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21 de setembro de 2015

Regresso à escola


Hoje voltaram para a escolha a sério. Depois da apresentação da passada semana. Há que acordar cedo e prepararem-se para o grande momento.

Mais fácil dizer do que fazer, já que hoje ninguém conseguia tirar o corpo da cama. Logo hoje esteve mais confortável e acolhedora do que nunca! Nem com mil beijos, centenas de abraços ou festas nas costas eles despertaram. Ferrados no sono.

Preparam-se num ápice. Um com a excitação da nova escola, os outros com a certeza de conhecerem todos os cantos à sua. 

Estes primeiros dias tem um sabor tão doce. Encontrar os colegas que mais gostam, descobrir novos e antigos professores. Tudo se renova.

Os cadernos em branco em que se abre um mar de possibilidades. Novas aprendizagens, novos desafios, novas amizades.

11 de outubro de 2014

1º Ano

O meu bebé mais novo entrou este ano para a primeira classe, isto é, para o primeiro ano!
O meu reguila, o mais mexidos dos meus filhos, está agora sentado numa cadeira a aprender a ler, a escrever e a fazer contas.
Pensei que ia estranhar. Julguei que não ia querer estar sentado a aprender. Sempre achei que ia querer recreio todo o dia.
Afinal enganei-me. É um aluno aplicado, cheio de interesse em aprender. Quer ser o melhor da aula.
Não é o melhor mas orgulha-se de ser o mais despachado. Segundo ele, é o terceiro melhor. Mas o mais rápido!
Este fim de semana trouxe os livros e cadernos para mostrar aos pais. Felizmente, que nos outros dias fica tudo na escola. Trás apenas uma pasta com as folhas dos trabalhos de casa. Ainda assim, só tem trabalhos três dias da semana. É um bom ritmo para aprender a estudar regularmente, mas sem sobrecarregar. Treina, exercita a mão, mas não chega a aborrecer-se.

Esteve a mostrar-me cada livro, cada caderno. Tive de ver como tem tudo bem feito. Tive de ler os comentários elogiosos da professora, Muito bem! escrito em vários sítios.

Ela está todo orgulhoso. Eu também. Voltei a elogiá-lo, a mostrar como estou orgulhosa por estar tão aplicado.

Apesar de estar sempre com pressa para acabar os trabalhos, para poder ir brincar, acho que afinal não me vai dar tanto trabalho como eu pensava.

9 de setembro de 2014

Escola Virtual


Sou fã da Escola Virtual. Já desde o ano passado. Este ano voltei a ser cliente.
A Escola Virtual tem aulas interactivas com TODA a matéria escolar de cada ano. Tem imensos exercícios práticos que permitem que os alunos treinem toda a matéria, de forma divertida.

O mais giro é isto mesmo. Para eles, Escola Virtual é brincar com o computador. Ouvem histórias, descobrem as respostas e ficam a saber a sua pontuação. Tal e qual como se fosse um jogo de computador. O meu filho do meio, chegava a ficar três horas seguidas na Escola Virtual. Foram manhãs de sábado muito bem passadas!

Logo que aprendem as teclas e como avançar no programa, ficam totalmente autónomos. É excelente para quando queremos que estudem mas temos outras coisas para fazer e não podemos estar ao pé deles a orientar tudo.

Eu fiquei mesmo fã e eles também!

Aprendem a estudar sozinhos, vêem toda a matéria, praticam a escrita, a leitura, as contas, o raciocínio. Ficam autónomos, auto-confiantes e interessados na escola.

Como fui cliente no ano passado pude comprar o acesso com 50% de desconto. Para quem quer comprar pela primeira vez, a Wook está a oferecer um desconto de 50% para quem comprar algum livro escolar. Os livros escolares estão com 10% de desconto.

Desde 1 de Setembro que temos já disponível a edição ano letivo 2014/2015. Nada melhor para os concentrar no regresso à escola! Os três pedem para fazer Escola Virtual! Começam por errar algumas respostas, por falta de atenção e concentração. Pedimos para voltarem a fazer para ter as respostas todas certas. Estão já mesmo entusiasmados!

É tão bom vê-los logo pela manhã a pedir-nos para fazer os seus logins e deixá-los fazer a Escola Virtual!

Quem tenha filhos, sobrinhos ou afilhados, dêem uma espreitadela e depois não digam que não vos aviso das coisas boas!

