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7 de julho de 2015

Looks Festivais de Verão


Looks Festivais de Verão
Os festivais de verão estão aí mesmo à porta.
A ocasião pede looks frescos mas bem conseguidos.
Este é o ano dos looks étnicos. Shorts, saias e vestidos com toda a diversidade de padrões.
Continuam na moda as franjas, as botas e chapéus à cowboy.
O branco total em tops, shorts, mini vestidos também resulta sempre bem.

Looks Festivais de Verão

6 de julho de 2015

Festivais de verão com putos atrás


Gosta gosta de aproveitar os festivais de verão mas tem filhos pequenos, sem ter com quem os deixar? Deixou de ser um problema.

A organização de vários festivais preparou as condições para os pais desfrutarem do festival, ficando os filhos em boas mãos.

Faça a trouxa, vá até Paredes de Coura e aproveite o festival. Os miúdos ficam entregues aos cuidados do serviço de babysitting.

1 de julho de 2015

Look Festivais de Verão


Os festivais de verão estão à porta. 
Há que fazer os kits e preparar os looks para desfrutar destes momentos na melhor forma. 
Para enfrentar os dias de calor a escolha certa são os shorts e os tops
Os botins e os ténis garantem o máximo conforto.
Coletes de franjas ou sem franjas para compor o look
Uma mochila para guardar o protetor solar e outros artigos essenciais.

Já têm os vossos kits preparados?

27 de maio de 2014

Rock in Rio: Impressões


Fui ao primeiro dia do Rock in Rio de 2014. Os 10 anos de Rock in Rio.
Uma aventura. Os terrenos baldios estavam todos cercados e barrados pela polícia. Não se podia estacionar em lugar nenhum.
Há uns anos não levei carro, fui de metro e no final do concerto principal foi impossível apanhar autocarro, metro e não tive outro remédio do que andar a pé vários quilómetros até chegar ao carro.
Este ano preveni-me. Levei o carro até lá e deixei onde consegui. Num bairro de aspeto duvidoso. Mas, não sou uma pessoa medrosa, acho que ninguém me vai matar à porta de sua casa. Deixei o carro e fui.

Já no recinto juntei-me a um grupo de amigas e fomos divertir-nos.
O espaço estava giro. Estivemos numa festa privada num espaço de patrocinadores. DJ, muito boa música e cocktails maravilhosos!

Aurea e Boss AC
A Aurea e o Boss AC foram muito bons. As suas vozes combinam na perfeição. Tiveram contra si a atuação durante o dia, quando brilham menos. Não usufruem do espetáculo de luzes de palco.

Aurea
À Paloma Faith não assisti, que uma mulher não consegue estar em dois sítios ao mesmo tempo!

Robbie Williams
Robbie Williams foi a grande desilusão da noite. Surgiu de asas de grilo, luvas brancas e a cantar covers. Uma verdadeira decadência!

Ivete Sangalo
Ivete Sangalo nunca desilude. Com a voz, a forma física, o look cuidado e a energia contagiante. Finalmente o público pode pular, saltar, rir muito com a boa disposição da Rainha da Baía.

No regresso a pé até ao carro vi a placa. Estacionei mesmo na Zona J de Chelas! E o carro estava intacto!


25 de maio de 2014

Rock in Rio: Eu Vou!


Hoje vou ao Rock in Rio.
Ivete Sangalo, Robbie Williams, Boss AC e Aurea esperam-me.

Ainda há bilhetes disponíveis.
Fica o cartaz para hoje.

Domingo, 25 de maio   

Palco Mundo   
Ivete Sangalo - 00h00  
Robbie Williams Swings Both Ways - 22h00  
Paloma Faith - 20h30  
Boss AC e Aurea - 19h00  

Palco Vodafone   
Silva - 20h00  
Cais Sodré Funk Connection - 18h00  
The Hound - 16h45  

Eletrónica   
Pretty Lights - 3h00  
DJ Ride - 01h45  
Claptone - 00h45  
Breakbot - 23h30  
Le Youth - 22h45  
Voxels Live - 22h00

4 de abril de 2014

Cinema Grátis na Culturgest

Para todos aqueles que gostam de cultura mas acham a cultura cara, fica um sugestão de cultura grátis para o fim de semana. Na Culturgest, em Lisboa.

