Já sinto falta do exercício de escrita diária que desenvolvi neste blog e que tem estado ausente nos últimos meses.
A obrigação, por mim auto-infligida, de escrita diária foi um processo útil na organização de ideias, na busca diária de algo que pudesse ser salientado na minha vida, ou numa sugestão para os leitores.
No entanto, por ter decidido que o blog não seria um espaço de queixas, nem de maldizer, antes um espaço onde sempre tentei registar e salientar as coisas boas da vida. Da minha Vida.
No entanto, há dias, meses e longos períodos em que a nossa vida é uma luta contra problemas familiares, problemas de saúde e em que todas as nossas forças estão focadas na resolução desses problemas.
Problema é ela própria uma palavra que não gostaria que fosse usual neste espaço. Esta tem sido a minha vida no último ano e picos. Tenho tido grandes problemas para aprender a lidar, resolver uns, aceitar outros sem solução.
Por tudo isto, a minha maior ausência deste espaço. Não quero andar a queixar-me de problemas. Não pretendo suscitar pena pois todos temos os nossos próprios desafios e dificuldades . Todos temos as nossas alegrias e as nossas tristezas. Não gosto de carregar os outros com o fardo dos meus problemas.
Prefiro ter um espaço de troca de ideias, onde se salientam as coisas boas da vida, por muito pequenas e insignificantes que possam ser.
Continuo a escolher ser Feliz. Uma escolha diária. Uma opção face aos problemas. Muitos não os posso resolver. Alguns terão solução a seu tempo. Isto é, talvez o tempo os ajude a resolver. Os que dependem de mim tenho tentado resolver.
Um grande problema de cada vez. Para me poder focar e conseguir canalizar energias suficientes para a sua resolução. Quando um destes grandes problemas está resolvido, logo ataco outro. Novamente foco a atenção e a energia no problema seguinte.
Tenho um ou dois desses problemas controlados. Não têm solução. Estou a meio da resolução de outro enorme problema. Possivelmente o mais importante e difícil de resolver de toda a minha vida. Tenho de ter paciência pois o processo leva tempo. Preciso de ser resiliente e não desistir, nem perder a motivação pelo caminho.
E voltar a ler este texto várias vezes para não me esquecer.
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14 de abril de 2017
3 de janeiro de 2015
Esperança e otimismo
O Novo Ano veio chegou com novos sentimentos nos portugueses. Finalmente, o vocabulário foi alterado. As palavras que detesto como crise, e a pior de todas, que evitei ao longo destes anos sempre a pensar em escrevê-la apenas em jeito de despedida - troika - palavra horrenda, que nem pertence à língua portuguesa, foi usada até à exaustão pela comunicação social, políticos e população.
Este novo ano de 2015, trás um novo léxico aos portugueses. as palavras agora são de otimismo. Uma nova energia positiva corre mas bocas de cada um, nas mensagens nas redes sociais. Todos desejam saúde em primeiro lugar, pois tudo o resto é considerado vir por acréscimo. Um retorno ao que é essencial. Isto é bom. Já não se ouve tantos pedidos de emprego, como em anos anteriores, tendo eu própria formulado esse desejo em 2012.
Os corações enchem-se de esperança num ano melhor e essa onda de energia positiva tem realmente influência no que poderemos esperar dos próximos tempos.
Um brinde à esperança e ao otimismo de todos!
1 de dezembro de 2014
Copo Meio cheio ou meio vazio?
Vocês conseguem ver o copo meio cheio, ou só o conseguem ver meio vazio?
Eu confesso que sou uma otimista. Gosto de ver o copo meio cheio.
Gosto de tentar ver o lado positivo de todas as situações.
Bom mas hoje é difícil.
Estou no estrangeiro. Sem bagagem e com o cartão sem funcionar.
Bom não é?
Há coisas piores, não há?
Pelo menos tenho Internet. Bastou entrar um Starbucks (viva o Starbucks) e fazer um consumo para me entregarem a senha do WiFi.
Pelo menos consigo comunicar-me com o mundo. Mas não está fácil. Resta-me pouco dinheiro na carteira.
O meu banco, o Barclays, não me resolve a situação. Já liguei diversas vezes. Não sabem o que se passa com o cartão multibanco que ativei esta manhã em Lisboa, levantei dinheiro e agora não funciona no estrangeiro.