12 de fevereiro de 2014

A vida corre

Eles crescem, o tempo passa e eu fico de boca aberta a olhar para eles.
A mais velha está no 4º ano, o do meio no primeiro ano. Têm trabalhos de casa, testes para estudar. O mais novo, pela primeira vez na sua vida vê-se sozinho sem ninguém para brincar. Nada normal para um irmão mais novo, de uma família numerosa.
O mais novo é o mais independente, o mais estouvado e também o mais teimoso.
Agora deu-lhe para pedir para estudar.
- Mamã, também quero estudar! Dá-me fichas para fazer!
Lá tive de procurar os livros de fichas que o do meio teve antes de entrar para o primeiro ano. Tenho de lhe dar o livro a ajudá-lo a ler as instruções. Se os irmãos estudam, ele também quer estudar.
Estou estupefacta! Este sempre foi o menos aplicado na escola. Ainda na semana passada tivemos queixas da educadora. Faz os trabalhos à pressa para ir brincar. De uma semana para a outra só pede para "estudar".
Se os irmãos estudam, ele também quer estudar.
E assim a vida passa, eles crescem e eu tento agarrar o tempo que não para.

2 de dezembro de 2013

O melhor e o pior do fim de semana.

Este foi o fim de semana antes dos testes.
Estudar matéria do 4º ano com uma, do 1º ano com outro e tentar manter ocupado o terceiro que sente nada ter para fazer, quando os manos estão dedicados aos estudos. Não é fácil.

O pior foi ficarmos a maior parte do tempo em casa. O melhor: o Sol que brilhou e o teatro infantil O Mundo dos Sonhos, onde fomos no domingo.

Para além disso foi tempo de pôr a casa em ordem, de lavar e secar roupa ao Sol e montar a árvore de Natal. A enorme alegria e excitação dos miúdos enquanto montam a árvore de Natal é uma coisa comovedora. Nós apenas orientamos, todo o trabalho já é feito por eles!

Apesar dos estudos, um fim de semana em cheio!


7 de novembro de 2013

Cultura: Portugal na cauda da Europa

Portugal na cauda da Europa no que diz respeito à participação cultural.

Mais um estudo em que Portugal não fica bem na fotografia.
Tantas exposições interessantes, museus, galerias, mercados, e os portugueses abstêm-se de consumir actividades culturais. A crise não pode ser desculpa pois muitas destas actividades até são gratuitas. Vamos continuar a divulgar a cultura. Eu vou fazendo o que posso neste pequeno espaço.

Fonte: Público

Os portugueses são dos cidadãos da União Europeia com menores taxas de participação em actividades culturais e Portugal é o país onde há maior falta de interesse pela leitura, de acordo com o inquérito Eurobarómetro esta segunda-feira divulgado.

De uma forma geral, os dados deste inquérito, o primeiro sobre o assunto desde 2007, mostram que o que se passa em Portugal acontece em traços gerais na Europa. Ou seja, a tendência mostra que os europeus se interessam cada vez menos pela cultura, verificando-se uma diminuição na participação em actividades culturais. Existem, no entanto, algumas diferenças significativas, como é o caso da Suécia (43%), da Dinamarca (36%) e dos Países Baixos (34%), onde os cidadãos descrevem a sua taxa de participação como elevada ou muito elevada.

Portugal é, com o Chipre, um dos países do fim da tabela, com apenas 6% da população (menos seis pontos percentuais que em 2007) a registar uma participação elevada ou muito elevada, apenas ultrapassados pela Grécia, onde 5% dos cidadãos diz ter uma actividade cultural frequente.

Segundo este relatório, no ano passado apenas 38% dos cidadãos da União Europeia realizaram alguma actividade cultural. Ainda assim o cinema é uma das áreas menos afectadas, com uma percentagem muito próxima da de 2007 (apenas mais um ponto percentual agora). Mas no que a Portugal se refere, que tem vindo a sofrer uma grande quebra nas bilheteiras, o estudo revela que mais de 70% dos cidadãos não foram uma única vez ao cinema nos últimos 12 meses – uma diferença quatro pontos percentuais quando comparado com os dados de 2007. Dados iguais à Roménia e à Bulgária.

Já o ballet, a dança e a ópera mantêm-se com uma adesão igual, sendo apontados, no entanto, como as escolhas menos habituais entre os cidadãos europeus (apenas 18% no último ano). Mas se em traços gerais, na Europa estes dados se mantêm, em Portugal sofrem uma redução de um ponto percentual em relação ao último inquérito, sendo que apenas 8% dos cidadãos foram a um espectáculo destas áreas no último ano.

