12 de novembro de 2013

Lorenzo Carvalho foi Pai pela segunda vez

Lorenzo Carvalho e a sua filha Leticia
Lorenzo Carvalho foi pai novamente. O piloto de 22 anos, já tinha uma menina, Laura, de dois anos e meio, e a segunda filha nasce em Portugal.

Letícia nasceu dia 21 de Outubro no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, o mesmo hospital onde nasceram os meus dois filhos mais novos.

Lorenzo Carvalho ficou famoso depois de dar uma excêntrica festa dos seus 22 anos no Algarve com convidados como Pamela Anderson. Mais tarde deu uma lição de educação e humildade à famosa jornalista Judite de Sousa, cujo tom agressivo foi amplamente criticado nas redes sociais.

Lorenzo Carvalho diz que gostaria de ter uma família grande, já que foi filho único e lhe faltou essa companhia fraternal em casa. Com a segunda filha aos 22 anos parece que Lorenzo vai conseguir realizar mais este sonho.



11 de novembro de 2013

O São Martinho: por trás deste dia


Segundo a lenda, um soldado romano, de origem húngara - mais tarde conhecido por Martinho de Tours, cruzou-se com um mendigo quase nu. Compadecido, cortou metade da sua capa e deu ao pobre, para que se cobrisse. Nisto, a chuva parou e o sol abriu. Daí a expressão "Verão de São Martinho". E não é que nesta altura o sol brilha sempre nesta nossa terra?

Hoje por cá comemoramos com castanhas, um fruto do Outono, e água-pé.
Os miúdos de manhã já levaram para as escolas as suas castanhas cortadas. Vão assá-las e aprender a comemorar este dia.

Afinal os Portugueses são Felizes!


Segundo um estudo realizado pelo jornal Expresso os Portugueses são felizes.

Eu, posso dizer que apesar da crise, e quem sabe se não mesmo por causa dela, sou hoje mais feliz do que era quando tinha mais dinheiro e não tinha passado dificuldades.

Explicação? Comecei a dar valor ao que interessa mesmo, às pequenas coisas como estar com os meus filhos, um passeio ao ar livre, gargalhadas em família, contar uma história, ouvir a minha filha mais velha a ler uma história aos irmãos, um abraço dos meus filhos, ouvir dizer que sou a melhor mãe do mundo.
É a primazia do ser em relação ao ter. Quando temos menos, temos de procurar mais no ser e muitas vezes o que encontramos é muito bonito.

Quando pergunto, como estás?, ou estás boa? não me respondam nunca com o "vai-se andando", que me atiro ao ar!

Recomendo a leitura da revista do Expresso de 9 de Novembro de 2013.

Fonte: Expresso

O Expresso encomendou um grande inquérito nacional para tirar o pulso à felicidade dos portugueses. Ouvimos psicólogos, psiquiatras, médicos e outros especialistas que nos ajudaram a construir um questionário com mais de 50 perguntas, cuja primeira parte publicamos na Revista da próxima edição do Expresso.  

Surpreendentemente, apesar da grande crise económica que abala o país, a maioria dos portugueses revela-se feliz: 55% dos inquiridos dizem que, olhando para a sua situação atual, estão felizes, e 12% mesmo muito felizes. Apenas 26% respondem "nem feliz, nem infeliz", o equivalente ao tão típico "vai-se andando" português; 79% consideram-se otimistas ou moderadamente otimistas, contra apenas 18% que veem o copo meio vazio; 69% respondem mesmo que estão tão ou mais felizes do que há três anos, quando começaram a sentir-se os efeitos da crise económica e da austeridade.

10 de novembro de 2013

Crepes de Pequeno Almoço

Hoje para o pequeno almoço foram estes crepes acompanhados por maple syrup, mel, doce de tomate e geleia de maçã.
Os miúdos fazem uma festa quando lhes apresento este pequeno almoço de domingo!
Nestes dias não preciso de insistir para que comam. Pelo contrário, estão sempre a ver quantos crepes sobram para ver quantos ainda podem comer!

A receita é da Mafalda Pinto Leite dos Dias com Mafalda.

9 de novembro de 2013

Cultura, por António Lobo Antunes


“A cultura assusta muito. É uma coisa apavorante para os ditadores. Um povo que lê nunca será um povo de escravos.”

António Lobo Antunes

Eu fico a pensar se esta carneirada em que se tornou o povo português não estará relacionada com os baixos índices de leitura no nosso país...