O serviço de atendimento ao cliente é péssimo. Já me fizeram gastar roaming diversas vezes para não resolverem nada. Dizem que se o cartão ficou ativo devia funcionar em todos os lugares.
Agora só preciso apanhar o metro até ao hotel e tentar relaxar. Dava-me algum jeito conseguir comprar alguns bens de primeira necessidade. Alguma roupa interior e produtos de higiene.
Jantar também seria bem vindo. Até ao pequeno almoço de amanhã ainda sou capaz de passar alguma fome. Tenho de ir à carteira contar moedas e ver o que se arranja.
Amanhã espero acordar, o cartão funcionar e tudo ficar resolvido.
Sou uma otimista! O que não deixa de ser uma forma de egoísmo. Quanto maior o otimismo melhor me vou sentir, logo melhor para mim mesma. Mas hoje isto está a custar um bocadinho...
Eu confesso que sou uma otimista. Gosto de ver o copo meio cheio.
Gosto de tentar ver o lado positivo de todas as situações.
Bom mas hoje é difícil.
Estou no estrangeiro. Sem bagagem e com o cartão sem funcionar.
Bom não é?
Há coisas piores, não há?
Pelo menos tenho Internet. Bastou entrar um Starbucks (viva o Starbucks) e fazer um consumo para me entregarem a senha do WiFi.
Pelo menos consigo comunicar-me com o mundo. Mas não está fácil. Resta-me pouco dinheiro na carteira.
O meu banco, o Barclays, não me resolve a situação. Já liguei diversas vezes. Não sabem o que se passa com o cartão multibanco que ativei esta manhã em Lisboa, levantei dinheiro e agora não funciona no estrangeiro.
O serviço de atendimento ao cliente é péssimo. Já me fizeram gastar roaming diversas vezes para não resolverem nada. Dizem que se o cartão ficou ativo devia funcionar em todos os lugares.
Agora só preciso apanhar o metro até ao hotel e tentar relaxar. Dava-me algum jeito conseguir comprar alguns bens de primeira necessidade. Alguma roupa interior e produtos de higiene.
Jantar também seria bem vindo. Até ao pequeno almoço de amanhã ainda sou capaz de passar alguma fome. Tenho de ir à carteira contar moedas e ver o que se arranja.
Amanhã espero acordar, o cartão funcionar e tudo ficar resolvido.
Sou uma otimista! O que não deixa de ser uma forma de egoísmo. Quanto maior o otimismo melhor me vou sentir, logo melhor para mim mesma. Mas hoje isto está a custar um bocadinho...
4 de fevereiro de 2014
Por em Perspectiva
Quando temos um dia tramado, quando alguns seres conseguem não chegar ao nível de humanos, quando nos conseguem humilhar, perseguir, denegrir, chatear e enfurecer...
O melhor é mesmo por as coisas em perspectiva.
Depois de secar as lágrimas olho à volta e agradeço ter a família que tenho; todos termos saúde (OK, com umas mazelitas, mas tudo coisas sem importância); termos uma casa com teto, onde não chove; termos comida na mesa; termos o aconchego do lar.
Acendo a lareira, recebo os meus filhos à porta, recebo mil abraços e beijos.
Ficam extasiados com a lareira acesa durante a semana.
Jantamos e aconchegamos-nos no sofá, como uma ninhada de gatinhos.
Ponho as coisas em perspectiva, agradeço à vida tudo o que tenho.
E arranjo forças para um novo dia, acreditando que amanhã será um dia melhor do que hoje.
Beijinhos!
Paula
O melhor é mesmo por as coisas em perspectiva.
Depois de secar as lágrimas olho à volta e agradeço ter a família que tenho; todos termos saúde (OK, com umas mazelitas, mas tudo coisas sem importância); termos uma casa com teto, onde não chove; termos comida na mesa; termos o aconchego do lar.
Acendo a lareira, recebo os meus filhos à porta, recebo mil abraços e beijos.
Ficam extasiados com a lareira acesa durante a semana.
Jantamos e aconchegamos-nos no sofá, como uma ninhada de gatinhos.
Ponho as coisas em perspectiva, agradeço à vida tudo o que tenho.
E arranjo forças para um novo dia, acreditando que amanhã será um dia melhor do que hoje.
Beijinhos!
Paula
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