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29 de junho de 2015

Estados Unidos aprovam Casamento Gay


Até nos Estados Unidos, um dos países mais conservadores do mundo, o casamento gay foi aprovado pelo Supremo Tribunal.

A igualdade é um Direito Humano.

Várias marcas assinalaram esta conquista nas redes sociais com peças de comunicação alusivas à igualdade de orientação sexual.








8 de janeiro de 2015

Um Mundo Melhor: Precisa-se!


Precisamos de um mundo melhor. Mais justo, mais humano, mais generoso,
A Carta Universal do Direitos Humanos tem de se tornar rapidamente isso mesmo, universal. Não apenas de um grupo de países.
Nós, europeus temos de nos unir, lutar pelos Direitos Humanos em que acreditamos. Não podemos fechar os olhos, pois o mal alastra.
Gerações anteriores tiveram a sua dose de fanáticos. Não foram travados a tempo e os estragos foram demasiado profundos. Cito os causados na Europa pela Inquisição entre os séculos XII e XIX. Já no século XX Hitler, provocou outro genocídio de intolerância e mudou para sempre a Europa e o Médio Oriente.

Agora, isto.

Precisamos de um Mundo Melhor.


Hoje, é só isto que consigo dizer.


7 de dezembro de 2013

Nelson Mandela contado às crianças


Cada vez gosto mais da professora do 1º ano do meu filho do meio!
A propósito da morte de Nelson Mandela, explicou às crianças quem foi este homem.

Ontem ao jantar o meu filho contou-nos:

  • O Nelson Mandela era um homem muito bom
  • Ganhou o Prémio Nobel da Paz
  • Esteve preso 26 anos
  • Foi preso porque queria igualdade entre pretos e brancos
  • Na África do Sul os pretos não podiam estar ao pé dos brancos
  • Foi Presidente da Africa do Sul

Ouvir esta história da boca de uma criança de 6 anos é comovente. Também me comovo cada vez que me cruzo com um professor destes, apaixonado pela sua profissão, com vontade de ensinar, de partilhar conhecimentos. Professores que nos inspiram. Que tornam o mundo uma aventura fascinante.

A professora do 4º ano da minha filha, apesar de competente, não fez qualquer menção a Nelson Mandela. A minha filha conheceu a história deste homem, através da boca do seu irmão mais novo e claro da nossa que complementámos a história, contando mais detalhes e mostrando imagens.

21 de novembro de 2013

Malala recebe Prémio Sakharov

Malala recebe Prémio Sakharov
A jovem paquistanesa Malala Yousafzai recebeu o Prémio Sakharov pela defesa dos Direitos Humanos, concedido pelo Parlamento Europeu.
“Existe esperança porque estão todos aqui, unidos para ajudar estas crianças inocentes… Elas não querem um IPhone, uma Xbox, uma Playstation ou chocolates. Apenas querem um livro e uma caneta” declarou Malala no seu discurso.
O seu Livro “Eu sou Malala” foi proibido nas escolas do Paquistão por ser considerado pouco respeitoso para com o Islão.
Malala escreveu um blog para a BBC, sob um pseudónimo, onde contava o dia a dia de uma menina na sua aldeia no Paquistão. Quando a sua identidade foi descoberta, foi alvo de um atentado talibã a 9 de Outubro de 2012 que a deixou entre a vida e a morte, depois de ter sido baleada na cabeça.
Admiro Malala e a sua determinação. Temos de seguir o seu exemplo e exigir a igualdade de género, o direito das meninas à educação. Não é apenas no Paquistão que as meninas são privadas de ir à escola. Também em Portugal existem meninas que são retiradas da escola por questões religiosas, culturais ou sociais.
Todos temos a obrigação de olhar para o exemplo da Malala e fazer a nossa parte para um mundo mais justo, mais igualitário.
Malala Yousafzai

8 de setembro de 2013

A Liberdade do Biquini

Mulher de Biquini
Gosto de ir à praia e ver mulheres de biquínis. Gosto de ver corpos bonitos com peças reduzidas. Sou mulher e gosto de ver mulheres de pequenos biquínis. Gosto de ver corpos de mulher dourados pelo sol.

Esta imagem faz-me recordar a liberdade que temos em usar biquínis, do tamanho que quisermos. Grandes, pequenos, tangas, fio dental... Ao gosto de cada uma.
Mulher de Burka
Por oposição, lembro-me das mulheres que têm de usar burka, abaya ou hijab mesmo com temperaturas de 50ºC. Algumas não têm nem o direito de sair à rua sozinhas.

Quando vejo praia cheias de miúdas e mulheres de biquini, fico feliz e só me vem uma palavra ao pensamento: LIBERDADE!

28 de novembro de 2012

ONU aprova resolução contra Mutilação Genital Feminina



A Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou pela primeira vez uma resolução que condena a mutilação genital feminina e pede aos Estados membros penas e ação educativa para travar a prática.

O texto insta os Estados membros da ONU para que tomem todas as medidas, incluindo leis que proíbam expressamente esta prática, que viola os direitos humanos, com o objetivo de proteger mulheres e crianças de «qualquer forma de violência» e pôr fim à impunidade.

A Assembleia-Geral pediu também um esforço às autoridades, serviços médicos e líderes religiosos e comunitários para que redobrem esforços de forma a aumentar a consciencialização e combater atitudes dos que defendem a ablação do clítoris feminino.

Na decisão da ONU foi também declarado o dia 6 de fevereiro como o Dia Internacional da Tolerância Zero contra a Mutilação Genital Feminina.

Após a aprovação, o embaixador italiano na ONU, Cesare Maria Ragaglini, que foi um dos principais promotores da iniciativa, destacou que a resolução será um instrumento para ajudar a «mudar o destino» de mulheres e crianças em todo o mundo.

