Estou em choque, tenho o estômago embrulhado, tenho nojo da espécie humana!
Que tipo de ser esfaqueia o seu filho bebé de 3 meses?
Só um ser muito repugnante! Asqueroso! Abominável!
O desemprego não pode ser desculpa para um comportamento deste tipo!
Ainda por cima tão perto! Alguém por quem posso já ter passado e dado os bons dias!
Estes seres malignos não merecem nada, não merecem viver. A sua vida é uma ameaça para os inocentes.
Sempre fui contra a pena de morte mas estou a mudar a minha opinião. Há seres humanos que de humanidade nada têm. Estes seres não merecem compreensão.
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8 de abril de 2015
2 de abril de 2014
Carolina Patrocinio mostra a filha (e a barriga)
Carolina Patrocínio mostra a filha Diana seis dias depois do seu nascimento, ao mesmo tempo que mostra a sua barriga de pós-parto.
Que barriga linda! Quem me dera!
Mas, para dizer a verdade, nunca tive uma barriga assim, nem antes de estar grávida!
É a combinação perfeita entre boa genética, excelente alimentação e muito exercicio físico.
Felicidades Carolina!
1 de abril de 2014
Carolina Patrocínio sai da Maternidade
Carolina Patrocínio sai da Maternidade com a sua filha Diana. Os treinos físicos antes e durante a gravidez garantiram à Carolina um físico invejável. Mesmo no fim da gravidez, Carolina tinha apenas barriga, continuando o seu corpo a demonstrar uma excelente preparação física.
E assim, saí da maternidade a Carolina, linda e radiosa com a sua filha recem-nascida.
Quem possa fazer exercício durante a gravidez é recomendável continuar. Eu que fazia exercício diário, infelizmente fui obrigada a parar. Quem não tenha contra-indicações pode e deve continuar com a sua rotina de exercício físico. Já iniciar uma rotina de exercícios durante a gravidez não é recomendado, excepto se for uma coisa muito ligeira como caminhar ou nadar mas de forma ligeira e em baixa intensidade.
20 de janeiro de 2014
Carolina Patrocínio: Grávida de 7 meses
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| Carolina Patrocínio, gravida de 7 meses |
Continua a cuidar da sua saúde e do seu bebé com a ajuda profissional de uma nutricionista de um personal trainer.
A Carolina Patrocínio é uma miúda muito querida dos portugueses, desde que começou a sua carreira televisiva aos 16 anos a apresentar o Disney Kids.
Hoje é uma mulher bonita, com uma figura invejável.
Talvez por isso, como vivemos num país de invejas, já esteja a ser vítima de comentários maliciosos sobre a pequenez da sua barriga de grávida.
Acho de muito mau gosto esse tipo de comentários. Cada pessoa é única e o seu corpo reage de forma diferente a cada situação. A Carolina Patrocínio, é magra. Sempre foi. Tem o corpo bem tonificado, com bastante massa muscular. É normal que os músculos abdominais demorem mais tempo a relaxar e a esticar. Acontece isto a todas as atletas.
Eu própria também sofri comentários desagradáveis à minha pequena barriga. Nunca fui tão magra nem tonificada com a Carolina Patrocínio (quem me dera!). Mas ainda assim, faço barrigas pequenas. Aos nove meses de gravidez, tinha uma barriguinha de 6 meses. As pessoas na rua, lojas davam-me os parabéns "Ah! Está grávida! Parabéns! De quanto tempo?" Nove meses, respondia. Os rostos risonhos faziam um esgar. "Mas o bebé está a desenvolver-se?" Ao que respondia que o bebé estava a desenvolver-se a bom ritmo, estava tudo bem e que a minha pequena barriga era normal.
Sei o que é ouvir este tipo de comentários e não é agradável. Felizmente não sou pessoa de ficar a pensar em coisas negativas e confiei nos médicos que viam o normal desenvolvimento dos meus bebés.
A segunda e a terceira gravidez vieram a ser uma confirmação da primeira pequena barriga. Tive três barriguinhas. Claro que na 2ª gravidez a barriga apareceu mais cedo e na terceira tornou-se visível mais cedo ainda. Sem me ter impedido de, no trabalho, esconder a gravidez nos primeiros três meses.