8 de novembro de 2013

Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho já estão divorciados


Depois de muitas denúncias, comentários públicos e acusações mútuas, Bárbara Guimarães e o ex-ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho chegaram a acordo e evitaram um divórcio litigioso.
A Bárbara Guimarães ficou com a guarda dos filhos, Dinis Maria, de nove anos, e Carlota Maria, de três, que estarão com o pai de 15 em 15 dias.
Manuel Maria Carrilho vai receber de Bárbara a quantia de 400 mil euros, pelo valor do apartamento de ambos em Lisboa.
Afinal a violência doméstica ainda compensa neste país. Já a sua anterior mulher, Joana Varela, acusa Manuel Maria Carrilho de a ter agredido "Fui espancada durante um dia inteiro e tive uma faca encostada ao pescoço (...) E deu-me imensos pontapés".

Mais uma vez condeno publicamente a violência doméstica pelo mal que provoca às vítimas diretas e aos filhos do casal indiretamente. Infelizmente para estas crianças, este assunto não terminou aqui e terão de viver com ele para o resto das suas vidas.

7 de novembro de 2013

Cultura: Portugal na cauda da Europa

Portugal na cauda da Europa no que diz respeito à participação cultural.

Mais um estudo em que Portugal não fica bem na fotografia.
Tantas exposições interessantes, museus, galerias, mercados, e os portugueses abstêm-se de consumir actividades culturais. A crise não pode ser desculpa pois muitas destas actividades até são gratuitas. Vamos continuar a divulgar a cultura. Eu vou fazendo o que posso neste pequeno espaço.

Fonte: Público

Os portugueses são dos cidadãos da União Europeia com menores taxas de participação em actividades culturais e Portugal é o país onde há maior falta de interesse pela leitura, de acordo com o inquérito Eurobarómetro esta segunda-feira divulgado.

De uma forma geral, os dados deste inquérito, o primeiro sobre o assunto desde 2007, mostram que o que se passa em Portugal acontece em traços gerais na Europa. Ou seja, a tendência mostra que os europeus se interessam cada vez menos pela cultura, verificando-se uma diminuição na participação em actividades culturais. Existem, no entanto, algumas diferenças significativas, como é o caso da Suécia (43%), da Dinamarca (36%) e dos Países Baixos (34%), onde os cidadãos descrevem a sua taxa de participação como elevada ou muito elevada.

Portugal é, com o Chipre, um dos países do fim da tabela, com apenas 6% da população (menos seis pontos percentuais que em 2007) a registar uma participação elevada ou muito elevada, apenas ultrapassados pela Grécia, onde 5% dos cidadãos diz ter uma actividade cultural frequente.

Segundo este relatório, no ano passado apenas 38% dos cidadãos da União Europeia realizaram alguma actividade cultural. Ainda assim o cinema é uma das áreas menos afectadas, com uma percentagem muito próxima da de 2007 (apenas mais um ponto percentual agora). Mas no que a Portugal se refere, que tem vindo a sofrer uma grande quebra nas bilheteiras, o estudo revela que mais de 70% dos cidadãos não foram uma única vez ao cinema nos últimos 12 meses – uma diferença quatro pontos percentuais quando comparado com os dados de 2007. Dados iguais à Roménia e à Bulgária.

Já o ballet, a dança e a ópera mantêm-se com uma adesão igual, sendo apontados, no entanto, como as escolhas menos habituais entre os cidadãos europeus (apenas 18% no último ano). Mas se em traços gerais, na Europa estes dados se mantêm, em Portugal sofrem uma redução de um ponto percentual em relação ao último inquérito, sendo que apenas 8% dos cidadãos foram a um espectáculo destas áreas no último ano.

O inquérito indica que assistir/ouvir programas na televisão/rádio são as actividades culturais mais comuns na União Europeia (72% pelo menos uma vez nos últimos 12 meses), seguindo-se depois a leitura de um livro com 68%. E aqui mais uma vez os países nórdicos em destaque: na Suécia 90% dos cidadãos leram um livro no ano passado, na Dinamarca a taxa é de 82%. Em Portugal esta taxa é de 40% (menos dez pontos percentuais), sendo que a maioria apresenta como justificação para não ler, a falta de interesse.

No que diz respeito a este ponto – à leitura de um livro –, o relatório aponta que os resultados são “fortemente” influenciados pelo nível de escolaridade, assim como, por exemplo, a idade se reflectiu como um factor determinante naqueles que vêem mais televisão ou ouvem rádio (são os mais velhos quem vê ou ouve mais televisão e rádio).

As idas ao teatro também não fazem parte dos planos da maioria dos português, uma vez que 87% dos cidadãos diz não ter ido ao teatro no último ano – uma quebra de seis pontos percentuais. Nas visitas a monumentos históricos e a museus e galerias Portugal também surge no fundo da lista – apenas 30% (menos oito pontos percentuais) visitaram monumentos e 17% (menos sete pontos percentuais) foram a museus e galerias.

