Mostrar mensagens com a etiqueta apfn. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta apfn. Mostrar todas as mensagens

14 de abril de 2015

Dia dos Irmãos: Assine a Petição


Se queres ver uma criança feliz,
dá-lhe um irmão.
Se queres ver uma criança muito feliz,
dá-lhe muitos irmãos.

A APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em colaboração com a ELFAC - Confederação Europeia de Famílias Numerosas, vai celebrar o Dia dos Irmãos no próximo dia 31 de Maio.

A instituição do Dia dos Irmãos está a ser objeto de uma petição nacional, europeia e internacional.

Além do valor social da celebração da fraternidade e da solidariedade familiar, a instituição desta data tem ainda um valor cívico acrescido num tempo em tanto em Portugal, como na Europa a sociedade e os cidadãos despertam cada vez mais para a crise e o problema da natalidade.

A vida vai-se construindo em torno de afectos, acontecimentos, aprendizagens, compromissos, ideias, e tantas outras coisas.

O calendário assinala datas, efemérides, memórias. Por isso se destacam dias especiais, para celebrar o que é mais importante.

Os irmãos são os nossos mais próximos. Crescemos com eles, na família, numa teia de cumplicidades e vivências comuns. O que vivemos entre irmãos é único, irrepetível, molda a nossa vida para sempre.

Por isso se torna tão importante assinalar um dia dedicado aos irmãos, à relação entre irmãos.

A criação do Dia dos Irmãos. Quer em família, quer socialmente, é a maneira de mantermos sempre presente, fortalecermos e festejarmos o que, de tão importante, acontece entre irmãos:

• O crescer juntos.
• As aventuras.
• As descobertas.
• A solidariedade.
• A proximidade.
• A cumplicidade.
• A identidade que é diferença.
• A diversidade.
• A entreajuda, a cooperação e a divisão de tarefas.
• A alegria e a tristeza.
• As emoções, boas e más.
• A tolerância.
• A reconciliação.
• A partilha.
• As histórias, raízes e memória.

Quem tem a felicidade de ter irmãos, conhece bem o significado desta pertença.

Assinem a Petição Aqui! Eu já assinei!

29 de novembro de 2013

Taxa moderadora na saúde a partir dos 12 anos, independente do rendimento per capita da familia


Tutela ignorou recomendações do Provedor de Justiça

A APFN PEDE AO PROVEDOR DE JUSTIÇA A SOLICITAÇÃO DA INCONSTITUCIONALIDADE DAS TAXAS MODERADORAS E DA LIMITAÇÃO DA SUA  ISENÇÃO A MENORES DE 12 ANOS

As taxas moderadoras no acesso à saúde não têm em conta o número de elementos do agregado familiar e estabelecem arbitrariamente os 12 anos como limite de idade da isenção. O Provedor de Justiça enviou à Tutela, há mais de um ano, uma recomendação ao Ministro da Saúde no sentido de alterar estas normas (Recomendação nº 11/B/2012) que, no entanto, se mantêm inalteradas.

Neste sentido, a APFN – Associação Portuguesa das Famílias Numerosas, em carta entregue ao Provedor da Justiça, solicita o pedido de inconstitucionalidade das normas referidas, que comprometem seriamente o acesso à saúde de crianças e jovens dependentes.

De facto, o acesso à isenção por insuficiência económica ignora por completo a existência de dependentes a cargo na família.

Por exemplo, numa família com dois adultos e uma remuneração de 1.200 euros, ambos têm acesso a isenção por insuficiência económica, mas numa família de cinco pessoas (pai, mãe e três filhos de 13, 15 e 17 anos), e uma remuneração de 1.260 euros, ninguém tem acesso a isenção por insuficiência económica.

Por outro lado, a isenção é atribuída a crianças apenas até aos 12 anos: trata-se de uma discriminação baseada na idade, para a qual não se encontra, nem nunca foi apresentada, qualquer fundamentação. Nessa idade, nenhuma alteração ocorre que a fundamente: nem os encargos com a saúde se alteram, nem se gera nenhum processo de autonomia financeira relativamente à família.

