31 de dezembro de 2015
Um fim de ano diferente
Gosto de fins de ano tranquilos, entre amigos. Normalmente juntamo-nos em casa de amigos. Não gosto dos grandes espaços com milhares de pessoas. Gosto de estar com quem gosto e quem conheço. Há sempre amigos de amigos e o círculo vai assim alargando.
Este ano o fim de ano é por aqui mais calmo. Muito mais calmo! Apenas nós cinco em família. Dois estão de muletas.
Pois é! Ontem ainda tive de levar um novamente às urgências. Este ano já nos conhecem nos hospital. Tanto enfermeiros como médicos nos conhecem. De cada vez que lá vamos já nos perguntam como estão os irmãos. Não é o local onde mais me apetecia ser conhecida mas continuamos a ser muito bem tratados. Como aliás sempre fomos.
Já assistimos aos fogos de artificio na Austrália, Taiwan, Toquio, e Hong Kong. Vimos o incêndio no hotel no Dubai que impediu o grande fogo de artifício no maior edifício do mundo. Já sabemos que todas as festividades foram canceladas na Bélgica devido à ameaça terrorista.
Entramos no novo ano todos juntos no quentinho e em segurança.
Sem dúvida que este é um fim de ano diferente.
28 de dezembro de 2015
21 de novembro de 2015
Obrigada
Obrigada a todos o que deixaram mensagens de apoio. As vossas palavras são sempre de ânimo e de apoio. Tenho a sorte de ter atraído seguidores com boas energias, pelo que fico muito grata a todos os que têm a paciência de me ler e de seguir os pensamentos, atividades e devaneios desta mulher com uma vida atribulada. No fundo, uma mulher como qualquer outra!
14 de novembro de 2015
Em choque
Dizer que estou chocada é pouco. Dizer o quanto abomino a inação Europeia também.
Faço minhas as palavras do jornalista Luís Ferreira Gomes
"Quem ataca assim, cobarde e metodicamente, não merece respostas pacíficas. No país e continente da tolerância, é tempo de respostas firmes, por mais que ame a Paz e seja tolerante. Contra o terrorismo, isto não vai lá com orações..."
E convém não esquecer que o ataque ao Charlie Hebdou foi há apenas 10 meses.
13 de novembro de 2015
De volta sem nunca ter partido
Durante todos os anos de blog nunca estive tanto tempo ausente.
Há no entanto alturas que não apetece escrever.
Decidi abrir este blog para celebrar a vida e registar as coisas boas que ela oferece.
Infelizmente passei um período menos bom da minha vida, onde não encontrei forças para procurar as coisas positivas para escrever, nem quis registar as negativas.
Acredito que o que registamos acompanha-nos ao longo da vida e, acreditem, não quero que os últimos dois meses me acompanhem para lugar algum.
Estou de volta!
Com renovada vontade de escrever sobre as mil e uma coisas que me preenchem a vida. Umas sérias, outras nem por isso; umas interessantes e outras nem tanto; umas dramáticas, outras divertidas, umas importantes, outras fúteis. Porque todas fazem parte da VIDA.
Vida que preso cada vez mais e que celebro a cada dia!
Há no entanto alturas que não apetece escrever.
Decidi abrir este blog para celebrar a vida e registar as coisas boas que ela oferece.
Infelizmente passei um período menos bom da minha vida, onde não encontrei forças para procurar as coisas positivas para escrever, nem quis registar as negativas.
Acredito que o que registamos acompanha-nos ao longo da vida e, acreditem, não quero que os últimos dois meses me acompanhem para lugar algum.
Estou de volta!
Com renovada vontade de escrever sobre as mil e uma coisas que me preenchem a vida. Umas sérias, outras nem por isso; umas interessantes e outras nem tanto; umas dramáticas, outras divertidas, umas importantes, outras fúteis. Porque todas fazem parte da VIDA.
Vida que preso cada vez mais e que celebro a cada dia!
6 de outubro de 2015
Que tal começar a escola com um pé partido?
Novo ano letivo, nova correria.
Miúdos a adaptarem-se às rotinas após três longos meses de férias.
Mal se ambientaram, começaram os acidentes que alteraram as rotinas!
Crianças são sempre crianças e nunca sabemos a novidade que nos trás cada dia.
Filho do meio leva com um skate no tornozelo.
Chora na escola, põem-lhe gelo (não há melhor remédio para a maioria das mazelas!), sai da escola e o pai leva-o ao Conservatório para as aulas de violino.
