Quem não é para comer não é para trabalhar. Sempre ouvi dizer.
Agora acrescento: Quem não é para respirar não é para trabalhar. Nem para falar. Nem para ouvir. Nem para nada.
Sem conseguir respirar (convenientemente) a vida fica muito difícil. A voz não me sai. Não oiço o que digo. Não sei se estou a falar baixo ou alto. Presumo que baixo pois ao telefone os interlocutores não me conseguem ouvir. Mas também não consigo falar mais alto. Não sai.
O escritório, mais uma vez, sem ar condicionado também não ajuda. Ao final do dia estou invariavelmente pior. A sinfonia de tosse em estereo faz-me lembrar a urgência do hospital...
Foi chegar a casa e aterrar debaixo do edredão quente. Tenho a certeza que um dia ou dois assim ficava fina num instante!
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10 de fevereiro de 2015
Haverá limite à quantidade de ranho?
Depois de um fim de semana a espirrar, o nariz a picar e ranho a sair a rodos, fico com esta pergunta a rondar-me a cabeça.
Haverá limite à quantidade de ranho que um ser humano pode expelir num dia?
É claro que não medi, mas fico curiosa.
E se tivesse medido? Será que expeli um litro do dito?
O nariz parecia uma torneira avariada. Sempre a escorrer.
Assoei-me tanto, mas tanto que fiquei com o nariz quase em ferida.
Pode não ser um tema politicamente correto, mas a mim faz-me sentido que seja debatido.
Depois de ser mãe já limpei muito ranho, litros de ranho!
E vocês, acham que há limite à quantidade de ranho que um ser humano consegue expelir?
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