Também a participação nos concertos sofreu uma queda, quando se comparam os dados com o inquérito de 2007. No geral a participação europeia nesta actividade é de 35% (menos dois pontos percentuais que 2007), enquanto em Portugal é de 19% (menos quatro pontos percentuais). De acordo com os inquiridos, 25% alegou não ir a concertos por questões económicas (Portugal 35%), sendo que a falta de interesse foi a justificação de 29% (Portugal 40%).

As visitas a bibliotecas públicas também não são comuns em Portugal, como referem os dados. Em Portugal, apenas 15% dos cidadãos visitaram uma biblioteca no ano passado, registando-se uma quebra de nove pontos percentuais. Na Europa, a média é de 31%, também se verificando uma queda comparativamente com 2007, neste caso de quatro pontos percentuais.

Este inquérito, para o qual foram entrevistadas cerca de 27.563 pessoas no espaço europeu (1015 em Portugal), coincide com a abertura do Fórum Europeu de Cultura, em Bruxelas, que reúne cerca de 1200 agentes culturais e responsáveis políticos, nas vésperas de ser adoptado o novo programa “Europa Criativa”, da Comissão Europeia.

O estudo completo pode ser consultado aqui.

6 de novembro de 2013

Novos ideais de Beleza Feminina

O ideal de beleza feminina está a mudar? pergunta o João Miguel Tavares do blog Pais de Quatro.

Também nem 8 nem 80!
Nem escanzeladas, nem obesas...
Não podemos ficar no meio-termo?

Este foi o meu comentário sobre o seu post.
Passo a explicar. Fui uma criança de peso normal até aos 16 anos, altura em que engordei a olhos vistos. Tentava emagrecer mas por falta de informação, privava-me de comida todo o dia e à noite assaltava o frigorífico. Resultado: ficava cada vez mais gorda...
Ouvi comentários de crianças, que não mentem, em que me chamavam gorda
Não imaginam o quanto este adjectivo me magoou! Eu bem tentava emagrecer, sem qualquer sucesso.
Mais tarde, comecei a praticar exercício físico e fui perdendo o peso a mais, muito gradualmente. Tão gradualmente que a minha auto-imagem se manteve como "a gorda" durante muitos anos.

Já não era gorda mas era uma mulher com curvas. Tive a minha primeira filha e engordei o que devia, cerca de 9 kg. A miúda nasceu, pesava 2,5 Kg e eu fiquei com os restantes quilos todos. Comecei a perder o peso muito devagarinho... Tão devagarinho que pensei que ia demorar uns 10 anos a voltar ao peso anterior à gravidez.

Nessa altura encontrei um prima que também tinha sido uma mulher cheia, muito mais
magra do que alguma vez tinha sido. Perguntei-lhe o que tinha feito para ficar assim tão bem. Disse-me que tinha ido a um médico que lhe tinha ensinado a comer melhor.

Perguntei-lhe se não passava fome. Disse-me que antes pelo contrário, era obrigada a comer a cada duas horas.

Estava decidido. Assim que me sentisse melhor fisicamente, com o sonos mais em dia, iria consultar-me com esse médico.

Foi importante esse tempo de preparação. Só iria à consulta quando estivesse em condições de cumprir tudo à risca. Não concebo ir a um médico ou a um nutricionista e depois não fazer o que nos indicam. Ou é para ter resultados, ou não vale nem o esforço (e o custo).

Se faço é para ter resultados! Lá fui à consulta. Lá levei com todas as explicações e fui para casa iniciar a nova forma de comer mais saudável. Demorei mais duas consultas a perceber tudo. Mas o peso começou a ceder desde a primeira semana. E sempre sem fome. Eu não suporto passar fome. Recuso-me. Fico com dores de cabeça se não como o suficiente.

Fiquei magra. No limite inferior do Índice de Massa Corporal (IMC) saudável. Adorei. Nunca tinha sido magra na minha vida. Tive mais dois filhos. Engordei nas gravidezes e voltei ao normal sozinha. Já nem precisei de voltar às consultas.

Entretanto decidi que ficava melhor com mais 2 kg do que o limite inferior do IMC saudável. Continuei a fazer desporto. Sempre! Hoje tenho exatamente o peso que quero, nem escanzelada nem obesa. Estou no meio termo. Voltei a ter curvas, pois gosto de ver mulheres com curvas. E o mais importante: é que me sinto muitíssimo bem assim!
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