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18 de fevereiro de 2016

Morte pode ser a solução?

Mães que matam filhos para os proteger.
Instituições que falham na protecção de menores em risco.

A nossa sociedade tem de fazer uma reflexão profunda sobre estes temas. Precisamos de encontrar respostas eficazes para evitar que situações como esta voltem a acontecer.

Mulheres continuam a ser mortas por ex-companheiros. Filhos continuam a ser vítimas dos desejos suicidas dos pais.

Temos de trabalhar para que as vítimas possam ser efetivamente protegidas dos seus agressores.

Há ainda tanto, mas tanto para fazer!


24 de janeiro de 2014

Meninas pensem nisto, sim?

Um grupo de mulheres reuniu-se num seminário sobre como melhorar a sua vida conjugal.

Em fase introdutória, foi-lhes questionado: “Quais de vocês ainda amam os vossos maridos?” Todas levantaram a mão!

Em seguida, foram inquiridas sobre qual a última vez em que teriam dito aos seus maridos que os amavam. Algumas responderam “Hoje”, outras “Ontem” a maioria não se recordava!

Por fim, fizeram um teste e pediram-lhes que todas pegassem no respectivo telemóvel e enviassem um SMS ao respetivo marido dizendo “Amo-te muito Querido.”

Depois, foi-lhes pedido que mostrassem as respostas dos respetivos maridos.

Estas foram algumas das respostas:

– Mãe dos meus filhos! Tu estás bem?

– Que foi? Bateste com o carro outra vez?

– Que fizeste agora? Desta vez não te perdoo!

– Que queres dizer?

– Não andes com rodeios, diz-me só de quanto precisas.

– Estarei a sonhar?

– Se não me dizes para quem era este SMS, juro que te mato!

E a melhor de todas:

– Quem és tu?

6 de novembro de 2013

Novos ideais de Beleza Feminina

O ideal de beleza feminina está a mudar? pergunta o João Miguel Tavares do blog Pais de Quatro.

Também nem 8 nem 80!
Nem escanzeladas, nem obesas...
Não podemos ficar no meio-termo?

Este foi o meu comentário sobre o seu post.
Passo a explicar. Fui uma criança de peso normal até aos 16 anos, altura em que engordei a olhos vistos. Tentava emagrecer mas por falta de informação, privava-me de comida todo o dia e à noite assaltava o frigorífico. Resultado: ficava cada vez mais gorda...
Ouvi comentários de crianças, que não mentem, em que me chamavam gorda
Não imaginam o quanto este adjectivo me magoou! Eu bem tentava emagrecer, sem qualquer sucesso.
Mais tarde, comecei a praticar exercício físico e fui perdendo o peso a mais, muito gradualmente. Tão gradualmente que a minha auto-imagem se manteve como "a gorda" durante muitos anos.

Já não era gorda mas era uma mulher com curvas. Tive a minha primeira filha e engordei o que devia, cerca de 9 kg. A miúda nasceu, pesava 2,5 Kg e eu fiquei com os restantes quilos todos. Comecei a perder o peso muito devagarinho... Tão devagarinho que pensei que ia demorar uns 10 anos a voltar ao peso anterior à gravidez.

Nessa altura encontrei um prima que também tinha sido uma mulher cheia, muito mais
magra do que alguma vez tinha sido. Perguntei-lhe o que tinha feito para ficar assim tão bem. Disse-me que tinha ido a um médico que lhe tinha ensinado a comer melhor.

Perguntei-lhe se não passava fome. Disse-me que antes pelo contrário, era obrigada a comer a cada duas horas.

Estava decidido. Assim que me sentisse melhor fisicamente, com o sonos mais em dia, iria consultar-me com esse médico.

Foi importante esse tempo de preparação. Só iria à consulta quando estivesse em condições de cumprir tudo à risca. Não concebo ir a um médico ou a um nutricionista e depois não fazer o que nos indicam. Ou é para ter resultados, ou não vale nem o esforço (e o custo).

Se faço é para ter resultados! Lá fui à consulta. Lá levei com todas as explicações e fui para casa iniciar a nova forma de comer mais saudável. Demorei mais duas consultas a perceber tudo. Mas o peso começou a ceder desde a primeira semana. E sempre sem fome. Eu não suporto passar fome. Recuso-me. Fico com dores de cabeça se não como o suficiente.

Fiquei magra. No limite inferior do Índice de Massa Corporal (IMC) saudável. Adorei. Nunca tinha sido magra na minha vida. Tive mais dois filhos. Engordei nas gravidezes e voltei ao normal sozinha. Já nem precisei de voltar às consultas.

Entretanto decidi que ficava melhor com mais 2 kg do que o limite inferior do IMC saudável. Continuei a fazer desporto. Sempre! Hoje tenho exatamente o peso que quero, nem escanzelada nem obesa. Estou no meio termo. Voltei a ter curvas, pois gosto de ver mulheres com curvas. E o mais importante: é que me sinto muitíssimo bem assim!
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