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23 de setembro de 2015

Novo ano, novas rotinas

Violino
Novo ano, novas rotinas.
Primeiros trabalhos de casa. Como lhes custa voltar ao ritmo!

Novos horários de violino. A família adapta-se o melhor que pode. A mais velha tem um horário fantástico, com aulas só de manhã, já que está no ensino articulado. As aulas de música muito bem arrumadas em duas tardes semanais. Vai ter todo o tempo do mundo para estudar, com a calma que aprecia. Só nos falta conhecer os horários do Desporto Escolar para ver se consegue frequentar os Desportos Gímnicos, a ginástica do seu coração!

Já os mais novos têm um horário mais chato. Já que no Conservatório os horários são muito tardios. Vamos ver como corre. Há dois anos, o do meio, chegou a passar aulas de violino deitado nas cadeiras tal era o seu cansaço às 18h30. Este ano têm aulas a terminar às 20h. Vamos ter de estar atentos a esta situação.

20 de março de 2015

Dó Ré Mi

Final de tarde ao som de lindas melodias.
Haverá melhor forma de terminar a semana?

23 de fevereiro de 2015

Irish Celtic no CCB

Irish Celtic
Este fim de semana tivemos a oportunidade de assistir a um musical fantástico, Irish Celtic, Spirit of Ireland no CCB.

Agradeço esta oferta da Rádio M80 do fundo do meu coração! Já nem me lembrava que há tempos tinha participado num passatempo. Fiquei mesmo surpreendida quando recebi o e-mail com a oferta dos bilhetes!

Um bilhete duplo e três filhos. Como haveria de fazer? Tive de escolher um e prometer que numa próxima oportunidade seria outro a acompanhar-me. O feliz contemplado foi aquele que acreditei, iria apreciar mais o espetáculo. Todos gostam de música e tocam violino. Há um que gosta particularmente de dança e foi esse que me acompanhou.

Era domingo à tarde e havia muitas crianças no público. Ele estava com medo de achar o espetáculo demasiado longo. Aos sete anos, adorou o espetáculo, não sentiu que durasse duas horas e quer voltar a repetir! Está um homenzinho este meu filhote!

Terminei a tarde de coração cheio! Eu feliz, o miúdo feliz! Muita música, muita dança e muita diversão.

Vejam as imagens e imaginem a música, o sapateado e todo o ambiente de um bar irlandês no início do século XX!
Irish Celtic

Irish Celtic

Irish Celtic

Irish Celtic


Irish Celtic

Irish Celtic

Irish Celtic

30 de dezembro de 2014

O nosso Natal


O Natal foi muito bom!
Dia 24 jantámos cá em casa. Nós cinco, com uma avó e uma bisavó. Uma consoada com quatro gerações. Já eu tive bisavó até à adolescência. Os meus filhos também têm. As mulheres da família têm uma enorme longevidade. Aturem-me! Vou ficar cá por muito tempo! Um dia tenho de mudar o nome ao blog para Vida de Mulher aos 90!

Passámos ao lado do bacalhau cozido. Já vos tinha falado das minhas novas tradições. Cá em casa, no Natal o bacalhau é espiritual. E nós adoramos!

Depois do jantar os miúdos pegaram nos violinos e começaram a tocar. Cada um a querer mostrar às avós o que já sabem tocar. Um tocou uma música, outro tocou outra e assim por diante. O mais novo, que ainda só aprendeu duas músicas, é quem mais se esforça. Quer apanhar os irmãos o mais rápido possível. As aulas de violino para os três estão a dar frutos. Na minha infância cantávamos para a família no Natal. Hoje os meus filhos brindam-nos com um concerto de violino.

Dia de Natal juntámo-nos em casa dos meus cunhados. Tios, avós, primos e primas. Uma família muito numerosa. Na nossa tradição, por sermos uma família grande, o almoço é volante. Na mesa temos várias travessas com diferentes iguarias. Cada um serve-se e circula. Conversamos mais uns com os outros assim. Sentados num lugar só se consegue conversar com quem está em frente ou ao lado. Assim, estamos mais uns com os outros, o convívio torna-se mais intenso. Depois de provarmos vários pratos, já bem acondicionados, retiram-se as travessas dos salgados e colocam-se as dos doces. É comer até rebentar! É uma tradição familiar!