A Cinanima – Festival Internacional de Cinema de Animação Espinho e a Société Radio-Canada em colaboração com a Culturgest oferecem este programa a não perder.
A Criação dos Pássaros
Frédéric Back nasceu em 8 de abril de 1924 numa aldeia dos arrabaldes de Saarbrücken, na região do Sarre, nesse tempo território francês. Assim que começou a andar, começou também a desenhar com tudo o que apanhava à mão, e por esses anos nasceram duas das suas grandes paixões – música e animais.
Quando chegou o tempo de escolher os seus estudos, Back sabia que era através do desenho que mais facilmente se exprimia. Tirou um curso de litografia na Écolle Estienne, em Paris, e dois anos depois foi estudar para a Escola de Belas-Artes de Rennes, onde encontrou um professor que já muito admirava como artista gravador e que teve enorme influência na sua formação, Mathurin Méheut. Com Méheut aprendeu a observar o mundo de perto e a desenhar pessoas e animais em movimento, ilustrando frequentemente as relações dos humanos com a terra e os animais.
Acabados os estudos, fez longas viagens, sempre pintando, sobretudo paisagens. Em 1948 fixou-se em North Sidney no Canadá e começou a trabalhar para a Radio-Canada onde ficou até ao fim da sua carreira. Os seus filmes de animação são verdadeiros manifestos a favor da proteção da Natureza e da alteração de comportamento dos homens e da economia, que põe em perigo “este paraíso terrestre”. A sua profunda militância exprimiu-se também de outras formas – fazendo conferências, participando em manifestações, fundando a Société Québécoise pour la Défense des Animaux. Os seus filmes foram nomeados quatro vezes para os Óscares, e por duas vezes venceu. Recebeu as maiores honras no seu país e deixou-nos na véspera de Natal do ano passado.


1ª Sessão · 15h

Abracadabra
Abracadabra (1970)
Duração: 9'20'', sem palavras
Abracadabra é a história de quatro crianças de diferentes continentes que formam um grupo para encontrar o sol e ajudá-lo a soltar-se da prisão dum feiticeiro mau. É um conto alegórico chamando a atenção para os perigos de exaustão de uma fonte natural indispensável, aqui representada pelo sol.

A conquista do Fogo
Inon Ou La Conquête du Feu (1972)
Inon Ou A Conquista do Fogo
Duração: 9'35'', em inglês, com legendas em português
Este filme aborda um tema universal: a busca do fogo. Inspirado numa lenda dos Algonquin (povo nativo no noroeste da América do Norte), o fogo é guardado por Inon, o Deus dos Trovões, para que a humanidade não lhe tenha acesso. Os animais unem-se e vão tirar o fogo ao deus para o dar aos seus irmãos humanos. A história passa-se num tempo em que humanos e animais se compreendiam uns aos outros e viviam em harmonia com a natureza.

A criação dos Pássaros
La Création des Oiseaux (1972)
A Criação dos Pássaros
Duração: 10'4'', sem palavras
A história do filme é inspirada em lendas ameríndias sobre o ciclo das estações. O bonito dia de verão termina subitamente quando as crianças fogem do Lobo Uivante, o vento terrível do frio. Abrigam-se na floresta. O Lobo Uivante despe as árvores das suas belas folhas coloridas mas não consegue encontrar as crianças, escondidas entre as plantas de folhas perenes. Por isso, junta forças com o Urso Branco, a neve, para os atingir com jatos de neve. Extenuada pelo frio, uma rapariguinha implora a Glooscap, o grande Manitou, para trazer de novo o tempo quente. Glooscap ordena ao Sol que afaste o Lobo Uivante e o Urso Branco. A seguir sopra vida nas folhas mortas, transformando-as em coloridos pássaros que enchem o ar com os seus cantos.

The Mighty River
The Mighty River (1993)
O Rio Enorme
Duração: 24', em inglês, com legendas em português
A água limpa, essencial a todas as formas de vida, está a tornar-se cada vez mais rara. Como a desflorestação, a perda de água limpa é uma tragédia global. No seguimento do sucesso internacional do filme O homem que plantava árvores (a ser projetado na sessão das 16h30), que ganhou um Óscar e levou a que se plantassem milhões de árvores, Frédéric Back decidiu fazer um filme sobre o St. Lawrence River (Rio São Lourenço). "Magtogoek", como é chamado pelo povo Mi'kmaq, nasce nos Grande Lagos, segue um extenso percurso através de Ontário e Quebeque e desagua no Atlântico. As suas águas, que antes abundavam de animais e plantas, hoje suportam as consequências de décadas de sobre-exploração e poluição industrial. Aliás, todos os rios do mundo sofrem o mesmo destino! Ao lançar-se neste grande projeto de cinema de animação, o realizador, um ativista da defesa do ambiente, esperava que a riqueza do filme, oferecendo informação surpreendente sobre o St. Lawrence River e o seu passado glorioso, suscitasse uma maior consciência dos problemas existente e inspirasse ações concretas para salvar esta e outras fontes naturais muito degradadas.