Dada a situação que o País atravessa e os constantes apelos dos seus sócios, a APFN espera que o Senhor Provedor solicite com a maior urgência a inconstitucionalidade do diploma, por uma questão da mais elementar justiça.

A APFN relembra que são cada vez menos as famílias com mais de 3 filhos em Portugal (apenas 4%), estando a cair de ano para ano o número de nascimentos (menos de 90 mil em 2012 – o menor número desde que há registo, em 1935), a que não são decerto alheias as políticas que penalizam a natalidade e a família, como estas das taxas moderadoras, que limitam ou inviabilizam o seu acesso à saúde.

19 de outubro de 2013

Assembleia da República Discute mais Equidade e Justiça para Famílias com Filhos

Publico aqui um comunicado da APFN- Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.
Esta associação muito tem lutado para que haja justiça relativamente às famílias numerosas, nomeadamente uma tarifa de água mais justa em muitos conselhos do país. Como devem saber, quanto mais água gastarmos mais pagamos pelo metro cúbico de água, isto para incentivar à poupança de água. Nas famílias numerosas é inevitável que se gaste mais água, há mais banhos diários, mais máquinas de roupa semanais (no meu caso uma por dia), não é justo cobrar mais caro o metro cúbico de águas pelos mesmo banhos de cada membro da família.

No caso do IRS das famílias um filho não valia um, por isso esta associação criou a campanha 1 Filho vale 1, exigindo que para o cálculo dos rendimento das famílias fosse considerado o rendimento per capital, isto é, o rendimento, dividido por cada membro da família. Como podem compreender é muito diferente uma pessoa receber 1000€ para si sozinho, ou receber 1000€ para sustentar uma família de 4 pessoas, onde o rendimento per capita passa a ser 250€.

Peço-vos que tenham ou não filhos, divulguem esta informação pois trata-se de justiça social.

Comunicado:

APFN aplaude a aprovação pelo Parlamento, sem nenhum voto contra, de duas recomendações ao Governo que vêm trazer mais equidade e justiça para as famílias com mais filhos.

Foi hoje reconhecida por todos os partidos com assento parlamentar a crise demográfica profunda que o país atravessa. Após o debate que esta manhã teve lugar foram aprovadas, sem nenhum voto contra, duas recomendações ao Governo relativas ao IRS, introduzindo o princípio per capita nas principais rubricas do modelo de cálculo, e ao ISV, considerando a redução do imposto com o nascimento do 4º filho.  A Assembleia da República discutiu também o Projecto-Lei que prevê a diminuição do valor do IMI à medida que a dimensão da família aumenta, outra medida fundamental para diminuir a discriminação das famílias com mais filhos, tendo adiado a sua votação para daqui a 15 dias.

A APFN reitera que estas se tratam de medidas corajosas e fundamentais na conjuntura em que vivemos, num país que não renova as suas gerações há mais de 30 anos, o que originou um défice demográfico que hoje já ultrapassa um milhão e quatrocentas mil crianças e jovens.

São medidas que combatem injustiças e demonstram um entendimento correto da realidade atual do nosso país. Não é aceitável que as famílias com filhos, garante do futuro e das reformas dos que hoje trabalham, continuem a ser as mais penalizadas.

A APFN agradece aos Deputados de todos os Grupos Parlamentares que apoiaram estas iniciativas que modernizam Portugal e dão um sinal positivo às famílias que tanto precisam. É necessário continuar a trabalhar para que estas medidas sejam definitivamente implementadas. A defesa da família, e com ela a defesa do futuro de Portugal, estão acima das divergências partidárias e beneficiam todos.