Tive 3 bebés saudáveis gerados em 3 pequenas barrigas. Teve vantagens: menos peso à frente, menos problemas nas costas, zero estrias.
Mas o importante mesmo é a saúde dos bebés e desejo a maior felicidade à Carolina Patrocínio e toda a saúde para a sua menina.
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| Carolina Patrocínio, gravida de 7 meses |
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| Carolina Patrocínio mostra barriga de 7 meses de gravidez |
11 de janeiro de 2014
A hora da refeição
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| (não é o meu filho, mas é MUITO parecido) |
Por aqui é sempre com:
- Come!
- Comam lá!
- Pára de falar e come!
- Juntem a comida no prato e comam!
Termina com aborrecimentos, com ter de pegar nos talhares e pôr a comida na boca do mais novo, se não quiser ficar uma hora sentada à mesa.
E isto desde sempre...
O mais novo se não começar a jantar até às 19h diz-nos: "Quero leitinho".
Isto significa que já está demasiado cansado para mastigar. Tem fome mas apenas aceita um biberon com leite e papa, para ver se engorda, o que nunca aconteceu. Mal lhe damos o bibereon, bebe e adormece ao mesmo tempo...
28 de novembro de 2013
Portugueses têm menos filhos do que gostariam
Os portugueses gostariam de ter em média mais de 2 filhos. Na realidade acabam por ter apenas 1,03 filhos.
Estes são alguns dos resultados do Inquérito à Fecundidade 2013 (IFEC), realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS).
Já há uns tempos tinha perguntado Aqui quantos filhos gostariam de ter na infância e quantos acabaram por ter.
As respostas eram semelhantes. Gostariam de ter mais filhos, mas devido às dificuldades actuais de emprego e salários dignos acabavam por ter menos filhos do que desejariam.
Estes resultados entristecem-me pois gostava que as pessoas tivessem os filhos que desejassem, mais ou menos, segundo as suas opções. Não gosto de ver um assunto tão sério, tão íntimo e central da vida de alguém, ser determinado por factores externos que em nada podemos alterar.
E assim, a taxa de natalidade em Portugal continua a diminuir e ano após ano vamos atingindo mínimos de natalidade históricos.
Eu sempre desejei ter 3 filhos e tive 3 filhos. Mas paguei caro: fui despedida durante a licença de maternidade do terceiro. Um duro golpe na minha vida, hoje em vias de ser ultrapassado com o meu novo emprego.
Conviver com os meus filhos faz com que tenham valido a pena todos os sacrifícios!
25 de setembro de 2013
Lookbook Zara Mini
Fiquei rendida quando vi a coleção da Zara Mini.
É tudo tão terno, tão meigo, tão tranquilo que (quase) tenho vontade de ter um novo bebé!
Não fossem as noites mal dormidas e o facto de já ter três crianças a partilhar o mesmo quarto...
Olho para estas peças lindas e sonho...
E já sei o que oferecer à amiga que está prestes a ter o seu bebé!
É tudo tão terno, tão meigo, tão tranquilo que (quase) tenho vontade de ter um novo bebé!
Não fossem as noites mal dormidas e o facto de já ter três crianças a partilhar o mesmo quarto...
Olho para estas peças lindas e sonho...
E já sei o que oferecer à amiga que está prestes a ter o seu bebé!
25 de julho de 2013
Príncipe George de Cambridge
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| Sua Alteza Real, Principe de George de Cambridge |
É este o nome escolhido por Kate e William para o bebé real, o seu primogénito, 3º na linha de sucessão na monarquia britânica.
George Alexander Louis. Não podiam ter escolhido um pouco melhor? Só um pouquinho? Uma carinha tão bonita com um nome destes?
Têm sempre de pôr os nomes dos seus avós e outros antepassados reais. Um enorme peso para quem acaba de nascer...
8 de novembro de 2012
Porque amamentar o bebé?
Razões para amamentar:
O leite materno tem a composição ideal de nutrientes que o vosso bebé necessita. Tem a quantidade ideal de proteínas, lípidos (gordura) e hidratos de carbono (açucares) que o bebé precisa. Ao longo do tempo estas quantidades vão sendo alteradas de forma a adaptarem-se às alterações das necessidades do bebé.
