Homem mata ex-mulher, ex-sogros e enteado. Quatro mortos, vítimas de tiros na Póvoa de Varzim.
Paulo Silva, tinha um negócio de montagem de tectos falsos que faliu nos últimos tempos.
Ameaça de morte a ex-mulher e restante família. Apresentaram queixa à polícia.
Paulo Silva cumpriu a ameaça, matou-os a todos.
Estas situações já são corriqueiras. Qualquer dia deixam de ser notícia.
Fico a pensar, de que serve apresentar queixa em caso de ameaças? As promessas cumprem-se. Engrossam a lista de assassinatos.
Autoridades, sociedade civil, como se podem travar estas mortes? O que se pode fazer nestes casos?
Não podemos baixar os braços. Um dia poderemos ser nós, ou alguém da nossa família.
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28 de abril de 2015
31 de julho de 2014
Notícias da Comporta
Depois de anos a brincar aos pobrezinhos na Comporta, parece que este ano se brinca aos polícias e ladrões!
(O post anterior faz agora um ano...)
11 de fevereiro de 2014
Parar vs Abrandar
Por vezes não paro nos sinais de Stop, confesso.
Algumas vezes abrando, olho e se verifico que não há perigo, avanço.
Sempre que abrando num sinal de Stop, lembro-me daquela anedota:
O homem abrandou no sinal de Stop, o polícia viu e mandou-o parar.
O homem argumenta que abrandar é o mesmo que parar.
O polícia resolve dar-lhe uma lição. Leva-o para a esquadra e dá-lhe com o cassetete.
O homem grita:
- Pare! Pare!
O polícia pergunta-lhe:
- Tem a certeza que quer que pare, ou prefere que abrande?
E vocês, param ou abrandam no Stop?
Lembrem-se disto!
10 de janeiro de 2013
Profissões II
Passada a fase das dúvidas existenciais, o meu filho do meio já sabe o que quer ser:
- Mamã, vou ser polícia de dia e cantor à noite.
Não é que o miúdo já percebeu que quem não tiver duas profissões não se safa?
- Mamã, vou ser polícia de dia e cantor à noite.
Não é que o miúdo já percebeu que quem não tiver duas profissões não se safa?
14 de novembro de 2012
Agressão à polícia junto ao parlamento
Respeito todas as pessoas que fizeram greve para defender os seus interesses pessoais. A greve é um Direito nos países democráticos.
Arrancar a calçada portuguesa, atirar as pedras à polícia durante uma hora, lançar petardos não é manifestação, é crime. A nossa polícia ainda é de brandos costumes. Ainda permitiram, que estes homens levassem com as pedras durante uma hora, antes de dar ordem de carregar nos criminosos. Foram avisados, não se queixem. Nas imagens televisivas ainda vemos pessoas que nitidamente estavam "só a ver" e que também foram no arrasto. Ora, senhoras idosas, para quê estar ali na confusão? Não podiam estar em casa a ver pela televisão? Caso não saibam "quem lhe dói os calos não se mete em apertos", já dizia a minha avó.
Para mim é triste ver, também em Portugal, instalada a confusão entre cidadãos a defender os seus interesses e crimes públicos, incitação à violência, destruição dos bens alheios, agressão a agentes da autoridade, incêndios pela cidade.
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