Acordar. Mais cedo do que gostaria num sábado de manhã. Os filhos mais novos trauteiam canções. A mais velha já gosta de dormir. Os mais novos não deixam. Cantam a bom som. As pilhas completamente carregadas pela manhã.
Lá me despeço do calor do edredão e enfrento o dia frio. Solarengo mas frio. Um frio seco, mesmo como eu gosto.
Chamar o reboque e tratar do pneu que rebentou.
Programa pouco agradável, mas que se suporta melhor num sábado de sol do que num final de tarde de sexta feira de chuva... E trânsito.
Já estão de volta do meu pneu. Só me resta aproveitar o Wi-Fi , cortesia da garagem e esperar pelo carro e respetiva fatura!
Um surpresa sempre desagradável.
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7 de fevereiro de 2015
6 de fevereiro de 2015
Pneu Furado: Quem quer?
Mas que bela maneira da iniciar o fim de semana, isto é, de acabar a semana.
Pneu em baixo, jante no chão...
Golpe no pneu.
Como ver o copo meio cheio?
É só despesa. Ninguém se magoou.
Que sorte, não?
9 de outubro de 2012
Carteira leve, Manhã perdida
É sair da casa só para levar os mais novos à creche. `
É o carro lembrar-me, mais uma vez, que já entrei na reserva e que tenho urgentemente que pôr gasolina, se não quiser ficar parada na estrada, ou pior, na autoestrada.
É passar em frente à Norauto e lembrar-me que tenho de comprar um pneu novo, depois de ter rebentado um na semana anterior e estar a circular com o pneu sobresselente.
Eu não gosto de ir à Norauto. Primeiro porque se demora muito tempo, não que o serviço seja lento. É que isto de reparar automóveis não é como “sai duas bicas cheias”. Eles são muito atenciosos, orçamentam tudo, explicam tudo, mostram tudo. Eu é que sou uma naba para isto de automóveis. Sei pôr gasolina e água no retrovisor. E já chega. Quando é preciso levo o bicho à revisão e eles que tratem de tudo. Sou como um burrito a olhar para o palácio. Não me perguntem quando mudei velas, ou filtros disto ou daquilo. Para isso é que há profissionais a quem encarrego de me disserem o que o meu carro precisa. Eu não falo a sua linguagem e não sei o que necessita.
Voltando à Norauto, os funcionários são simpáticos, atenciosos e prestáveis. Agora o serviço é lento, porque assim tem de ser, e quando nos dizem para ficar meia hora à espera, não há nada que uma rapariga goste de ver. Não há montras, nem coisas giras. Têm uma loja enorme cheia de bugigangas para automóveis. Coisas que não faço a menor ideia para que servem e das que não consigo tirar o menor prazer em olhar, quando passo pelos corredores.
Lá escolhi ir a pé até ao centro comercial Alegro e entreter-me com montras a sério.
Volto passado uma hora. O meu carro ainda está sem pneus.
O funcionário super atencioso e esclarecedor lá me mostra o estado lastimoso dos meus pneus em que a borracha já está ressequida e pronta a romper-se na primeira curva; mostra-me também, aí!, as pastilhas dos travões dianteiros completamente gastos e os discos dos travões já danificados. Ou pelo menos tentou, já que consigo ver as pastilhas feitas em papel mas nos discos não consigo ver a diferença.
Adiante. Quem ia comprar um pneu, teve de comprar dois pneus, dois discos e duas pastilhas de travões. Mais a montagem desta tralha toda.
É claro que o carro onde ando com os meus três filhos ficou mais seguro mas a minha carteira ficou 300€ mais leve e a minha manhã só acabou às 15h30 da tarde.
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