem aos cortejos que se costumavam realizar no dia de São João Batista, o feriado nacional do Quebeque. Estes cortejos eram uma ocasião de honrar valores tradicionais ou demonstrar progresso através de carros alegóricos. Realizados todos os anos em 24 de junho em aldeias e cidades por todo o Quebeque, proporcionavam aos músicos e bandas locais a oportunidade de mostrar os seus talentos. As crianças adoravam os que desfilavam nos seus esplêndidos uniformes. O dia acabava com um grande fogo de artifício. Eu quis evocar mais uma vez esta celebração popular, enfatizando o que era encantador, ridículo ou pretensioso".
Frédéric Back

All Nothing
All Nothing (1978)
Tudo Nada
Duração: 11'30'', sem palavras
O filme All Nothing é uma alegoria que retrata o desejo da humanidade de se apropriar de toda a beleza e recursos da natureza. Por demasiado tempo cometemos o erro de acreditar que o mundo tinha sido criado inteiramente para nosso benefício. Como se extinguiram incontáveis espécies de plantas e animais, pouco resta ao nosso planeta para nos dar: água limpa e luxuriantes florestas são cada vez mais raras. O filme termina, todavia, com uma nota positiva: Frédéric Back acalenta a esperança de que as futuras gerações descobrirão a alegria de partilhar e a importância de viver em harmonia com a natureza.

O Homem que plantava Árvores
The Man Who Planted Trees (1987)
O Homem Que Plantava Árvores
Duração: 30', em inglês, com legendas em português
O Óscar que ganhou com Crac! permitiu a Frédéric Back realizar o seu sonho de transportar para o écran a história maravilhosa de Jean Giono, O Homem que plantava árvores. De uma maneira mais refinada, a sua mensagem ambiental e a sua filosofia de vida refletem as preocupações já patentes nos seus anteriores filmes. As sementes que o pastor planta são símbolos de todas as nossas ações, boas e más, que têm enormes consequências que mal conseguimos imaginar. Compete-nos pensar e agir de acordo com as nossas expectativas de futuro e, se possível, deixar para os que ficam depois de nós um mundo mais belo e prometedor do que aquele que herdámos.

Frédéric Back, who died last Christmas, was born near Saarbrücken (then in French territory) in 1924, developing two great childhood passions: music and animals. Since drawing was his preferred means of expression, he took a course in lithography in Paris, later studying Fine Arts in Rennes, where he was enormously influenced by a teacher, Mathurin Méheut, who taught him how to observe the world and draw people and animals in movement. In 1948, he settled in Canada and worked for Radio-Canada. His animation films are genuine manifestos in favour of nature protection, winning two Oscars.

Culturgest, Lisboa
Domingo, 6 de Abril
Grande Auditório
15h e 16h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso a partir das 14h, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.
M6

Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt

5 de março de 2014

Oscars: Pizza turns Pepsi Mad


Ellen Degeneres surprises Oscar nominies, when returning from break with the Pizza Boy.
She distributed pizza to the actors with the help of Brad Pitt and Kevin Spacey.

Who didn't like was PepsiCo, the new sponsors of the Oscars broadcast. On the other hand, Coca-cola, the long time sponsor that lost the positions for its rival, was very happy with the free exposition, and thanked Ellen on its Twiiter.






Ellen Degeneres surpreende nomeados para os Oscares, ao surgir após um intervalo com o pizza boy.
Distribuiu pizza pelos actores com a ajuda de Brad Pitt e Kevin Spacey.

Quem não gostou da brincadeira foi a Pepsi, o novo patrocinador da transmissão dos Oscares. Por outro lado, a Coca-Cola, o antigo patrocinador do evento que perdeu a posição para a sua rival, ficou contente pela exposição gratuita e agradeceu à Ellen no seu Twiiter.


4 de março de 2014

Oscares: da Passerelle para a Passadeira Vermelha

Este ano a colheita de vestidos dos Oscares foi em geral muito boa. Há muito tempo que não via tantos vestidos bonitos, elegantes e distintos juntos.
Há alguns anos em que a nuvem do mau gosto paira em Hollywood. Não foi certamente o caso de 2014 em que as estrelas escolheram vestidos elegantes, que realçam a beleza feminina.

Temos muitos vestidos de grandes criadores que saíram da passerelle para a passadeira vermelha.
Angelina Jolie, em Elie Saab Couture
Angelina Jolie num elegantíssimo Elie Saab Couture Outono 2013. O costureiro libanês não deixa os créditos por mãos alheias. Os seus vestidos são esvoaçantes, elegantes e extremamente femininos. Um dos meus costureiros preferidos da actualidade.

