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8 de julho de 2016

Vamos dar sangue?

Chegamos àquela altura do ano em que as reservas do nosso Instituto Português do Sangue e da Transplantação ficam mais baixas. Acumulam-se os acidentes nas estradas e diminuem as dádivas por muitos dadores estarem também de férias.

Hoje,pela primeira vez, recebi uma chamada telefónica do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, a solicitar a dádiva de sangue,

Fui consultar o site e verifiquei que as reservas do meu tipo de sangue, 0 RH-, estão em baixa. tendo o IPST reservas suficientes para apenas 4 a 7 dias.

Reservas Sangue IPST, 8 Julho 2016
Nesta imagem verificamos que todos os tipos sanguíneos negativos estão com falta de stock.

Vamos dar sangue? 


O IPST precisa de todos os tipos de sangue, já que alguns componentes sanguíneos não podem ser conservados mais de 5 dias. Há uma constante necessidade de renovação de stocks.

Para saber onde pode dar sangue no local do país ode reside ou onde passa férias, clique aqui.


24 de fevereiro de 2015

Dadores de Sangue: Precisam-se


A época de gripe trouxe as suas consequências. As reservas de sangue do Instituto Português de Sangue e da Transplantação, estão em baixo. Em Portugal temos reservas de sangue para apenas cinco dias. O IPST apela a todas as pessoas saudáveis com idade entre os 18 e os 65 anos, com mais de 50 Kg, para que dêem sangue.

Não custa nada e pode salvar vidas!

Antes da dádiva têm uma consulta para garantir que estão de plena saúde. Verifiquem aqui os locais mais próximos para a dádiva de sangue. Lembro que o Instituto Português de Sangue e da Transplantação faz recolhas ao sábado.

Eu, dei sangue há menos de 4 meses, tenho de esperar esse tempo para voltar a fazer a minha dádiva.

Vocês vão dar sangue? Quem vai partilhar?


20 de fevereiro de 2015

Medicina não intrusiva

As enfermeiras avisam-nos dos potenciais efeitos secundários das vacinas. Eu preferido sempre pensar que nada vai acontecer. Desejo que passem pela vacinação de forma suave e tranquila. Umas vezes temos sorte e nada acontece, outras já se tornam mais duras.

Desta vez o pequenote veio com os dois braços hirtos. A queixar-se que doía muito, que não podia mexer os braços. O normal, não é? Fez gelo. E todos sabemos como gelo faz milagres nas dores das crianças. O que mais me custou foi, menos de 24 horas após as vacinas, estar cheio de febre. É normal, eu sei. Mas custa. Custa vê-los assim. Lá vamos ao paracetamol, que não se pode dar ibruprofeno depois das vacinas!

Lá o vemos a arrebitar e deixamos de nos sentir tão culpados. A vacina é aquele mal menor, do mal maior que as doenças podem causar. Custa muito a uma mãe ou pai, voluntariamente deixar um adulto espetar agulhas nos braços do nossos bebés (vão ser nossos bebés para sempre!). Custa vê-los chorar, dizer que dói e dizer-lhes que tem de ser. Que é para o bem deles. É óbvio que não acreditam!

Sonho com o dia em que as vacinas sejam todas por gotas na boca, ou doutra forma não intrusiva. A medicina está finalmente a adotar técnicas menos intrusivas. já conseguimos fazer diagnósticos sem sem abrir o corpo para olhar para dentro. Já temos radiologia, ecografia. Já conseguimos, por fora, ver como está a funcionar o corpo por dentro.

Eu sonha com o dia em que deixaremos de tirar sangue para fazer análises e deixemos de injectar vacinas para dentro do corpo. se não é agradável para um adulto, pode ser muito traumatizante para uma criança.

E somos todos diferentes. Se eu consigo dar sangue várias vezes ao ano, cá em casa marido e dois filhos quase desmaiam para tirar sangue. Não sinto o mesmo. Não me faz confusão nenhuma. Consigo ver sangue, socorrer acidentados. Ter todo o sangue frio que é preciso, para ajudar quem precisa. Mas nem todos somos assim.

Muitos desmaiam a tirar sangue. Ficam com o coração a bater desordenadamente e a enorme velocidade. Paralisados de medo. Isto é real, não é fita. é fisiológico. O coração bate mais depressa.

Eu sonho com uma medicina mais humana, menos intrusiva. Penso nisto desde miúda. Antes por mim, agora pelos meus filhos. Mas também por todos.

6 de agosto de 2012

Carolina Patrocínio: Dar está-lhe no sangue

Carolina Patrínio: Dar está-lhe no sangue
"Dar Está-lhe no sangue" é o mote da nova campanha de sensibilização para a dádiva de sangue, do novo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, resultado da fusão do antigo Instituto Português de Sangue e Autoridade para os Serviços do Sangue e da Transplantação e os centros de Histocompatibilidade.

A grande novidade desta fusão é que no local onde der sangue, já se pode inscrever para futuro dador de medula óssea, não sendo para isso necessário dirigir-se a um dos centros de histocompatibilidade.

Finalmente consegui inscrever-me como futura dadora de medula óssea. Assinei o meu consentimento e aceitei que sejam feitas análises para tipagem HLA.

Agora a minha tipagem HLA será inscrita no registo nacional do CEDACE (Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão) que por sua vez os irá inserir no registo mundial do "Bone Marrow Donors Worlwide" (BMDW).

Graças ao esforço dos organismos oficiais e da sociedade civíl, Portugal passou do último lugar em nº de dadores inscritos em 2002, para o 2º lugar europeu e 3º lugar mundial em 2009. Neste momento os nossos dadores ajudam doentes de todo o mundo, assim como Portugal recebe dádivas de dadores compatíveis dos quatro cantos do mundo.

Para saber onde dar sangue  e inscrever-se como dador de medula óssea, veja aqui os locais disponíveis em todo o país.

A Carolina Patrocínio também está  ajudar esta causa, emprestando a cara para a campanha de sensibilização para a dádiva de sangue. Como todos sabem o sangue é um bem escasso e do qual dependem muitas vidas.

Está nas nossas mãos ajudar e divulgar esta iniciativa para podermos salvar mais vidas.
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