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27 de março de 2016

Je suis Charlie, je suis Paris, je suis Brussels, je suis Paki



Eu sou tudo isto e muito mais. Na verdade o que eu sou é humanista. Acredito na humanidade, nas pessoas. Apesar de algumas terem perdido todos os resquícios de humanidade...

Acredito que todos temos o bem e o mal em nós. Que temos de aprender com os nossos pais, a nossa sociedade a respeitar os outros.

Por mim podem acreditar no que quiserem. Em Jesus, em Maomé, em Abraão. Podem acreditar no que quiserem desde que não me imponham as vossas convicções, nem os vossos costumes.

Tenho amigos em todas as religiões. Tenho amigos sem nenhuma religião. Nenhum vale mais do que outro. Nenhum é mais humano do que outro.

Podem acreditar em todos os paraísos ou infernos que quiserem. Por mim é igual. Não tenho medo de ir para nenhum inferno, pois não acredito que exista.

Infelizmente acredito que estar no inferno é ser mulher ou criança em algumas latitudes do planeta Terra. O paraíso? É ter o suficiente para viver num país seguro, com liberdade de pensamento e de ação. E com igualdade de género.

Um lugar em que cada um possa ser ele próprio. sem ser discriminado pelo seu aspeto físico, pela sua religião, género, idade ou profissão.

Todos somos diferentes. Todos somos únicos.

No fundo, acredito que todos devem ser livres de ser o que querem, desde que a sua liberdade não interfira com a liberdade dos outros.


25 de abril de 2015

Fialho Gouveia e o 25 de Abril

Fialho Gouveia Biografia Sentimental

A recordar o 25 de Abril, aconselho a leitura de Fialho Gouveia - Biografia Sentimental, uma homenagem da sua filha Maria João Fialho Gouveia.

Baseado em testemunhos de quem conheceu e privou com o seu pai, Maria João oferece-nos a transcrição integral da emissão da RTP, tomada pelos revolucionários no histórico momento para Portugal que foi o 25 de Abril de 1974.

José Fialho Gouveia, ou Zé Fialho como era conhecido pelos colegas e amigos, esteve ao microfone e câmara da RTP, dando conta aos portugueses do desenrolar dos acontecimentos da revolução dos cravos.

Foi uma leitura que muito me emocionou. Não acompanhei a emissão. Apesar de já ter nascido nessa data era muito pequenina. Foram anos a ouvir relatos de quem viveu o 25 de abril, mas ler as palavras, imaginar a missão, permitiu-me viver esse dia e sentir um pouco o que sentiram os meus pais, os meus avós e todos os portugueses nesse dia.

Recomendo esta leitura. Disponível aqui.
Maria João Fialho Gouveia



28 de junho de 2013

O doce sabor do anonimato

Gosto do anonimato por detrás deste blog.
Gosto de escrever o que me dá na real gana, sem pensar que alguém vai saiber o que escrevi. É bom saber que mesmo que leiam o blog, os meus vizinhos não sabem que eu o escrevo, nem os colegas de trabalho. Não que escreva algum coisa que me envergonhe. Se me apetecer, amanhã posso postar uma fotografia minha e assinar com o nome completo. Tenho essa liberdade. Não o faço porque não quero. Até um dia...
Não sou politicamente correcta, não ponho panos quentes, escrevo o que penso. Mas é bom saber que (quase) ninguém conhece a minha identidade.
Doce sabor do anonimato!


7 de setembro de 2012

Liberdade de Expressão vs Difamação

Há muito tempo que não lia tanta porcaria por esses blogs fora.
Há muita gente maldosa, mesquinha, escabrosa a desejar as piores coisas à Sónia depois do seu enorme infortúnio, em que o seu filho sofreu um acidente doméstico. Infelizmente são situações que acontecem às crianças, para enorme susto e preocupação dos seus pais. Chegar a desejar a morte a uma criança, a sugerir que a Sónia usa esta situação para proveito financeiro próprio!
Todas as pessoas que têm filhos, sobrinhos, netos, afilhados, primos e filhos de amigos sabem quanto as crianças são surpreendentes, criam situações inesperadas, colocam-se em perigo, fogem, caem, lutam e criam inúmeras situações perigosas para si mesmas. Como pais, tios, avós, padrinhos tentamos evitar estas situações, mas de tão rápidas e inesperadas nem sempre o conseguimos.
Todos sabemos que há pessoas mesquinhas, invejosas do sucesso alheio. Que gostam de criticar os outros, especialmente se tiverem uma vida mais interessante do que as suas vidinhas. Não sei como têm a paciência de visitar diariamente os blogs mais lidos e criticarem constantemente os seus propietários, ora porque fizeram, ora porque não fizeram.
Há um post muito giro do Coco na Fralda que retrata esta situação na perfeição, que está neste momento publicado no livro com o mesmo nome.
ra tanto a Cóco na Fralda como a Pipoca mais Doce são diariamente assediadas, criticadas e achincalhadas por esta gentinha. Ora porque fazem, ora porque não fazem. Ora porque dizem, ora porque não dizem. Todos os motivos são bons para as criticarem. Nem todos têm de gostar. Mas se não gostam porque continuam a ler? Porque visitam? A vossa melhor “vingança” seria não visitar, desprezar, ignorar. Mas não, dedicam as horas da sua desinteressante vidinha a tentar chatear os outros, a fazer acusações de tudo e mais alguma coisa.
Agora é por a Sónia ter mostrado o queixo partido do filho. Não gostaram da foto? Foi a dura realidade. Imaginem o pobre miúdo que teve de SENTIR aquele acidente. Não gostam de ver? Não vejam. Passem à frente. Se ficaram muito chocados não voltem ao blog. Blog = Espaço pessoal de alguém para escrever, publicar o que lhe apetece (sem interferir na liberdade dos outros, claro está). Gosto muito de viver em democracia, ter liberdade de expressão. Mas não se esqueçam que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade dos outros. Ninguém tem a liberdade de difamar os outros. É crime, sabiam? Ninguém pode matar alguém porque lhe apetece. É crime. Podem não gostar. Podem comentar com a vossa familia, com os vossos amigos. Publicamente? Não podem, é crime. Está na nossa constituição democrática.

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