Mais à tardinha os primos vão buscar os violinos e dão um concerto, agora mais alargado. As primas mais velhas já tocam numa orquestra. Começaram cedo, aos três anos, tocam divinamente. Ouvi-las tocar é um regalo para os ouvidos. A solo, ou todos juntos tivemos um concerto muito completo. A mais velha em duas horas conseguiu ensinar o meu filho do meio a tocar o Gingle Bells. O mais novo, ainda a dar os primeiros passos no violino aprendeu o refrão. Com os pais o estudo não é tão produtivo!

Ficámos com o papo cheio de família, de convívio, de conversas, de brincadeiras, de música e sim, de comida, muita e deliciosa comida. Vou entrar o novo ano em modo lontra, mas isso agora não interessa nada!
Violino


5 de junho de 2014

Quem disse que música clássica é aborrecida?




Eu adoro música. De música muito variada. Clássica, jazz, pop, hip hop... Os meus gostos são extensos.

Há quem considere a música clássica chatinha, aborrecida.
Para esses deixo um convite a assistirem a este pequeno concerto deste quarteto.

Nunca mais vão olhar a música clássico com os mesmo olhos, pois não?

6 de maio de 2014

Dias da Música CCB

Dias da Música CCB
Os Dias da Música são uma oportunidades para todos contactarem com orquestras sinfónicas, música de câmara e jazz com músicos profissionais e amadores.

Assistimos a um concerto de violoncelo de crianças. Os meus filhos adoraram. Os mais velhos tocam violino. Ficaram em êxtase sempre que os violoncelos tocavam uma peça do seu reportório. Mamã! Papá! Eu toco esta!
Reconhecimento da música, apreciação da peça interpretada por um de instrumento diferente. Encontrar amigos, colegas, professores.
O público era alargado, poderia dizer que dos oito aos oitenta mas era mais que isso. Possivelmente dos três aos 90. Muitos jovens estudantes de música, muitas famílias. A música é verdadeiramente inclusiva!
Uma tarde realmente bem passada.





O talento educa-se
O talento educa-se. Por isso o meus filhos aprendem música na Escola de Música do Conservatório Nacional.

6 de janeiro de 2014

A infantilização das crianças

Henrique Raposo escreveu um texto sobre a infantilização das crianças.
Eu concordo com cada palavra que escreveu.
Aqui em casa lutamos contra essa infantilização das crianças.
Até lemos contos de Andersen antes de dormir.
Cá em casa não há jogos de computador, wii, psp e coisas que tal. Aqui, andamos de bicicleta, jogamos à bola, fazemos puzzles e muitos Lego. Pintamos e fazemos colagens. Praticam desporto e aprendem um instrumento musical.
Somos diferentes? Sim, da maioria. Mas somos iguais aos colegas do violino e do clube.
Experimentam jogos de computador em casa dos amigos, mas isso não domina as suas vidas.
Aqui acreditamos que os bons hábitos se enraízam e ficam para toda a vida.

27 de dezembro de 2013

A Consoada


consoada foi em minha casa com 3 crianças, nós e 3 avós. Uma das avós é bisavó. Juntámos assim 4 gerações à mesma mesa.
Os miúdos estiveram na maior excitação. O Natal é muito excitante para eles. À mesa até que se portaram bem e repetiram várias vezes o bacalhau espiritual. Não se cansavam de perguntar:
- Estou a portar-me muito bem, não estou?
Até que estavam. Foi uma noite muito gira. Cumpri o que prometi ao mais novo e acendi a lareira pela primeira vez este ano.  A sala ficou tão quente que chegámos a torrar com o calor.
Os dois miúdos mais velhos deram-nos um pequeno concerto de violino. Primeiro com muita vergonha depois a quererem mostrar às avós todas as músicas que aprenderam. O mais novo a prometer que no próximo ano também entra no Conservatório e toca no Natal. Custa sempre mais ao mais velho, os mais novos vêem os mais velhos e também querem tocar.
Adormeceram a sonhar com o Pai Natal que de noite os iria visitar.