Estes nutrientes já vêm na forma ideal para o vosso bebé os utilizar, não necessitando de uma digestão demasiado complexa, não provocando a formação de gases, tão dolorosos para o bebé.
Não se esqueçam o leite de vaca serve para um bezerro se transformar numa vaca. Não é o ideal para um bebé humano!
Proteção e sistema imunitário:
Para além dos nutrientes certos o leite materno protege o bebé das infecções. O leite é uma verdadeira vacina para o seu bébe. O leite transporta os anti-corpos, partículas guerreiras que combatem as infecções, como as constipações, gastroenterites, e as doenças infecto-contagiosas como o sarampo, a varicela, etc.
Um bebé amamentado é um bebé protegido, com um risco muito menor de ter uma infecção. Não quer ver o seu bebé internado num hospital devido a uma otite, pois não? Claro que não.
Não faz o que puder para evitar que o seu bebé fique doente? É claro que faz! A amamentação garante que todos os seus anti-corpos sejam passados ao seu bebé. Garante que o seu bebé estará protegido contra todas as infecções que você mesma já ganhou protecção. Haverá algo melhor?
É importante aqui referir que este tipo de imunidade é transitória. Dura apenas no primeiro tempo de vida do bebé. Depois o bebé terá de adquirir a sua própria imunidade. E será essa, a imunidade adquirida, que ficará com ele para o resto da vida.
Recuperação da mãe:
A amamentação não é só boa para o bebé. A amamentação é excelente para a mãe. A sucção do bebé estimula a produção de oxitocina, que leva a uma maior produção de leite. Mas a oxitocina tem outro papel fundamental para a mãe. A oxitocina provoca contrações uterinas. Não estamos a falar da contrações que ocorrem durante o trabalho de parto. Nada disso. São pequenas contrações ritmadas que ocorrem durante o tempo em que o bebé mama. Sente-se como se fosse uma massagem muito agradável dentro da nossa barriga. Estas contrações ajudam o útero a voltar ao lugar. A pouco e pouco o útero vai diminuindo de tamanho, ganhando a forma e volume que tinha antes da gravidez.
A amamentação é por isso fundamental para que a mãe recupere a sua figura, diminua o seu perimetro abdominal e volte a sentir-se bem no seu corpo. Em resumo, amamentar também melhora a auto-estima.
Não se esqueçam: o leite materno é o melhor para o vosso bebé e amamentar é o melhor para vocês.
Os meus outros posts sobre a amamentação:
Amamentar: a primeira vez
Amamentação do segundo filho
Amamentação: sim ou não
4 de outubro de 2012
Amamentação do segundo filho
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| Amamentar |
Antes de mais já sabemos como é. Já não estamos assustadas com as histórias do que pode correr mal, do que correu menos bem com a vizinha, com a prima, com a cunhada da amiga.
Os casos menos bons são assim, de um para mil. Nos outros 999 tudo corre bem.
Não começar logo assustada é meio caminho andado para o sucesso. Depois a subida do leite ocorre mais cedo e é menos brusca. O corpo já está adaptado. Todo o processo acontece naturalmente, sem sobressaltos.
Foi assim que parti para a amamentação do segundo filho. Tudo correu em velocidade de cruzeiro. O leite surgiu gradualmente. O bebé foi mamando, o estimulo levou a que mais leite fosse produzido. Conseguia sempre tirar um pouco de leite no fim das mamadas e colocar num biberão no frigorífrico. Todos os dias dava ao bebé uma refeição de leite materno através de biberão.
Por um lado, estava a habituá-lo ao biberão e não estranharia quando um dia fosse preciso alguém dar-lhe por mim. Por outro lado, eu mesma aproveitava para deixar o bebé ao cuidado de alguém e sair, apanhar ar, ir ao ginásio. Enfim, ter umas horinhas do dia para mim. Para fazer o que me apetecesse ou precisasse. E sabe tão bem! Faz tão bem à nossa cabeça, ao nosso bem estar e auto-estima.