Vários países africanos destacaram a importância do texto para intensificar a luta internacional contra a prática da mutilação genital feminina.


O que é a Mutilação Genital Feminina? 

A mutilação genital feminina (MGF) é uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos. Há vários tipos, que por sua vez têm gravidades diferentes. Segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais. Uma das práticas de maior gravidade – chamada infibulação – consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris, deixando uma abertura pequena para a urina e a menstruação. Aproximadamente 15 % das mutilações em África são infibulações.
A MGF é levada a cabo em várias idades, desde depois do nascimento até à primeira gravidez, tendo a maioria lugar entre os quatro e oito anos.


9 de novembro de 2012

Catarina Furtado lança Corações com Coroa

Catarina Furtado apresentou publicamente a sua associação de promoção da Igualdade e da Não Discriminação de cada uma e de todas as pessoas, famílias, comunidades e países, nomeadamente no âmbito da Educação, Saúde, Desenvolvimento e Direitos Humanos; princípios garantidos numa base de transparência e coerência como referência.

"Corações com Coroa" é uma associação sem fins lucrativos que tem como objectivo central promover uma cultura de solidariedade e inclusão sócio-afectiva das pessoas em situações de vulnerabilidade, risco e pobreza e assim contribuir para que em Portugal se promova e vivencie uma cultura de Direitos Humanos assente na Não discriminação e Não violência.

Esta conferência teve a participação de Francisco George (director-geral da saúde), Alanna Armitage, do fundo para a População das Nações Unidas, Leonor Beleza, Maria Barroso, Manuela Eanes e Maria José Ritta.

Corações com Coroa
Tive a sorte de poder estar presente em parte desta conferência e poder sentir a enorme vontade de ajudar que rege estas pessoas. A realidade é menos bonita do que pensamos. Portugal desceu 12 posições no ranking mundial para a igualdade de género. É muito. Não podemos deixar passar ao lado. Temos de nos importar e de fazer alguma coisa para inverter esta situação. No dia 11 de Outubro celebrou-se o primeiro Dia Internacional da Menina, centrado na luta contra o casamento infantil, uma prática que viola os direitos humanos, o que infelizmente passou despercebido na maioria dos meios de comunicação social.
Apesar das personalidades presentes achei a conferência muito vazia. Ou não foi devidamente promovida, ou estas causas ainda não tocam a maioria dos portugueses. O que mostra o longo caminho que temos ainda a percorrer.
Os parabéns à Catarina que além de ser uma mulher lindíssima por fora é ainda mais bonita por dentro.

11 de outubro de 2012

Dia Mundial da Menina

Dia Mundial da Menina

Pela primeira vez, comemora-se a 11 de Outubro o Dia Internacional da Menina, reconhecendo os direitos das meninas e os desafios únicos que enfrentam em todo o mundo. A decisão de assinalar este dia como forma de ajudar a defender os direitos das crianças do sexo feminino e a promover o empoderamento das jovens foi tomada a 19 de Dezembro de 2011 pela Assembleia Geral das Nações Unidas adoptando a Resolução 66/170.

Na sua primeira comemoração, este Dia Internacional irá focar-se no casamento de crianças, que é uma violação dos direitos humanos fundamentais e tem consequências em todos os aspectos da vida de uma menina. O casamento de crianças nega às meninas a possibilidade de ter uma infância, interrompe a sua educação, limita as suas oportunidades, aumenta o risco de virem a ser vítimas de violência e abuso, põe em risco a sua saúde e por isso representa um obstáculo à obtenção de quase todos os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) e ao desenvolvimento de comunidades saudáveis.

Em todo o mundo, uma em cada três jovens mulheres entre os 20 e os 24 anos casaram antes dos 18 anos. Destas, um terço casou antes dos 15 anos de idade. O casamento de crianças resulta em gravidezes precoces e indesejadas, trazendo risco de vida para as meninas. Nos países em desenvolvimento, 90% dos nascimentos entre as adolescentes entre 15 e 19 anos acontece entre meninas casadas, e as complicações associadas à gravidez são a principal causa de morte para as jovens deste grupo etário.

Meninas com baixo nível de escolaridade têm maior probabilidade de casar cedo, e tem sido mostrado que o casamento forçado praticamente acaba com a educação de uma menina. Por outro lado, as meninas com educação secundária são seis vezes menos propensas a casar ainda crianças, pelo que a educação é uma das melhores estratégias para proteger as meninas e acabar com o casamento infantil.

Prevenir o casamento de crianças permite proteger os direitos das meninas e ajuda a reduzir os riscos de violência, gravidez precoce, infecção por VIH e mortalidade ou invalidez materna, incluindo fístula obstétrica. Quando as meninas têm a possibilidade de permanecer na escola e evitar o casamento precoce podem construir fundações para uma vida melhor para si a para as suas famílias e participar no progresso das suas nações.

Na sua Mensagem alusiva ao dia, o Secretário-Geral da ONU lembrou que “Investir nas crianças do sexo feminino é um imperativo moral, uma questão de justiça básica e igualdade. É uma obrigação no âmbito da Convenção sobre os Direitos da Criança e da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher. Também é fundamental para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, avançando o crescimento económico e a construção de sociedades pacíficas, coesas”.

Várias actividades e eventos a marcar este primeiro Dia Internacional são organizadas pela UNFPA, UNICEF e UN Mulheres. O PAM, por sua vez, tem em curso uma campanha para promover o empoderamento das raparigas. A campanha intitula-se “O mundo de Molly”.

Notícía de UNIRIC.
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