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25 de abril de 2015

Fialho Gouveia e o 25 de Abril

Fialho Gouveia Biografia Sentimental

A recordar o 25 de Abril, aconselho a leitura de Fialho Gouveia - Biografia Sentimental, uma homenagem da sua filha Maria João Fialho Gouveia.

Baseado em testemunhos de quem conheceu e privou com o seu pai, Maria João oferece-nos a transcrição integral da emissão da RTP, tomada pelos revolucionários no histórico momento para Portugal que foi o 25 de Abril de 1974.

José Fialho Gouveia, ou Zé Fialho como era conhecido pelos colegas e amigos, esteve ao microfone e câmara da RTP, dando conta aos portugueses do desenrolar dos acontecimentos da revolução dos cravos.

Foi uma leitura que muito me emocionou. Não acompanhei a emissão. Apesar de já ter nascido nessa data era muito pequenina. Foram anos a ouvir relatos de quem viveu o 25 de abril, mas ler as palavras, imaginar a missão, permitiu-me viver esse dia e sentir um pouco o que sentiram os meus pais, os meus avós e todos os portugueses nesse dia.

Recomendo esta leitura. Disponível aqui.
Maria João Fialho Gouveia



22 de junho de 2014

Para ganhar

Ponte 25 de Abril e Golden Gate Bridge
Só temos de correr para o outro lado do campo.
Se passarmos a ponte, entramos em Lisboa e saímos em São Francisco.

14 de novembro de 2012

Greve Geral

Hoje é dia de greve geral em Portugal e Espanha, e de greves sectoriais em mais 18 países da Europa.
Esta greve é contra a austeridade, aos baixos salários e aos cada vez mais altos impostos.

Eu gosto de viver em democracia. Nasci pouco antes do final da ditadura e não tenho grandes recordações desse tempo. Lembro-me do 25 de Abril de 1974, mas como um dia diferente nas recordações de uma criança muito pequena. O que sei são as histórias que oiço, dos tempos difíceis, da pobreza generalizada e pior, da falta de liberdade de expressão, de não podermos dizer mal de quem nos governa e de quem achamos não estar a fazer um bom trabalho.

Felizmente era criança bem pequena nos tempos da ditadura, nem imagino o que seria euzinha adolescente nesse tempo. Tão contestatária sou, tão senhora do meu nariz, não vejo outra alternativa que não fosse ser presa várias vezes por dizer o que ia na gana. Não gosto que me digam o que devo fazer, o que devo pensar. Aceito sugestões, opiniões desde que me dêem liberdade de pensamento para tomar as minhas próprias decisões. Respeito as opiniões contrárias, desde que também respeitem as minhas.

Posto isto, faz-me muita confusão, repugna-me mesmo, os piquetes de greve. Então essa gente quer impor aos outros as suas decisões, qual regime ditatorial. Não conquistámos o DIREITO à greve com tanto esforço, com tantas lágrimas com um passado menos bonito? Se todos têm o direito de demonstrar a sua indignação fazendo greve, outros também têm o direito de escolher não a fazer. Seja porque não estão indignados, seja porque o desconto de um dia de salário pode significar não conseguir pagar a casa ao banco e perder o lar da sua família  Enfim, seja pelo que for. Se vivemos em democracia e temos o direito de fazer greve, também temos de respeitar o direito de quem a não quer fazer.

24 de abril de 2012

Aula de democracia

Aula de Democracia, ou o 25 de Abril contado às crianças.

Esta manhã, todos no carro a caminho da escola.
Sabem que amanhã não há escola? C, 8 anos, Sim! É 25 de Abril!
E sabem o que aconteceu a 25 de Abril?
Os três, Sim!
O que foi? Pergunto.
Construíram a Ponte 25 de Abril!
Não foi isso. Foi uma revolução para haver democracia em Portugal!
O que é a Democracia? Perguntam os 3.
Antes do 25 de Abril não podíamos votar para escolher o Presidente da República e o Primeiro Ministro, não podíamos dizer mal dos políticos. Éramos presos de disséssemos mal dos políticos.
Ah! Pensava que tinham construído a Ponte 25 de Abril...

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