O inquérito indica que assistir/ouvir programas na televisão/rádio são as actividades culturais mais comuns na União Europeia (72% pelo menos uma vez nos últimos 12 meses), seguindo-se depois a leitura de um livro com 68%. E aqui mais uma vez os países nórdicos em destaque: na Suécia 90% dos cidadãos leram um livro no ano passado, na Dinamarca a taxa é de 82%. Em Portugal esta taxa é de 40% (menos dez pontos percentuais), sendo que a maioria apresenta como justificação para não ler, a falta de interesse.

No que diz respeito a este ponto – à leitura de um livro –, o relatório aponta que os resultados são “fortemente” influenciados pelo nível de escolaridade, assim como, por exemplo, a idade se reflectiu como um factor determinante naqueles que vêem mais televisão ou ouvem rádio (são os mais velhos quem vê ou ouve mais televisão e rádio).

As idas ao teatro também não fazem parte dos planos da maioria dos português, uma vez que 87% dos cidadãos diz não ter ido ao teatro no último ano – uma quebra de seis pontos percentuais. Nas visitas a monumentos históricos e a museus e galerias Portugal também surge no fundo da lista – apenas 30% (menos oito pontos percentuais) visitaram monumentos e 17% (menos sete pontos percentuais) foram a museus e galerias.

Também a participação nos concertos sofreu uma queda, quando se comparam os dados com o inquérito de 2007. No geral a participação europeia nesta actividade é de 35% (menos dois pontos percentuais que 2007), enquanto em Portugal é de 19% (menos quatro pontos percentuais). De acordo com os inquiridos, 25% alegou não ir a concertos por questões económicas (Portugal 35%), sendo que a falta de interesse foi a justificação de 29% (Portugal 40%).

As visitas a bibliotecas públicas também não são comuns em Portugal, como referem os dados. Em Portugal, apenas 15% dos cidadãos visitaram uma biblioteca no ano passado, registando-se uma quebra de nove pontos percentuais. Na Europa, a média é de 31%, também se verificando uma queda comparativamente com 2007, neste caso de quatro pontos percentuais.

Este inquérito, para o qual foram entrevistadas cerca de 27.563 pessoas no espaço europeu (1015 em Portugal), coincide com a abertura do Fórum Europeu de Cultura, em Bruxelas, que reúne cerca de 1200 agentes culturais e responsáveis políticos, nas vésperas de ser adoptado o novo programa “Europa Criativa”, da Comissão Europeia.

O estudo completo pode ser consultado aqui.

20 de outubro de 2013

Mulheres no Mundo


Não faço nem ideia em como fizeram este estudo, mas que está muito curioso, lá isso está!
Aqui pelo menos Portugal está na média Europeia!        

18 de abril de 2012

Ruivos são mais sensíveis à dor?


Investigadores do Southampton University Hospital, no Reuno Unido, estão a realizar um estudo para determinar se os doentes ruivos precisam realamente de mais analgésicos do que a restante população.

Os resultados servirão para confirmar ou infirmar os resultados de um estudo anterior realizados nos Estados Unidos e publicado na revista The Journal of the American Dental Association que concluia que os ruivos têm mais medo da dor por causa da mutação de um gene que afeta a cor dos cabelos.

O gene MC1R produz melanina em pessoas com outras cores de cabelo, mas, nos ruivos, uma mutação resulta na produção de outra substância, que por sua vez resulta nos cabelos vermelhos.

O cabelo vermelho resulta de variantes de um gene também está ligado a uma família de receptores que inclui os receptores dos sinais de dor no cérebro. O mesmo gene está envolvido na produção de endorfinas, os analgésicos naturais do corpo humano. O estudo de Southampton afirma ser capaz de desvendar se isso pode explicar a aparente maior sensibilidade dos ruivos.

Nos testes, que devem terminar em setembro, voluntários com idade superior a 30 anos e cabelos vermelhos são anestesiados e submetidos a cargas elétricas através da coxa. A reação a este estímulo é comparado às de um grupo de homens e mulheres morenos ou com cabelos castanhos.

Se for descoberto que os ruivos realmente sentem mais dores, a pesquisa ajudará a explicar estudos anteriores que mostraram que eles têm mais medo de visitar o dentistas que outros grupos. Um estudo americano descobriu que os ruivos ficavam mais ansiosos com relação a tratamentos dentais e tendiam a evitá-los duas vezes mais que as outras pessoas.

Um segundo estudo realizado pelos mesmos pesquisadores descobriu que mulheres com cabelo vermelho precisavam de 19% mais analgésico para evitar que sentissem incomodos em resposta a um estímulo desagradável do que mulheres morenas.

Ruivos sentem mais dor em resposta a um dado estímulo e por isso precisam de mais anestésicos para aliviar a dor - disse Edwin Liem, que liderou o estudo na Louisville University.




















Nicole Kidman








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