Querer momentos para nós não é egoísmo. Para darmos precisamos de ter. Se não estivermos felizes, equilibradas, não podemos dar estabilidade e felicidade aos nossos filhos. O pai e as avós, ou os tios podem muito bem ficar com o bebé por umas horas. Nós podemos sair com uma amiga, podemos ir ao ginásio para recuperarmos a nossa forma, podemos ir ao cabeleireiro ou à esteticista. Faz muito bem à alma.
Esta semana continuarei com mais posts sobre amamentação. O meu contributo para a celebração da Semana Mundial do Aleitamento Materno.
3 de outubro de 2012
Amamentar: a primeira vez
A propósito da Semana Mundial do Aleitamento Materno, recordo os momentos que tive com os meus três filhotes.
Como mãe de primeira viagem estava um pouco assustada com as histórias que ouvira de bebés que não mamavam, que não pegavam no peito da mãe. Ouvia relatos em que o leite não era bom, enfim, uma parafrenália de preocupações.
Marquei uma consulta pré-natal com uma pediatra. Queria saber tudo o que teria de fazer nos primeiros dias, já que a primeira visita à pediatra depois do nascimento seria apenas ao fim de uma semana.
E se alguma coisa corresse mal nessa primeira semana? Se o bebé não mamasse? Se eu não tivesse leite suficiente? Se, se e se. Tantos se’s cheios de preocupações!
Tive muita sorte com a minha pediatra. Uma senhora muito experiente mas com os olhos no futuro. Sempre a par das últimas investigações científicas na área da pediatria, não fosse ela também investigadora nesta área.
Explicou-me que o normal é as mães terem leite. O normal é o leite ser bom e adequado ao desenvolvimento do bebé. O leite vai-se alterando ao longo do tempo para ter a composição correcta e necessária a cada etapa do desenvolvimento dos nossos bebés.
Mas se eu não tiver leite suficiente?
As mães têm leite suficiente, desde que bebam bastante água. Não se pode dar leite sem beber água. A maioria das mães que não têm leite suficiente é porque não bebem água. Não se pode produzir um líquido sem se ingerir água.
E se o meu leite não for bom?
O leite materno é bom e adequado ao desenvolvimento do bebé. O importante é a mãe comer bem. Não saltar refeições, fazer uma alimentação equilibrada, com todo o tipo de alimentos. Um pouco de cada variedade. À partida não há alimentos proibidos.
E se o bebé não mamar?
Os casos em que os bebés não mamam, não conseguem mesmo pegar na mama são raros. Aí, deverá contactar um médico ou enfermeiro que a poderá orientar. Estes casos são raríssimos.
O normal é os bebés mamarem. A mãe terá apenas de beber bastante água e alimentar-se correctamente. E claro, estar disponível para o bebé.
Afinal foi um descanso. A miúda mamou eu tive uma sede de morte. Nem conseguia amamentar sem uma garrafa de água ao lado. Bebia a toda a hora e sempre durante a amamentação.
Sei que por vezes há problemas. Há bebés que não conseguem mamar. A causa mais comum é o mamilo da mãe estar para dentro e o bebé não o conseguir agarrar. Para estes casos há uns mamilos de silicone que se vendem na farmácia e resolvem o problema. Também servem para utilizar quando a mãe tem os mamilos gretados e evitar que a boca do bebé entre em contacto com o mamilo.
O problema mais grave e também o mais raro é quando o bebé não consegue a sucção. Por não ter força, ou por não perceber o que tem de fazer. O que quer que seja. Estes são os raros casos em que não se consegue amamentar. Nos outros casos, com muita vontade e paciência, conseguimos!
2 de outubro de 2012
Semana Mundial do Aleitamento Materno: 1 a 7 de Outubro
Estamos na Semana Mundial do Aleitamento materno. Comemora-se de 1 a 7 de Outubro.
Faz-me lembrar quando amamentei os meus filhos e a sensações maravilhosas que me trouxe.
Amamentei porque quis. Amamentei porque era o melhor para eles e foi o melhor para mim.
Foi preciso querer, dedicar-me e usufruir de momentos únicos que jamais se repetirão nas nossas vidas.
Recomendo a todas as futuras mamãs!
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