Crac!
Crac! (1981)
Duração: 15', sem palavras
Crac! revela a rápida transformação da sociedade do Quebeque através da história de uma cadeira de baloiço. Neste fascinante conto, com uma leve nostalgia, Back leva-nos ao tempo das ricas tradições varridas pelas forças implacáveis do progresso e da urbanização. Crac! é o som da árvore que cai, derrubada pelo machado e transformada em cadeira. É o som da cadeira quando baloiça. É também o som das brechas nas nossas vidas quando as mudanças ocorrem muito rapidamente. Crac! é o tributo de Frédéric Back ao Quebeque, a sua casa adotiva, e à cultura da sua mulher e do seu filho. Com este filme Back, e a produtora Radio-Canada, receberam o seu primeiro Óscar, em 1982.

2ª Sessão · 16h30

Ilusão
Illusion? (1975)
Ilusão?
Duração: 11'30'', sem palavras
"Qualquer ser vivo que partilha o mundo connosco teve que se adaptar e evoluir durante milhões de anos. Cada flor, cada inseto, cada animal é um milagre que espera para ser descoberto, uma maravilha para ser respeitada e amada. Mas gostamos de os substituir pelas nossas próprias invenções, servidas pelos mágicos da publicidade, os promotores do progresso e do consumismo. Infelizmente estas invenções ficam fora de moda muito depressa. Avariam-se, muitas vezes levando consigo o que é essencial à nossa vida e felicidade, os elementos necessários para sustentar os verdadeiros milagres produzidos pela natureza".
Frédéric Back

Taratata
Taratata (1977)
Duração: 8'30'', sem palavras
"Taratata é uma homenagem aos cortejos que se costumavam realizar no dia de São João Batista, o feriado nacional do Quebeque. Estes cortejos eram uma ocasião de honrar valores tradicionais ou demonstrar progresso através de carros alegóricos. Realizados todos os anos em 24 de junho em aldeias e cidades por todo o Quebeque, proporcionavam aos músicos e bandas locais a oportunidade de mostrar os seus talentos. As crianças adoravam os que desfilavam nos seus esplêndidos uniformes. O dia acabava com um grande fogo de artifício. Eu quis evocar mais uma vez esta celebração popular, enfatizando o que era encantador, ridículo ou pretensioso".
Frédéric Back

All Nothing
All Nothing (1978)
Tudo Nada
Duração: 11'30'', sem palavras
O filme All Nothing é uma alegoria que retrata o desejo da humanidade de se apropriar de toda a beleza e recursos da natureza. Por demasiado tempo cometemos o erro de acreditar que o mundo tinha sido criado inteiramente para nosso benefício. Como se extinguiram incontáveis espécies de plantas e animais, pouco resta ao nosso planeta para nos dar: água limpa e luxuriantes florestas são cada vez mais raras. O filme termina, todavia, com uma nota positiva: Frédéric Back acalenta a esperança de que as futuras gerações descobrirão a alegria de partilhar e a importância de viver em harmonia com a natureza.

O Homem que plantava Árvores
The Man Who Planted Trees (1987)
O Homem Que Plantava Árvores
Duração: 30', em inglês, com legendas em português
O Óscar que ganhou com Crac! permitiu a Frédéric Back realizar o seu sonho de transportar para o écran a história maravilhosa de Jean Giono, O Homem que plantava árvores. De uma maneira mais refinada, a sua mensagem ambiental e a sua filosofia de vida refletem as preocupações já patentes nos seus anteriores filmes. As sementes que o pastor planta são símbolos de todas as nossas ações, boas e más, que têm enormes consequências que mal conseguimos imaginar. Compete-nos pensar e agir de acordo com as nossas expectativas de futuro e, se possível, deixar para os que ficam depois de nós um mundo mais belo e prometedor do que aquele que herdámos.

Frédéric Back, who died last Christmas, was born near Saarbrücken (then in French territory) in 1924, developing two great childhood passions: music and animals. Since drawing was his preferred means of expression, he took a course in lithography in Paris, later studying Fine Arts in Rennes, where he was enormously influenced by a teacher, Mathurin Méheut, who taught him how to observe the world and draw people and animals in movement. In 1948, he settled in Canada and worked for Radio-Canada. His animation films are genuine manifestos in favour of nature protection, winning two Oscars.

Culturgest, Lisboa
Domingo, 6 de Abril
Grande Auditório
15h e 16h30 · Entrada gratuita
Levantamento de senha de acesso a partir das 14h, no limite dos lugares disponíveis.
Máximo: 2 senhas por pessoa.
M6

Informações
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
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