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25 de novembro de 2013

Operação destralha

Este fim de semana tive mais uma operação destralha. Inspirada pelo destralhanço do quarto dos miúdos e marquise-arrumação-de-brinquedos da semana passada, dediquei-me ao destralhanço do meu armário.
Arranjei coragem e tirei tudo para fora.
Fui escolhendo e separando em cima da cama o que são t-shirts de verão, o que são t-shirts de usar no inverno, como sombra por baixo de roupas mais transparentes ou pretas lisas para usar por baixo de camisolas. Gosto de usar uma t-shirt preta lisa por baixo de camisolas de lã. Se estiver num sítio mais quente posso tirar a camisola e ficar bem de t-shirt preta.
Separei também o que já não gosto, não me serve, ou por alguma razão não vou usar mesmo. Estas foram para um monte à parte. É incrível como encontramos sempre um monte de roupa que jamais voltaremos a usar a roubar-nos o espaço no armário!
Separei as camisolas de gola alta, a de gola baixa, as mais finas, as mais grossas e voltei a arrumar tudo direitinho nas prateleiras. Agora está tudo mais fácil de encontrar. Tenho à mão, e à vista, o que posso realmente usar este inverno. Fiquei com muito mais opções. Hoje já escolhi um conjunto de camisola de gola alta e respectivo casaquinho de malha giríssimos que já nem sabia por onde andavam!
Isto foi feito na manhã e serão de sábado, porque sábado à tarde foi tempo de festa, tal como domingo à tarde. A ideia não é deixar de viver o fim de semana, mas tirar metade de um dos dias e fazê-lo render na operação destralha. Devagar, devagarinho vou conseguir lá chegar...

17 de novembro de 2013

Devagar, devagarinho...

As leituras que por aqui faço costumam ser inspiradoras. Hoje foi esta e mais esta no blog a Próxima Curva da Maria.
Eu tenho imensas qualidades, uma enorme auto-estima. Não me deixo abater facilmente pelas agruras da vida. Mas tenho defeitos, como toda a gente. Sou até muito consciente dos meus defeitos.
Não sou uma pessoa arrumada. Ponto.
Tento ser mas não consigo.
Com 3 filhos e ter ficado sem empregada (por falta de dinheiro) tudo piorou. O tempo não chega nem para as coisas do dia a dia: banhos, cozinhar, dar-lhes de comer, por a louça na maquina, arrumar a louça, por roupa a lavar, estender, dobrar, arrumar. Arrumar o que eles desarrumam, tudo se acumula. O fim de semana é curto para arrumar, cozinhar, entreter os miúdos e tentar descansar.
Estou mesmo a precisar de atacar divisão por divisão, especialmente o meu armário da roupa, já que estou sempre a tratar dos armários deles, a ver o que não serve, o que precisam. Como sempre são as minhas coisas que ficam para trás.

Mas se a Maria consegue, devagarinho, eu também irei conseguir.
Hoje o pai e a filha deram o mote cá em casa. Atacaram a marquise onde se acumulavam milhares de brinquedos, jogos e caixas cheias de coisas dela. papeis e papelinhos, canetas e lápis de todas as qualidades. Começaram de manhã e só acabaram ao fim do dia. Ela teve de escolher o que não queria, o que estava estragado e pôr no lixo.
Separaram os brinquedos com que já não brincam. Resultado: 10 sacos de lixo e dois sacos grandes de brinquedos para dar.

O quarto deles ficou mais vazio, a marquise toda arrumada. As caixas dos jogos, todas ordenadas.
É o mote para eu atacar o meu armário. Devagarinho vou conseguir.

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