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6 de fevereiro de 2016
Perigos de inverno
Se no verão ouvimos notícias de banhistas que morrem afogados, no inverno somos surpreendidos por esquiadores apanhados por avalanches.
Este ano tem sido bastante propicio. Por estes dias, mais cinco checos morreram numa avalanche quando esquiavam numa estância na Áustria.
Aqui há que ter também atenção aos avisos meteorológicos. Havia para a região um aviso de risco de avalanches de grau 3, o terceiro mais elevado numa escala de cinco. Não podem dizer que não foram avisados!
25 de agosto de 2012
Caravela Portuguesa: Esse monstro dos mares
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| Caravela Portuguesa |
Foi a mesma caravela portuguesa (Portuguese-Man-Of-War em inglês) que impediu Diana Nyad de atravessar a nado de Cuba à Florida.
"Caravela Portuguesa ou Garrafa Azul (Physalia physalis) é um animal do grupo dos cnidários (anémonas, hydras e corais), de cor azul, rosa, violeta ou vermelha, que flutua na água ao sabor do vento e das marés, porque não tem movimento próprio e aparece em todos os mares tropicais e temperados. O seu corpo é formado por uma carapaça (o flutuador, que é a única parte visível de fora da água) cheia de um gás onde predomina o nitrogénio, e que atinge os 30cm. Logo abaixo desta carapaça há um aglomerado de pólipos de onde saem os tentáculos (filamentos), revestidos por células venenosas urticantes (cnidócitos) que podem ultrapassar os 30 metros e que são utilizadas para a captura de peixes, moluscos e outros destinados à sua alimentação. São estes tentáculos, com milhares de pequenos dardos directamente ligados a cápsulas contendo veneno (neurotoxinas) que, ao serem tocados, injectam o veneno nas presas.
Nas suas deambulações sem rumo, a caravela portuguesa por vezes aparece junto à costa e mesmo nas praias, tanto na água como na areia, constituindo um perigo real para as pessoas. Para os banhistas, mesmo alguns fragmentos da caravela portuguesa encontrados na areia, ao sol, podem ser perigosos, pois basta basta um pequeno toque para que o veneno se propague.
A dor provocada pelo contacto com a caravela portuguesa é intensa e semelhante à de uma queimadura, a que se segue um misto de ardor e comichão, náuseas e espasmos, que serão tanto mais graves quanto maior for a área de contacto. A lesão passará depois a ter o aspecto de uma queimadura por ácido."
In Katembe
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