Chega a casa a coxear. Já depois do jantar peço para ver o tornozelo. Ai! Olhar de mãe identifica sinais de alerta. Não está muito inchado, mas tem uma pequena nódoa negra em cima de um alto. Pesquiso os movimentos do tornozelo. Consegue fazer todos menos um. Não consegue fazer o movimento de flexão e extensão do pé. Fico realmente preocupada. Não sendo uma menina sossegada, já fiz mais de meia dúzia de entorses, todos da tibiotársica. Conheço bem os sintomas.
Vamos ao hospital, anuncio. Que não é preciso, que está pouco inchado contrapõe o pai. Nestas coisas ganha sempre a mãe, claro está. Também sou sempre eu a selecionada para ir ao hospital e o pai para ficar com os outros dois em casa.
- Vou levá-lo ao hospital.
Lá vamos nós. Chego, faço a inscrição enquanto ele fica no carro. Vou busca-lo e levo-o ao colo. Somos imediatamente chamados para triagem. O médico chama-os muito rápido.
- Tem de fazer um raio-X e depois ir para a ortopedia. Devem já estar fartos de nós. Hoje já lhes mandámos mais de 20 crianças. Não sei o que se passa.
- Deve ter sido por a escola ter começado esta semana. Os miúdos estão todos excitados.
- Sabe ir até ao raio-X?
- Sim, doutora, já tenho muita experiência.
Peço uma cadeira de rodas, apesar de ser uma mãe que pega diariamente os seus filhos ao colo (adoro!), um miúdo de oito anos já pesa horrores.
Lá vamos nós a rodar pelos longos corredores do hospital. Deixamos a pediatria e dirigimo-nos ao raio-X. As crianças são mesmo bem tratadas neste hospital. Explicam-lhes tudo. Mostram-lhes tudo. Parece que estão numa visita de estudo ao hospital.
Saímos do raio-X e vamos à receção de adultos pedir a transferência da ocorrência da pediatria. Chegamos à sala de espera. Só crianças em cadeiras de roda eram três.
Foi rápida a chamada da ortopedia. O médico também super simpático toca-lhe em todos os ossos e tendões do tornozelo para identificar o único onde tem dor. Muita dor.
Mostra-nos o raio-X digital no seu computador.
- Está a ver? Aqui. Fez entorse da tibiotársica e ainda partiu um pouco o osso.
Infelizmente o meu receio confirmou-se. Era o que eu tinha imaginado, sem a parte do osso partido.
Em vez de gesso, imobiliza o tornozelo com uma ligadura feita de esponja que aperta bem. Logo se segue o veredito:
- Duas semanas sem por o pé no chão, na terceira semana já pode por o pé no chão mas ainda com muletas.
Aqui ele desata num pranto.
- Logo agora que ia começar o meu desporto favorito!
E chora. Chora. Voltamos à pediatria para devolver a cadeira de rodas.
Continua a chorar, agora convulsivamente. A enfermeira muito atenciosa conversa com ele. Explico que tem asma e que pode iniciar uma crise. A enfermeira muito paciente consegue acalmá-lo.
Temos mesmo excelentes profissionais de saúde nos hospitais públicos! Tanto médicos, como enfermeiros, como técnicos de radiologia. São profissionais com competências técnicas e humanas para lidar com as crianças que sofreram um trauma, estão com dores e fragilizadas. Estou muito grata a todos eles.
Este é o acontecimento que me tem transtornado os últimos dias e afastado um bocadinho do blog. O rapaz não se adapta a andar de canadianas e em casa anda ao meu colo de um lado para o outro.
Mais um episódio na vida de uma mãe de três.
Miúdos a adaptarem-se às rotinas após três longos meses de férias.
Mal se ambientaram, começaram os acidentes que alteraram as rotinas!
Crianças são sempre crianças e nunca sabemos a novidade que nos trás cada dia.
Filho do meio leva com um skate no tornozelo.
Chora na escola, põem-lhe gelo (não há melhor remédio para a maioria das mazelas!), sai da escola e o pai leva-o ao Conservatório para as aulas de violino.
Chega a casa a coxear. Já depois do jantar peço para ver o tornozelo. Ai! Olhar de mãe identifica sinais de alerta. Não está muito inchado, mas tem uma pequena nódoa negra em cima de um alto. Pesquiso os movimentos do tornozelo. Consegue fazer todos menos um. Não consegue fazer o movimento de flexão e extensão do pé. Fico realmente preocupada. Não sendo uma menina sossegada, já fiz mais de meia dúzia de entorses, todos da tibiotársica. Conheço bem os sintomas.
