Mostrar mensagens com a etiqueta afectos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta afectos. Mostrar todas as mensagens
4 de janeiro de 2014
Vento
Hoje acordei assim, com o barulho do vento.
Os miúdos assustados com o som dos caixotes do lixo a serem arrastados estrada fora.
Vieram para a nossa cama à procura de conforto.
Encontraram calor e mimos.
Dizem ter medo do vento. Mostrei-lhes como é bom ter uma casa seca e quente, num sítio alto onde nunca inunda.
Aninharam-se, abraçaram e beijaram. A expressão matinal dos afectos. Rapidamente quiseram ir à janela ver os caixotes do lixo caídos pela rua. Os carros tinham até de se desviar. Tudo é uma aventura nesta magnífica viagem que é a vida.
19 de dezembro de 2013
A Felicidade que quero Ter
Um post que li hoje no Homem Sem Blog inspirou-me.
O Bruno assume preferir não chegar a rico solitário mas ter um emprego razoável e constituir uma família onde impera o amor.
Como o compreendo. E partilho da mesma escolha.
Tive uma carreira de sucesso, depois casei e tive filhos. Ao 3º fui despedida da multinacional onde trabalhava. Passei de bestial a besta!
Deixei de ter o dinheiro que tinha. Hoje arranjei um emprego mais modesto mas ainda assim numa área que gosto.
Olho à minha volta e vejo 3 filhos fantásticos. Oiço as suas gargalhadas e canções todo o dia e vejo que valeu a pena. Sonho chegar aos 80 com uma família unida, carinhosa e terna. Até lá dou e recebo milhões de beijos e abraços por dia.
Cá em casa cultivamos a expressão dos afectos. Todos nos beijamos e abraçamos. Os miúdos estão habituados e retribuem. Mais ainda. Cada vez que entro em casa atropelam-me de abraços e beijos.
E isto, não há dinheiro que possa comprar!
O Bruno assume preferir não chegar a rico solitário mas ter um emprego razoável e constituir uma família onde impera o amor.
Como o compreendo. E partilho da mesma escolha.
Tive uma carreira de sucesso, depois casei e tive filhos. Ao 3º fui despedida da multinacional onde trabalhava. Passei de bestial a besta!
Deixei de ter o dinheiro que tinha. Hoje arranjei um emprego mais modesto mas ainda assim numa área que gosto.
Olho à minha volta e vejo 3 filhos fantásticos. Oiço as suas gargalhadas e canções todo o dia e vejo que valeu a pena. Sonho chegar aos 80 com uma família unida, carinhosa e terna. Até lá dou e recebo milhões de beijos e abraços por dia.
Cá em casa cultivamos a expressão dos afectos. Todos nos beijamos e abraçamos. Os miúdos estão habituados e retribuem. Mais ainda. Cada vez que entro em casa atropelam-me de abraços e beijos.
E isto, não há dinheiro que possa comprar!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
