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25 de agosto de 2013

Morreu António Borges, aos 63 anos

António Borges
António Borges, economista, consultor do Governo de Passos Coelho morreu aos 63 anos vítima de cancro.

Nasceu em Ramalde no concelho do Porto, há 63 anos, era casado com Isabel e tinha quatro filhos, António, João Pedro, Sofia e Gonçalo.

O cancro no pâncreas foi-lhe diagnosticado em 2011 logo após ter aceite o cargo de número dois do FMI. Na altura pôs o cargo à disposição, o que não foi aceite pelo então presidente Dominique Strauss-Kahn. António Borges escolheu trabalhar ativamente até ao fim.

Figura controversa, ficou conhecido por liderar as negociações do Governo de Pedro Passos Coelho com a troika.

Economista, professor na Universidade Nova e na Universidade Católica, António Borges atingiu lugares de topo em vários domínios. A revista Fortune elegeu-o em 1988 para capa, ganhando projecção internacional.

22 de março de 2013

Governo chumba aumento salário Mínimo Nacional

O Governo acabou de chumbar o aumento do Salário Mínimo Nacional. As confederações patronais e os sindicatos sentaram-se à mesa das negociações e concordaram com este aumento. Só o Governo está contra. Porquê?
Irritam-me estes políticos de todas as cores, que não dizem a verdade aos portugueses. Porque razão os patrões querem e porque razão o Primeiro Ministro está contra? Digam a verdade às pessoas!

Os Sindicatos
Os Sindicatos, como é óbvio querem ver aumentados os salários baixíssimos que colocam muitos portugueses que trabalham na pobreza. Isto é claro como água.

Os Patrões
Os patrões concordam com os sindicatos em aumentar o salário mínimo nacional. Na mesa negocial, em troca de alguma coisa que desconhecemos, pois não nos foi revelado, os patrões concordaram.
Pergunto eu: precisarão os patrões que o Salário Mínimo Nacional seja aumentado, por decreto, para o fazer? Na realidade, como diz o Primeiro Ministro, os patrões podem aumentar os salários sempre que quiserem. Então porque não o fazem?
Porque não querem ser os únicos a fazê-lo. Se uma empresa aumentar os salários e o seu concorrente não o fizer, o concorrente tem mais lucros. O que os patrões querem é não ser os únicos a aumentar os salários. Querem que o "mal" seja igual para todos.

Governo
Aqui reside o maior mistério. Porque será que este governo quer prejudicar as pessoas, não aumentando o Salário Mínimo Nacional? Já ouvimos da boca do Primeiro Ministro, que os patrões que quiserem fazer aumentos o podem fazer. Verdade. Então porque esta renitência em concordar com este aumento?
A verdadeira razão, não revelada no debate, nem pelo Primeiro Ministro, nem pela Oposição, é uma questão de custos para o Estado.

Todos os apoios sociais: subsídio de desemprego, reformas, etc, estão indexadas ao valor do IAS (Indexante dos Apoios Sociais), logo, um aumento do Salário Mínimo Nacional teria como consequência um aumento dos apoios sociais e isso traria custos avultados para o Governo.

Esta é a verdadeira razão, não revelada nem pelo Governo, nem pela oposição. Centram a discussão no Ordenado Mínimo Nacional, deixam de fora da discussão todos os portugueses com salários superiores e  a discussão parece não ter fundamento.

O que pergunto, é para que serve a oposição que não esclarece os portugueses? Apresentam discussões superficiais e não explicam à população as verdadeiras consequências desta discussão. Precisamos de políticos mais sérios e de discussões mais transparentes!

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