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1 de abril de 2014

Dia das Mentiras (re-post)


Dia das Mentiras

Detesto este dia, um dia dedicado a enganar os amigos, a mentir descaradamente, em que até mesmo a comunicação social tem a coragem de difundir notícias falsas, para depois as desmentir, afirmando: era dia 1 de Abril.

Desde pequena que não gostava de ser gozada neste dia e também não o aproveitava para dizer mentiras.

Tal como é meu costume, gosto de aprofundar as razões por detrás das efemérides. Gosto de compreender como pode ter surgido um costume aos meus olhos tão bizarro.

Vamos então à aula de História.

Em França, durante o reinado de Carlos IX, o Ano Novo era comemorado a 25 de Março, com a chegada da Primavera. Estas festas duravam uma semana e terminavam a 1 de Abril.

Em 1564, o rei adoptou o Calendário Gregoriano e o Ano Novo passou a ser comemorado a 1 de Janeiro. Muitos conservadores resistiram à mudança e continuaram a comemorar o Ano Novo a 1 de Abril. Rapidamente estes conservadores começaram a ser alvo de escárnio e a receber convites para festas que não existiam. Este novo costume espalhou-se em França e duzentos anos depois para Inglaterra e daí para o resto do mundo.

Com isto não passo a gostar mais deste costume, mas ajuda-me compreender a sua origem.

24 de outubro de 2013

Não Mentir Nunca aos Filhos

Agradeço ao João Miguel Tavares, autor do blog Pais de Quatro, jornalista que admiro, escritor, pai e personalidade notável, a referência que fez ao Vida de Mulher aos 40.
Gostei muito do post em que refere a importância de não mentir aos filhos.

Não mentir NUNCA aos filhos é um excelente princípio.
Mesmo que obrigue a andar com pulseirinhas ridículas...

Foi o meu comentário ao seu post sobre pulseiras.
Gosto de pessoas assim: frontais, directas, transparentes. Já vão rareando hoje em dia.
Eu também sou assim e gosto de o ser, pois estou de bem com a vida e durmo muito bem.
Já recebi críticas por não ser muito "politicamente correcta". Prefiro ser educadamente frontal do que mentirosa. Se gosto elogio. Se não gosto não critico. Não minto mas não digo tudo o que penso, se isso puder magoar alguém.
Tento ensinar isso aos meus filhos.
Para mim, não mentir, é um dos mais importantes valores que lhes tento passar.
aqui escrevi sobre isso. Tenho o maior orgulho quando os meus filhos me contam que se portaram mal, mas não mentem. É como um prémio que recebo pelo esforço e dedicação diárias para que sejam pessoas honestas, verdadeiras e correctas.

1 de abril de 2013

Dia das Mentiras


Dia das Mentiras

Detesto este dia, um dia dedicado a enganar os amigos, a mentir descaradamente, em que até mesmo a comunicação social tem a coragem de difundir notícias falsas, para depois as desmentir, afirmando: era dia 1 de Abril.

Desde pequena que não gostava de ser gozada neste dia e também não o aproveitava para dizer mentiras.

Tal como é meu costume, gosto de aprofundar as razões por detrás das efemérides. Gosto de compreender como pode ter surgido um costume aos meus olhos tão bizarro.

Vamos então à aula de História.

Em França, durante o reinado de Carlos IX, o Ano Novo era comemorado a 25 de Março, com a chegada da Primavera. Estas festas duravam uma semana e terminavam a 1 de Abril.

Em 1564, o rei adoptou o Calendário Gregoriano e o Ano Novo passou a ser comemorado a 1 de Janeiro. Muitos conservadores resistiram à mudança e continuaram a comemorar o Ano Novo a 1 de Abril. Rapidamente estes conservadores começaram a ser alvo de escárnio e a receber convites para festas que não existiam. Este novo costume espalhou-se em França e duzentos anos depois para Inglaterra e daí para o resto do mundo.

Com isto não passo a gostar mais deste costume, mas ajuda-me compreender a sua origem.

E vocês, o que acham deste dia?

9 de janeiro de 2013

Comportamento na escola

- Mamã, anda cá que eu preciso de te dizer uma coisa. Começa o do meio a soluçar.
- O que foi? Quero saber.
- Não te vais zangar comigo? Pergunta entre soluços.
- Se me disseres a verdade não zango. Asseguro, enquanto o abraço.
- A educadora disse-me que eu tinha de te contar a ti e ao papá que me portei mal na aula de música, diz em voz cada vez mais sumida.
- Estás arrependido?
- O que é isso?
Ai a ingenuidade dos 5 anos! - Se não querias ter feito e não queres portal-te mal outra vez?
- Sim, estou arrependido!
- Não me zango, mas fico triste quando te portas mal. Amanhã vais pedir desculpa à professora de música e dizer que não voltas a portar-te mal, está bem?
- Sim...
- Olha que as desculpas só são aceites uma vez, depois não te podes voltar a portar mal, percebes?
- Sim, está bem.
Que alívio. Pelo menos ainda conta o que faz mal. Não mente e não esconde, por muito que lhe custe. Espero conseguir ajudar a que isso se mantenha assim pela vida fora!

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