15 de dezembro de 2012

Sobrevivi

Ontem foi aquele dia. Aquela correria de festa de Natal em festa de Natal dos piolhos pequenos. Valeram-me as minhas galochas do Jumbo que comprei por 14,99€. Apesar da chuva e vento, passei o dia de pés sequinhos, tornozelos secos e pernas descansadas. Além de protegerem da chuva são super confortáveis.
As minhas são as castanhas lisas que conjugo com quase tudo. Se for dia de chuvada, são elas as minhas aliadas.
Ir para o Bairro Alto numa 6ª feira à tarde, em dia de chuva não é o melhor programa do mundo, mas para se assistir a uma audição de violino da filhota, tudo se suporta. Estacionar é sempre uma aventura. Agora sair do conservatório às 20h e ficar parada no trânsito quase uma hora, é demais! Chegar a casa, sem jantar, depois das 21h, com o mais novo a dormir e os outros dois mais para lá do que para cá... Valeu-nos o McDrive para arranjar um jantar rápido, chegar a casa e despachar a pequenada.

24 de novembro de 2012

Sábado 8h50

Sábado 8h50.
A chuva cai miudinha. Eu procuro um lugar para estacionar na zona antiga da cidade. Passo o Príncipe Real, desço a Rua do Século. Aqui já terei mesmo de arranjar um lugar. Está tudo cheio. Nada e nada ainda. Por fim encontro um espaço. Não é bem um lugar de estacionamento. Com a boa vontade e desenrascanso que herdei dos genes portugueses, transformo aquele pequeno espaço num local para estacionar. Saio e verifico o resultado. Não deixei muito espaço para passagem… Ainda consigo subir o passeio 20 cm e aumentar o espaço para os outros veículos circularem. Volto a entrar e posiciono melhor o carro. Já só nos falta subir tudo a pé até à Rua dos Caetanos, para a Escola de Música do Conservatório Nacional. A subida é grande e íngreme  A miúda a carregar o seu violino já não pode mais. Tenta entrar na primeira porta que encontra aberta, mas é a da Escola de Dança do Conservatório Nacional. “A escola de música fica um pouco mais acima esta é a de dança”, avisa o porteiro. Lá subimos as ruas íngremes do Bairro Alto, onde nem ao sábado de manhã há um pequeno espaço para estacionar.

A Escola de Música do Conservatório Nacional com 175 anos de existência, funciona num antigo edifício do Bairro Alto.
O soalho de madeira range a cada passo, as escadas de madeira sobem majestosas até ao átrio que nos dá acesso a belos salões de tectos trabalhados, tapeçarias e belos instrumentos. Vejo pianos e arpas antigos, os instrumentos que os alunos não transportam consigo. Por todo os lado se vêem caixas com flautas, trompetes, violinos, violetas, violas e violoncelos, os instrumentos que os alunos levam sempre consigo.

A miúda vai para a aula de compensação. Apesar de ser aluna num dos pólos do conservatório, a aula de compensação calhou ser a um sábado na sede da escola, no Bairro Alto.

Encontro uma sala de estar, ou de espera, ou de estudo e ligo o computador.
Já que sina de mãe é esperar, eu espero. Mas tento aproveitar estes momentos para escrever, ler, ou fazer outra coisa útil.
A chuva cai lá fora. Cá dentro ouve-se música vinda de várias salas. Os passos ecoam no soalho de madeira. Sinto-me noutro mundo. Um regresso a um passado muito longínquo, quem sabe se a outra vida.
É engraçado como o sons nos despertam memórias, sensações que julgávamos esquecidas.

4 de outubro de 2012

A História de um Violino


A minha amiga Sandra do Histórias da Sandra Fotos voltou a publicar a História de um violino.
É a história mais terna, mais doce que já li sobre um violino.

A não perder aqui.

19 de junho de 2012

História de um Violino



Há histórias assim.
Doces, ternas, que nos fazem sorrir.
Vale a pena ler a História de Um Violino, publicada pela Sandra do Histórias da Sandra Fotos.
E mais não digo...


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