Vamos ao hospital, anuncio. Que não é preciso, que está pouco inchado contrapõe o pai. Nestas coisas ganha sempre a mãe, claro está. Também sou sempre eu a selecionada para ir ao hospital e o pai para ficar com os outros dois em casa.
- Vou levá-lo ao hospital.
Lá vamos nós. Chego, faço a inscrição enquanto ele fica no carro. Vou busca-lo e levo-o ao colo. Somos imediatamente chamados para triagem. O médico chama-os muito rápido.
- Tem de fazer um raio-X e depois ir para a ortopedia. Devem já estar fartos de nós. Hoje já lhes mandámos mais de 20 crianças. Não sei o que se passa.
- Deve ter sido por a escola ter começado esta semana. Os miúdos estão todos excitados.
- Sabe ir até ao raio-X?
- Sim, doutora, já tenho muita experiência.
Peço uma cadeira de rodas, apesar de ser uma mãe que pega diariamente os seus filhos ao colo (adoro!), um miúdo de oito anos já pesa horrores.
Lá vamos nós a rodar pelos longos corredores do hospital. Deixamos a pediatria e dirigimo-nos ao raio-X. As crianças são mesmo bem tratadas neste hospital. Explicam-lhes tudo. Mostram-lhes tudo. Parece que estão numa visita de estudo ao hospital.
Saímos do raio-X e vamos à receção de adultos pedir a transferência da ocorrência da pediatria. Chegamos à sala de espera. Só crianças em cadeiras de roda eram três.
Foi rápida a chamada da ortopedia. O médico também super simpático toca-lhe em todos os ossos e tendões do tornozelo para identificar o único onde tem dor. Muita dor.
Mostra-nos o raio-X digital no seu computador.
- Está a ver? Aqui. Fez entorse da tibiotársica e ainda partiu um pouco o osso.
Infelizmente o meu receio confirmou-se. Era o que eu tinha imaginado, sem a parte do osso partido.
Em vez de gesso, imobiliza o tornozelo com uma ligadura feita de esponja que aperta bem. Logo se segue o veredito:
- Duas semanas sem por o pé no chão, na terceira semana já pode por o pé no chão mas ainda com muletas.
Aqui ele desata num pranto.
- Logo agora que ia começar o meu desporto favorito!
E chora. Chora. Voltamos à pediatria para devolver a cadeira de rodas.
Continua a chorar, agora convulsivamente. A enfermeira muito atenciosa conversa com ele. Explico que tem asma e que pode iniciar uma crise. A enfermeira muito paciente consegue acalmá-lo.
Temos mesmo excelentes profissionais de saúde nos hospitais públicos! Tanto médicos, como enfermeiros, como técnicos de radiologia. São profissionais com competências técnicas e humanas para lidar com as crianças que sofreram um trauma, estão com dores e fragilizadas. Estou muito grata a todos eles.
Este é o acontecimento que me tem transtornado os últimos dias e afastado um bocadinho do blog. O rapaz não se adapta a andar de canadianas e em casa anda ao meu colo de um lado para o outro.
Mais um episódio na vida de uma mãe de três.
30 de setembro de 2015
Reuniões de Pais
Depois de três apresentação em simultâneo de pais e alunos com o diretor de turma, iniciamos as reuniões de projeto pedagógico com os diretores de turma.
Se esta logística é complicada para todos, imaginem quem tem três filhos a estudar no mesmo agrupamento. Felizmente esta segunda ronda de reuniões não é coincidente. Conseguiram marcá-las em dias consecutivos! Grande sorte, hein!
Só temos de sair mais cedo do trabalho em três dias diferentes. Muito bom para a gestão das boas relações laborais!
25 de setembro de 2015
Compras #2: Vestido Estampado Zara
Adoro vestidos no verão. Uma peça de roupa e umas sandálias e estou pronta. Acrescento um colar e uma mala como acessórios.
No inverno e outono também é possível. Um vestido com uma manga por baixo, meias opacas e botas ou sapatos.
A vantagem de ser baixa é que estes mini vestidos em mim ficam bastante compostos, mesmo por cima do joelho.
Visitei a Zara, experimentei muitos vestidos que não passaram o teste do provador. Este, no eterno preto e branco, ficou-me muito bem!
O que acham?
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