Lisboa, 18 de Outubro de 2013

2 de janeiro de 2012

Mínimo Absoluto de Nascimentos em 2011




De acordo com a APFN (Associação Portuguesa de Famílias Numerosas), Em 2011, foram adoptadas diversas medidas que prejudicam especialmente as famílias com filhos a cargo e foi também atingido um mínimo absoluto de nascimentos em Portugal. Em 2012 faz 30 anos sobre o último ano em que houve renovação de gerações neste país. E agora? O que se segue? A APFN nunca se cansará de alertar para o facto de que esta situação é perfeitamente reversível.

Sem qualquer surpresa para a APFN, tudo indica que, em 2011, se terá obtido um novo mínimo absoluto de nascimentos em Portugal, fazendo com que estejamos a caminho de ultrapassar a Bósnia como o país do mundo com menor índice sintético de fecundidade (número de nascimentos por mulher em idade fértil).

Isto é resultado da forte política anti-natalista a que Portugal tem vindo a ser submetido, fortemente agravada nas duas últimas legislaturas e reforçadas pelo actual governo.

Recordemos o verdadeiro desastre que foi este ano de 2011:

1 – Começou, ainda com o anterior governo, na desvalorização em 50% da contabilização dos dependentes no cálculo dos escalões do abono de família (cada filho passou a valer apenas por meia pessoa), o que fez com que as famílias fossem artificialmente “enriquecidas”, tendo a maior parte subido em um escalão e, muitas delas (as com maior número de filhos), subido em dois escalões;

2 – Redução nos valores do abono de família e eliminação de alguns dos escalões;

3 – Já com o actual governo, nenhuma das medidas anti-natalistas herdadas das anteriores legislaturas foi alterada ou revogada, ou seja, foram todas por ele confirmadas;

4 – Aumento brutal dos transportes públicos, não considerando o número de filhos na atribuição do “Passe Social +”;

5 – Eliminação da comparticipação nos passes dos transportes públicos para crianças e jovens;

6 – Aumento brutal do IVA na factura da EDP, um bem de primeira necessidade, e também aumento do preço base da electricidade;

7 – Brutal redução nas deduções ao IRS de despesas de educação e saúde com as crianças e os jovens a poderem deduzir, cada uma, apenas 10% do valor deduzido pelos adultos;

8 – Aumento, nalguns casos muito significativo, do IMI, continuando a não ser tido em conta a dimensão da família versus dimensão da casa (número de metros quadrados per capita);

9 – Aumento das taxas moderadoras no SNS sem entrar em linha de conta com o número de dependentes para o cálculo das famílias isentas.

Como se poderá constatar, os governos anteriores e o actual contribuíram, não só para que se atingisse este mínimo absoluto, como para que se tenha mantido a trajectória descendente do Índice Sintético de Fecundidade.

A APFN nunca se cansará de alertar para o facto de que esta situação é perfeitamente reversível, assim haja vontade política, que não tem havido. A razão é só uma: as famílias desejam ter bem mais filhos do que aqueles que estão a ter.

Basta, por exemplo, consultar-se os Relatórios de Sustentabilidade da Segurança Social que anexam os Orçamentos de Estado dos últimos anos para se verificar que, caso os números não tivessem continuado a descer, as reformas não teriam que baixar tão rápida e drasticamente.

Em 2012, “celebram-se” 30 anos sobre 1982, o último ano em que Portugal teve o necessário Índice Sintético de Fecundidade de 2.1. Nestas três dezenas de anos, este Índice não tem deixado de mergulhar.

Ao entrarmos em 2012, a APFN pergunta ao Primeiro-Ministro:

Como é? Vai continuar a fazer de conta que o número de nascimentos vai aumentar e, ao mesmo tempo, continuar a fazer recair sobre as famílias com filhos, de forma totalmente desproporcionada as indispensáveis medidas de austeridade ou, pelo contrário, adoptar políticas que tenham algo a ver com o anunciado no programa eleitoral, ao abrigo do qual foi eleito, e a ver com o seu programa de governo?

A APFN espera que este trigésimo aniversário seja adoptado pelo governo como o ano da indispensável mudança (já que o ano anterior não foi).
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...