Calista Flockhart, em Andrew Gn 
Calista Flockhart num vestido branco bordado Andrew Gn 2014. A extrema elegância da mulher de Harrison Ford.


Kate Hudson absolutamente fabulosa num Atelier Versace. Este vestido é um dos melhores da noite. A sua cauda, a cintura marcada, os bordados as pedrarias, mas o que o torna mais especial são os ombros realçados e o detalhe da capa que o tornam excepcional.

Cate Blanchett, em Armani Privé
Cate Blanchett, Oscar de melhor Atriz 2014, deslizou esplendorosa num vestido dourado Armani Privé. O romantismo na passadeira vermelha, com o seu tule esvoaçante bordado a lantejoulas e a cristais Swarovki.

Amy Adams, em Gucci Première
Amy Adams escolheu um elegante Gucci Première, ainda que sem brilhos. O crepe de seda safira, o busto ajustado e a longa cauda, fazem deste vestido um dos favoritos da noite. O corte de sereia torna este vestido muito especial e assenta no corpo de Amy que nem uma luva.

Jennifer Lawrence, em Christian Dior Couture
Jennifer Lawrence veste um elegante vestido vermelho Christian Dior Couture. Cai-cai, cintado, peplum, um pouco comprido mas distinto.

Lupita Nyong’o, em Prada
Lupita Nyong’o, Oscar de Melhor Actriz Secundária 2014 veste um lindíssimo Prada azul céu. De enorme decote, cintura marcada e cauda esvoaçante é um elogio à feminilidade.

28 de fevereiro de 2013

Pipoca Gate

Tenho andado hiper ocupada a tratar de um projecto que espero em breve poder partilhar convosco.
Não tenho consultado a Internet, nem os blogs do costume e por isso tenho estado longe deste novo escândalo da blogosfera. Depois do caso Pepa, que nem devia ser caso, pois tratava-se de uma miúda a formular os seus desejos de ano novo e, imagine-se, teve a audácia de desejar comprar uma mala cara com o fruto do seu trabalho! Menos cara contudo que algumas bicicletas, muitas motos e a maioria dos automóveis comprados neste país.

Voltando à Ana Garcia Martins, autora do maior blog português, a Pipoca Mais Doce, teve a infelicidade de criticar as roupas dos Óscares. Para seu azar, criticou uma portuguesa doente oncológica, que ganhou a experiência de ir aos Óscares através da Make a Wish. Na minha opinião a Ana excedeu-se um pouco ao chamar bimba à tal miúda, de nome Sofia Alves, e incluir a Sofia Alves atriz, na sua crítica. Dizer que alguém está mal vestida não tem nada de mal. Dizer que a pessoa que se veste assim é bimba, já constitui uma ofensa pessoal. Acho que a Ana Garcia Martins não esteve bem neste comentário. Na pele de Pipoca Mais Doce ela veste sempre a capa do sarcasmo. É o estilo que escolheu para o seu blog. Estilo este muito apreciado e que lhe rende diariamente mais de 30.000 visitas.

Posto isto, tenho de tirar novamente o chapéu à Ana Garcia Martins. Pessoa bem formada e inteligente. Errou, é verdade. Mas apressou-se a retirar o comentário infeliz, pedir desculpa aos visados e afirmar que não pretendia ofender as pessoas, apenas criticar os trapos, algo que faz diariamente no seu blog.

Quem nunca errou que atire a primeira pedra.

Todos erramos, mas poucos têm a coragem e a dignidade de reconhecer os seus erros. Pedir desculpa, então, não vejo muitos a fazê-lo! Considero um comentário infeliz, pois chamava bimba a alguém. Não acho que o facto da visada ser doente piore a situação. Pessoalmente, acho que havia gente rica pior vestida do que a Sofia Alves. Mas quem pisa e se deixa fotografar na passadeira vermelha sabe que poderá ser alvo de críticas, que podem chegar de qualquer lugar no mundo. Para mim a Ana excedeu-se na crítica, percebeu o erro, retirou o comentário e pediu desculpas. Caso encerrado.

Podem querer sangue mas não o vão ter. Não estão a ligar com uma ignorante qualquer. Nem com uma cabeça oca que apenas gosta de trapos. Esta é a pessoa que mais gente move na Internet portuguesa. Criou o blog que mais sucesso tem, sem ninguém chegar nem perto. Tem dois livros editados, um CD, uma marca de vernizes, vestidos, jóias e t-shirts. Apoia causas solidárias e é sensível ao que a rodeia. É inteligente e bonita. Tem sucesso e é por isso muito amada por uns e invejada por outros.

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